Será que existia amizade entre um homem e uma mulher?Eu acreditava que sim,mas Naytan,como todo homem, não.Não sei porque,uma vez que éramos amigos inseparáveis e nunca rolou sexo entre a gente.Pelo menos,por enquanto.Até o dia que voltando de um churrasco na casa de amigos em comum,ele me convidou para tomar a última taça de vinho em seu apê.Éramos praticamente vizinhos,só que Naytan morava no andar de cima e eu dois andares abaixo.Claro que topei na maior inocência.Entre um gole de vinho e outro,começamos a conversar sobre a reuniãozinha que participamos,mas não deixei de notar que meu amigo me olhava de um jeito diferente,parecia me 'comer' com os olhos.Sem graça, fui tentar esconder um pouco minha coxa que se mostrava toda para ele e, ao descruzar as pernas minha calcinha apareceu, por um breve segundo, é verdade, mas ele viu. Fiquei morta de vergonha.
-Você está cada mais mais linda sabia,Melissa?
-Bondade sua.-disse ,mortalmente encabulada.
Ele, sem tirar os olhos libidinosos de mim, não disse mais uma palavra, apenas descruzou as pernas deixando à mostra o enorme volume que se formara em sua calça. O danado estava com o pau duro. Fiquei molhadinha e mais tímida ainda.E sem que eu me desse conta,Naytan se aproximou,tirou a taça de minhas mãos e do nada,me beijou.Não um selinho de amigo,mas um beijo de verdade,de língua,cheio de desejo e luxúria.A princípio fiquei tão chocada que não protestei,procurando empurra-lo pra longe,minha boca entreaberta pela surpresa,permitiu que ele aprofundasse o gesto e fosse além.Naytan se livrou rapidamente de minha blusa e sutiã e começou a sugar e morder meus seios como se fossem verdadeiros manjar dos deuses.Óbvio que quando caiu a ficha,poderia tê-lo repudiado,passando-lhe um sermão daqueles,mas também estava tão excitada quanto,deixando-o me conduzir até o quarto.E sem me conter mais,o ajudei a se despir,completamente esquecida que até alguns minutos atrás,o via quase como um amigo irmão. Fiquei de queixo caído com o tamanho daquele pauzão totalmente à mostra,então olhando-me Naytan me sentou na cama, agarrou a minha nuca e atolou seu pinto bem devagar em minha boca, fazendo-me sentir cada centímetro seu, até o talo. Cada movimento de vai e vem dele me arrancava um gemido abafado de prazer.
— Assim, chupa gostoso – gemia ele em delírio.-Depois,será minha vez.
Na sequência, deitei e abri as pernas oferecendo a xoxota depilada pra ele que mais do que depressa,enfiou a língua na minha xota,colocando e tirando com deliberada lentidão,fazendo-me querer ser penetrada por aquela pica o quanto antes.Ciente disso,Naytan se aninhou entre minhas pernas, pincelou o cacetão na entrada da xota,e quando fez menção de atolar fiquei meio tensa,pensando que nossa amizade não seria mais a mesma depois daquilo,porém ouvi Naytan dizer em meu ouvido.
-Nossa relação ficará ainda melhor,minha gostosa!Pode apostar.
E sem perder mais tempo,ele agarrou o meu traseiro e ignorando minha indecisão,meteu.Bastou senti-lo escorregando bem devagar dentro de mim,em seguida com pressa,para entrar no clima,rebolando sem parar,disposta a ir até as ultimas consequências.
-Vem,Mel,vem cavalgar no seu amigão aqui.
Fui por cima,quicando,meus seios,pulando para tudo que era lado.Metemos a noite toda e em todas as posições possíveis. Quando eu pensava que íamos sossegar, bastavam algumas carícias e beijos e lá estava o pintão, duro como ferro, clamando por minha bucetinha. Quando estava quase amanhecendo,foi que nos abraçamos,completamente exaustos.Pensei em ir embora,mas logo desisti.Éramos adultos e estava mais do que contente por ter dado a xota para o meu melhor amigo. Naytan tinha toda razão.Não existia a menor possibilidade de existir 'só ' amizade entre um homem e uma mulher!

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