Eu era um bárbaro e a sede por batalhas fervia em meu sangue.Principalmente quando me apaixonei pela bela Allegra,tão guerreira quanto eu e filha do maior desafeto de minha família.Existia algo de especial em obter o que era declaradamente proibido.Então,no meio da noite,segui em direção ao castelo do inimigo,ciente de que minha corajosa Allegra me esperava.Era possível ver uma movimentação ao longe.Com certeza,deviam ser os guardas.A adrenalina correu forte em minhas veias,como se já tivesse deixado um mar de sangue pelo caminho.Mas por obra do destino,algo distraiu a atenção dos homens armados com espadas e lanças e eu aproveitei para avançar o suficiente,até parar embaixo de uma janela que sabia ser de minha amada.Com incrível agilidade escalei o muro ladeado de heras e saltei para dentro da varanda em segundos.Até aqui tudo bem.Bati levemente na porta envidraçada,certificando-me que sob meu manto negro,uma pequena adaga continuava no lugar.Caso fosse descoberto,não hesitaria em partir para a luta,mesmo que isso custasse a vida dos parentes de Allegra. Falando nela,a vi,linda,como se tivesse acabado de se despir da armadura de guerreira e agora,naquele vestido azul,tinha o gostoso frescor do banho.Sem dúvida,é a coisa mais linda que um dia pus os olhos. Allegra sorriu para mim,foi o que bastou para ficar excitado e esquecer de sua pureza.Tínhamos combinado esperar,até o casamento mesmo que clandestino,devido a rixa eterna de nossos pais,mas...Não pude me conter mais e a beijei com furor,o cheiro, a mais doce e indescritível essência feminina,deixando-me louco a ponto desnuda-la da parte de cima do vestido.Não parei para me preocupar se Allegra queria isso ou não .Abri os lábios sobre um dos seus seios e senti o encaixe perfeito de sua carne rosada em minha boca. Chupei e mordi,ouvindo-a gemer baixinho.Sim,minha linda também me desejava. Fechei os olhos e balancei a cabeça, tentando ir com calma para não assustá-la, mas estava embriagado demais pela paixão,então,sem demora afastei suas pernas e enfiei minha mão por debaixo de sua saia,e segundos depois em seu interior macio e ardente, sua carne era a coisa mais apertada que conhecia,mais deliciosa. Ela soltou um gritinho chocado, um som forte que pareceu dar mais vida ao meu pau, que endureceu ainda mais sob a calça.Ela começou a se debater,como se quisesse fugir,certamente apavorada com as sensações estranhas que invadiam seu corpo.Estava excitada e aquilo me dava um prazer danado em saber que seria seu primeiro e único homem,daí com todo carinho do mundo a beijei,garantindo que se permitisse que eu ousasse mais,ela ia gostar.Então,Allegra com seu jeito destemido,ficou quieta,como se encarasse o inimigo",mas de jeito nenhum queria machucá-la,assim com delicadeza,escorreguei meu dedo pra dentro dela,uma,duas,três vezes,observando-a fascinado inclinar a cabeça e soltar uma golfada de ar de puro prazer.Em seguida sem dar tempo a ela de entender o que tinha acontecido,a levei pra cama e pela primeira vez decidi esquecer o mundo lá fora,cheio de perigos e vinganças,e de frente pra ela,comecei a me despir e quando finalmente fiquei nu,flagrei seus olhos azuis cresceram enormes e o sangue fugiu de seu rosto. Allegra parecia horrorizada com o meu tamanho.Porém,fiz que não notei e me aproximei e antes que ela se encolhesse na cama,me deitei sobre ela,evitando sua nova tentativa de escape.Mas não consegui coibir sua mordida em minha mão quando fiz menção de finalmente deixá-la nua por completo.Sorri.Minha guerreira estava de volta!No entanto,tão combativo quanto,em vez de também mordê-la,apliquei uma dentadinha suave em um de seus mamilos,fazendo-me imediatamente se desarmar,lânguida em meus braços, o que me permitiu enfim, admirá-la como veio ao mundo.Nossa,que visão deslumbrante,ou melhor,extremamente excitante.Sua pele era branca feito leite e suas curvas e contornos delicados e perfeitas,em contraste com minha pele bronzeada e minha compleição grande e viril.Uma mulher feita sob encomenda pra mim.Percebi que Allegra ainda me olhava com apreensão.
-Não tema,querida.Vou fazer desse momento especial.
-Tem certeza?-sua voz era fina e baixa,bem diferente da guerreira que era,seu tom em campo de batalha era sempre autoritário e rude.
-Confie em mim.
Allegra tremeu involuntariamente quando olhei para o meio de suas pernas,mas precisamente para os cachos avermelhados de sua bucetinha. Continuando por cima,prendi suas mãos macias nas minhas e chupando seus peitinhos empinados,abri com um de meus joelhos as suas pernas.Dei uma cutucadinha e lá reparei o brilho evidente de sua excitação.Minha Allegra estava pronta para me receber.Estava prestes a meter quando ouvimos um burburinho bem perto,no corredor.Fiquei subitamente tenso,Allegra também... tinha a respiração acelerada e olhava para a porta como se a qualquer momento alguém fosse invadir o recinto e não pouparia esforços para protegê-la,matando-me,claro.Não era uma pessoa pacífica,e não precisava explicar meus atos a ninguém.Mas poderia até cogitar a possibilidade de uma conversa franca,(por Allegra),se soubesse de antemão que seria ouvido.O que não era o caso.Então,ainda investi minha língua em sua boca antes de manter por perto a adaga que se encontrava presa na cintura da calça.Mas de repente as vozes sumiram,anunciando que a vítima da vez não era eu que tinha sido descoberto e sim outro infeliz que ousava desobedecer ordens.Só esperava que o cavaleiro em questão soubesse dar uma lição naquele odioso clã.Mas o que importava mesmo naquele momento era eu e Allegra. Apesar da tensão,meu cacete ainda permanecia duro como aço, e o balancei em sua xana rosada, anunciando minha entrada. Ela choramingou quando empurrei minha cabeça grossa em sua virgem buceta.
-Dói.-ela confessou,contorcendo-se em meus braços.
-Eu sei.Abra mais as pernas,me dê passagem.Fica gostoso,depois.
Obediente,Allegra arreganhou as pernas a minha volta,e avançando notei que seu buraco era minúsculo e por um momento achei que não conseguiria fazê-la minha até que passei sua entrada e rompi seu precioso hímen .Ela chorava,gemendo muito, mas dessa vez não quis fugir.Entrei e sai dela umas seis vezes, sem me aprofundar muito, era uma tortura maravilhosa. A tirei de mim e a levantei a minha frente, uma pequena quantidade de sangue escorreu entre suas pernas e ela me olhou confusa e assustada se preparando pra se limpar.
-Não se lave.Não temos tempo.
-Tempo pra que?
Em vez de responder,apressei-a a se vestir como eu,e instrui que pulasse a janela comigo.Lá embaixo,felizmente sem sermos vistos,olhei em torno.Meu cavalo, esperava em um pasto próximo.Assobiei e ele veio trotando elegantemente em minha direção.Daí,virei pra Allegra,para o momento mais difícil de minha vida.Se ela não concordasse,seria abatido" pela primeira vez desde que me entendo por gente.Seria minha pior derrota.
-Vai fugir comigo ou prefere ficar?
Minha Allegra abriu seu melhor sorriso,inflando o meu ego e trazendo-me um enorme alívio.Tinha vencido!Então, juntos saímos em disparada sem olhar para trás,obedecendo apenas aos ditames de nossos corações em fúria.

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