Tinha uma consulta marcada com o ginecologista,para dali a 20 minutos.Então,para passar o tempo comecei a folhear uma revista qualquer quando ouvi a recepcionista dizer que o Dr.Alves ia ser substituído por um outro.Motivos pessoais.Não gostei da troca de última hora,afinal tinha confiança no meu médico e não em um sujeito provavelmente recém-saído da faculdade.No horário combinado,ele chegou.Meu coração de imediato falhou uma batida ao reconhecê-lo.Era o homem para quem tinha dito ser solteira quando na verdade,na época,era casada.Não cheguei a me envolver de fato com Jonas,mas dei indícios de que estava interessava nele.E vice-versa.Foram ótimos momentos passados juntos,mas tudo terminou abruptamente,quando meu marido descobriu os encontros e me fez dar um tremendo fora no safado",conforme Clóvis tinha apelidado.Trocamos olhares,como se Jonas também não tivesse esquecido um único detalhe do passado.Certamente,me odiava pela mentira,por tê-lo enganado descaradamente.Mas não foi bem assim.Se pudesse ter a chance de explicar,mas sabia que não seria levada a sério.A juventude,a falta de estrutura familiar,(na opinião dele)não seria desculpa para a minha leviandade. Pensei,então em cancelar minha consulta,dar meia volta e partir,mas o ouvi dizer que a próxima paciente já poderia entrar.Foi com os pés pesando como chumbo que tomei coragem e o segui.Daí,sem nem mesmo me encarar,Jonas ordenou que eu tirasse a roupa,no maior profissionalismo,enquanto eu estava ali com os bicos dos seios duros de tanto tesão ao imagina-lo me tocar intimamente,depois de ter me esquivado inúmeras vezes das tentativas dele de que fôssemos além dos beijos ardentes e das carícias provocantes.Nossa,que confusão.Estava molhadinha e para um homem com a experiencia de Jonas(não só no campo pessoal) não seria difícil detectar que eu me encontrava extremamente excitada.Tomei uma súbita decisão.
-Acho melhor marcar um outro dia com o dr...
-Pensa que vou machucá-la,Laura?
Era a primeira vez que ele me olhava e não parecia nada satisfeito com a minha tentativa de fuga,pior,com a impressão que passei de não confiar nele como médico.
-Claro que não.-Fui sincera.Jonas poderia ser um homem inflexível,rude as vezes,mas jamais machucaria uma mulher.-É só que...
Ele me interrompeu ainda visivelmente aborrecido.
-E daí se nos conhecemos,se me enganou deliberadamente,se é casada...
-Fui.
Aquela declaração o pegou de surpresa.Parecia chocado,para ser mais precisa!
-O que houve?
A medida que falávamos,Jonas fazia gestos para que eu me despisse,primeiro dos sapatos,depois da meia-calça,e quando me dei conta,fiquei semi-nua na frente dele.
-Renato morreu no acidente de moto,faz um ano já.
Sem conseguir fita-lo para ver qual seria sua reação,deitei na maca e hesitante puxei o lado da calcinha pra baixo,sem coragem de tirá-la por completo.Com habilidade ele lentamente me despiu enquanto dizia.
-Sinto muito.
Estava tão nervosa por estar ali daquele jeito com as pernas abertas que desandei a falar,desabafando tudo o que tinha acontecido naquele tempo e conforme relatava o horror que tinha sido meu casamento,a forma como Renato me obrigava a dizer coisas,aliás tinha sido dele a ideia de fazer Jonas acreditar que não tinha passado de um mero passatempo pra mim,quando na verdade,mesmo sem emprego na ocasião,queria ter pedido o divórcio e jogado tudo para o alto para viver a nossa história,enfim percebi,sem consegui acreditar nos meus olhos que Jonas tb estava excitado.Não sei quem tomou a iniciativa,mas logo me vi aos beijos com ele que em vez de examinar a minha vagina,massageava meu clítoris,deixando-me em ponto de bala.Jonas tirou minha blusa,foi pegando e chupando os meus peitos ao mesmo tempo que também se despia,livrando-se da cueca boxer preta.Fiquei boquiaberta.Nossa,que pau enorme. Aquilo era demais pra mim, nunca tinha visto um cacete tão grande e grosso como o dele, aquilo devia ter uns 19 cm, bastante rijo. Fiquei com medo na hora, foi quando falei:
— Nossa! Isso tudo… não vou aguentar!Estou...meio destreinada.
Ele pegou minha mão e levou até seu pinto e pediu pra que começasse a bater uma punheta. Comecei. Minha mão ficou pequena ao apalpar um pau daquele tamanho, confesso que suei frio quando comecei a sentir o pau latejando em minha mão e que aquilo seria colocando dentro de mim.Com um sorriso presunçoso,Jonas falou que nos encaixaríamos perfeitamente,mesmo depois da longa espera.Naquele momento fiquei na dúvida se ele tinha ou não me perdoado ou se seria apenas uma vingança por tê-lo deixado na seca.Porém,preferi acreditar que sim,quando por um breve momento,Jonas me olhou com carinho,antes de vir pra cima de mim,segurando-me pelos quadris,louco para meter.Ali,mesmo em meio ao tesão,lembrei da camisinha,mas certa de que Jonas seria o primeiro a providenciar isso,afinal além de ser ginecologista,era um homem que dificilmente cedia diante de uma mulher,principalmente de mim,da mulher que o iludiu...não disse absolutamente nada e arfei gemendo ao senti-lo estocar dentro de mim,sem qualquer tipo de proteção.Aquele voto de confiança tornou tudo mais especial,senti as bolas dele batendo em mim de modo frenético,contínuo,enquanto eu mordia os lábios para não gritar todo o prazer que sentia e assustar os pacientes lá fora.Ficamos ali, com ele todo enfiado dentro de mim, até que entre beijos molhados,gozamos.Depois dessa,não era preciso dizer que zeramos nossas diferenças e que a mentira não tinha mais espaço em nossa relação.Só o sexo,muito sexo.

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