quarta-feira, 22 de julho de 2015

Pecaminosa !!


Eu era o tipo que mulher que adorava o perigo,a adrenalina.Meu casamento ia relativamente bem,mas deixava muito a desejar na cama.Então,vivo tendo casos para me satisfazer e assim continuar levando minha relação da melhor forma possível.Não pretendia estragar isso.Até porque não podia perder a gorda mesada que meu marido gentilmente me dava.Naquela noite,alias,Pedro me comunicou que ia trazer um afilhado pra jantar com a gente.Fiquei meio puta,pois detestava fazer sala,ainda mais para um pirralho provavelmente,quando poderia estar inventando uma desculpa para sair a caça.Mas tao logo fui apresentada a Saulo,mudei totalmente de ideia,pois de pirralho ele não tinha nada,devia ter 25 anos no máximo,só 4 anos mais jovem que eu e como era gato,enquanto Pedro já beirava a meia idade e não exibia mais a virilidade de antes.Enfim,...Durante o jantar,tentei me manter o mais distante possível para esconder minha excitação,mas teve uma hora que Pedro se ausentou e eu comecei a provocar.Uma passadinha de língua na borda da taça,um gole maior no vinho,daí Saulo que não era de ferro também se acendeu".Ficou inquieto e ansioso como se a qualquer momento fosse me pegar em cima da mesa.Excelente.Era tão louco quanto eu.Mas de modo displicente pedi que se comportasse ciente de que meu marido retornava.Ele logo se desculpou alegando cansaço e lembrando que pegava cedo no trabalho no dia seguinte,era um claro recado para que Saulo se fosse.Contudo me intrometi e me ofereci para leva-lo até a porta,agradecido Pedro me deu um beijinho 'casto de boa noite,(aff) e foi para o quarto,descansar.Foi nesse momento que virei para Saulo e o imprensei no corredor,aos beijos.Ele ficou tenso,dizendo que tínhamos que sair dali,certamente para um motel.Sorri pecaminosa e balancei a cabeça numa negativa,olhando-o como se o despisse só com o olhar.E foi o que fiz quando abri seu zíper e levei a mão onde queria,em direção ao seu pau enorme e gostoso que passou a pulsar loucamente só com o meu toque.Óbvio que ele não tentou mais me fazer reconsiderar e de bom grado me observou ajoelhar e botar aquilo na boca.Chupei,chupei,deixando-o cada vez mais excitado e louco pra meter.Saulo pirou ao descobrir que eu estava sem calcinha.E minha vulva estava totalmente quente e molhada,denunciando toda minha vontade e receptividade.Lívido,me empurrou contra um móvel e mandou ver na minha buceta.Eu gemia baixinho,o suficiente para só ele ouvir.E quanto mais ele me lambia,dedava,com mais tesão eu ficava.Até que com cara de puta,esfreguei meus peitos na sua cara forçando-o a me mamar,antes de ficar de quatro no chão,exibindo minha bunda feito uma vadia.Não recuei um milímetro sequer assim que ele agarrou minha cintura e sem delicadeza nenhuma,meteu.Eu passei a remexer com a mesma velocidade com que me estocava,dessa vez quase que gritando,afinal mesmo sendo tarimbada na arte do sexo,aquilo doía.Saulo,nem um pouco ligando se seríamos flagrados me tomava com urgência e voracidade e eu igualmente desencanada dava pra ele tanto quanto necessário para matar a nossa fome.Eu era tão maluca que pedi que Saulo parasse um pouco,pois tinha ouvido um barulho,mas que ainda continuasse engatado em mim.Ele ficou paralisado certo de que Pedro estava por perto,porém o convenci a se erguer junto comigo para que fôssemos verificar ao redor e acabamos dando em frente ao meu quarto,então,através da porta entreaberta vi que Pedro dormia profundamente,no que tomei coragem e disse:
-Me faça gozar agora!
Saulo me olhou como se eu tivesse enlouquecido de vez,chegou a resmungar algo,mas não se conteve quando propositalmente empinei,esperando a enrabada final.Que veio abrupta,violenta,deliciosa.Era como se dissesse ao babaca do meu marido."É assim que se faz,mulher gosta disso,de putaria,adrenalina."Saulo soltou um urro e ejaculou abundantemente dentro de mim.Era a vantagem da juventude.A impetuosidade,aquela fome toda.Depois disso,combinamos de nos encontrarmos mais vezes,talvez no escritório de Pedro já que agora os dois trabalhavam juntos.Já podia até sentir o gostoso sabor do pecado e do...perigo.

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