Era uma noite fria de inverno.Tinha acabado de vir da cozinha e tomar um copo de leite quente.Havia um temporal horrível se formando lá fora e eu estava completamente sozinha em casa.Minha colega de apê tinha viajado para visitar a família e eu estava ali,esperando um filme de terror começar.Óbvio que não era meu gênero de filme predileto,mas era a única opção que tinha pra hoje,para quem se encontrava com insônia.Ou seja,Eu!Então ouvi a campainha tocar e logo fiquei assustada, desesperada e tremendo toda. Eu olhei pelo olho mágico e pude ver meu namorado.Carlos Augusto estava úmido e um pouco trêmulo.Abri a porta e o recebi aos beijos.Ele retribuiu e ao se inteirar da situação,como de praxe quando eu assistia terror,garantiu que ia fazer passar qualquer que fosse o meu medo.Ofereci um pouco de vinho enquanto ele se enxugava com uma toalha branca e seca.Fui até o bar,sentindo aqueles olhos admirarem meu bumbum arrebitado pelo pijama fininho vermelho-sangue.Logo,senti seus braços agarrarem minha cintura e sua respiração no meu pescoço. Fiquei completamente arrepiada e fechei os olhos, sentindo a sensação. Ele ignorou o vinho,subiu as mãos para meus seios e os agarrou e depois segurou nos mamilos e ficou apertando levemente e os rodando delicadamente.Eu, ainda de olhos fechados, comecei a suspirar. Senti sua ereção em minha bunda e agarrei com força o seu cabelo. Ele me virou de frente, me encostou de encontro ao bar e levantou minha perna. Nos esfregamos e logo, por um momento, me lembrei que o filme ia começar.Carlos Augusto sorriu entendendo a provocação e me puxou para o sofá,tomando um gole do seu até então esquecido vinho,fazendo-me beber um pouco.Então,a cada cena horripilante,de sangue,perseguição e morte, me agarrei a ele que aproveitava para me beijar de língua,para acariciar o meio de minhas coxas até que um rompante quando dei um grito de puro pavor ao ver a mocinha ficar a 1 cm da moto-serra,Carlos Augusto rasgou minha calcinha num golpe certeiro e destro,enterrando sem demora sua cara em minha xaninha.Logo esqueci tudo a minha volta exceto a gostosa sensação de ser devorada por aquela língua sedenta e safada.Eu gemia alto e implorava para que ele parasse com aquela tortura que estava me corroendo e me deixando com ânsia de cada vez mais. Ele me fez chegar ao orgasmo duas vezes e não parava, eu já estava ficando fraca e enlouquecendo quando ele veio em minha direção, botou seu pau pra fora da calça e colocou em minhas mãos.Eu não pensei duas vezes,acabei de despi-lo e o tomei na boca,adorando senti-lo agarrar meus cabelos e gemer baixinho em meu ouvido,dizendo o quanto eu o deixava pirado com aquilo.Sentia as veias pulsando em minha boca e ficava cada vez mais molhada.Parei de chupa-lo,e falei pra Carlos Augusto para me fuder com mais calma,pois desde a ultima vez,ainda doía.Então ele prometeu ser mais carinhoso e me deixou de quatro,foi colocando aquele pau gigante na minha bucetinha apertada. Ficamos transando por vários minutos,eu fechava os olhos quando sem querer olhava para a tv,daí Carlos avisou que ia botar mais pressão para espantar meu medo e distrair minha atenção,gemi que sim,foi o suficiente para louco de tesão Carlos Augusto empurrar dois dedos pra dentro do meu cuzinho,alternando com lambidas e fungadas.Foi ai que ele perguntou se podia meter.Eu não podia negar depois de ele ter me feito gozar duas vezes e ter tido toda paciência do mundo comigo hoje.Então,rebolei meu traseiro na cara dele que entendendo o recado fez um carinho em meus seios e suavemente meteu.Ficamos ali engatados por um longo tempo,mantendo a cadência,em meio a gemidos e xingamentos,até que fomos para minha suíte tomar um banho juntos,deixando o filme de terror ainda pela metade.

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