Desde que abortei espontaneamente meu bebê,recusei-me a ir pra cama com Leo. Hoje,fazia exatamente 4 meses que não transávamos.Com certeza meu marido devia estar subindo pelas paredes.Ou talvez,não.Ele era um homem lindo,atraente e o fato de estar casado,não o impedia de dar vazão aos seus desejos primitivos.Se fosse assim,tinha que tomar uma atitude e já.Não suportaria ser encarada como uma pessoa digna de pena e ser traída ao mesmo tempo.Desse jeito,levantei da cama,decidida,mas com o coração em frangalhos.Tomei um ducha,amarrei o cabelo no alto da cabeça,coloquei uma camisola qualquer e fui atrás dele.Encontrei-o no escritório tarde da noite.Bebendo!.Nunca tinha visto Leo daquele jeito,desnorteado meio descontrolado como se o mundo estivesse desabando a sua volta,por isso afogava as mágoas diretamente da garrafa de whisky.Por pouco,quase desisti de entrar,mas como nunca fui mulher de deixar nada pra depois,bati a porta,anunciando a minha presença.De imediato,Leo levantou a cabeça e franziu a testa como se estivesse chocado e ao mesmo tempo admirado por me ver por ali.
-Precisamos conversar.-fui logo dizendo,antes que ele pronunciasse alguma frase sarcástica do tipo."ora,ora,a que devo a honra de sua ilustre visita,querida esposa?"
E foi exatamente o que ele falou na sequência.Era obvio que já não nos entendiamos mais,como antes.Respirei fundo e respondi na lata.
-Vim para comunicar...Quero o ...divórcio.
Aquela declaração fria e objetiva pareceu acender uma centelha de emoção nele,que de levemente embriagado passou a um homem visivelmente furioso.
-O que disse?-ergueu-se tao subitamente da cadeira que esta tombou com um baque surdo no ambiente repentinamente carregado de tensão.
Trêmula,cruzei os braços,no entanto sem desviar o olhar.
-Você me ouviu.
Leo aproximou-se tao rapidamente que quando me dei conta,me deparei com um peitoral musculoso e cabeludo,tendo ele descartado a camisa em algum canto.Precisei me conter para não acariciá-lo.Ironicamente,era a primeira vez desde aquele dia fatídico que sentia vontade de toca-lo novamente,e se fosse honesta bem mais do que isso.E antes de pudesse me afastar estupefata com tal pensamento,ele me agarrou pelos braços com força,a ponto que praticamente me machucar.
-Tem ideia do absurdo que acabou de dizer?.-A voz dele estava arrastada,porém fria como gelo.-Eu aqui quebrando a cabeça para tentar reconquistá-la e você simplesmente quer dar um fim em tudo.
Meu marido ainda me queria.Aquilo me pegou tão desprevenida que sem pensar,revidei.
-Se está com pena de mim,...
-Pena?-Daquela vez,Leo abrandou o aperto,ms só um pouco.-Claro que estou arrasado com nossa perda,mas nunca me passou pela cabeça que era culpada de algo ou pior,uma coitadinha que precisasse de cuidados.
De alguma maneira,sabia que Leo falava a verdade,não apenas para me agradar para obter o que tínhamos na cama,mas porque era realmente o que sentia.Meu marido nunca foi homem de inventar ou mentir.Mas se ele tivesse dormido com outra mulher,não seria mentira,mas omissão.Por isso,reprimi a alegria que começava a se formar dentro do meu peito para dizer.
-Mas se você tem alguma culpa na consciência,fale agora!
Leo demorou apenas um segundo para compreender a que me referia.Em vez de responder,como esperava que fizesse,mesmo se isso me sangrasse por dentro,ele pegou minha mão beijou um por um de meus dedos,causando-me arrepios,antes de baixa-la em direção ao seu baixe ventre,mas precisamente seu pau,que naquele momento parecia explodir dentro da calça.
-Por acaso,pareço entediado com você?
-Não...não sei.-gaguejei,começando a ter esperanças.-Nunca mais fizemos sexo.
-Mas isso pode ser facilmente remediado,se permitir.
Foi impossível não sucumbir e gemer quando Leo me beijou,fazendo-me sentir seu gosto de whisky misturado com seu próprio sabor de homem,em sua língua sacana e deliciosa.Ele aproveitou para tirar minha camisola e afagar os meus seios sensíveis e aquilo me encheu de tesão.Exatamente como queria fazer anteriormente o acariciei no amplo tórax,dando mordidinhas de leve na região. Leo estava tão sedento que economizou tempo e também ficou nu.A maneira como ele removeu minha calcinha e a própria cueca,revelou o quanto me queria,alias na mesma proporção do que eu a ele.Deixei meu pescoço pender pra trás,assim que ele afastou minhas pernas e mergulhou de cabeça na minha xota.Agarrei-os pelos cabelos e revirei os olhos a medida que ele apoiava a mão na minha coluna a fim de intensificar as chupadas no meu clítoris.Sem demora,gritei a beira do orgasmo.Nossa,que saudade daquele homem.De seu cheiro,de sua língua,de sua pegada!Leo afastou a boca e o dedo e pegando-me no colo me pôs sentada sobre a mesa de pernas abertas,ficando bem no meio delas,de pau em riste.Mesmo tendo plena certeza que Leo adoraria se eu o chupasse,sabia também que estávamos no limite.Então,levei a mão até sua pica potente,punhetando de leve antes de guia-la em direção a minha gruta ensopada.Foi quando subitamente parei,entre pálida e tensa.
-O que foi,Beatriz?-O homem carinhoso logo cedeu lugar ao homem sério,desconfiado- Não diga que se arrependeu.
-Não é isso.-respondi,ridiculamente envergonhada.-Olhei em torno.Tem alguma camisinha por aqui?
Leo também ficou preocupado.Afinal,ainda era muito cedo para tentarem novamente ter um filho.E logo agora que AINDA estavam se reconciliando.
-Droga!Não.
Mas milagrosamente teve uma ideia,porem hesitando ao dizer.
-Podemos fazer de outro...jeito.
Fiquei curiosa e perguntei.-Qual?
Leo preferiu agir em vez de falar.
Gemi ofegante,assim que meu marido me colocou de volta no chão para me virar de costas,movendo o indicador intencionalmente no meu rabinho apertado.
-Você quer dizer...
-Sim,meu bem.Será nosso primeiro anal.Topa?
Não só concordei com a cabeça como antes fiz questão de proporcionar idêntico prazer a ele,quando esquecida do passado e tudo mais,me ajoelhei a sua frente e o boqueteei até gozar e espirrar sua porra por minha cara,queixo e seios.Leo me forçou a levantar,sorrindo satisfeito e deliciado,mas incrivelmente pronto pra outra.Minhas pernas vacilaram quando ele me pressionou contra a mesa e foi metendo lentamente no meu cu.Leo me olhava,choramingando,rebolando e quase pedindo mais pressão.Foi quando juntos estabelecemos um ritmo,louco,selvagem,coroando por fim a solidez de nossa união.

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