Conheci Reinaldo quando fui contratada para ser sua guarda-costas.Desde que nossos olhares se cruzaram,pressenti que aquela seria a missão mais complexa de toda minha vida.Não pela suspeita de uma ameaça iminente,quando tentaram-no impedir de encontrar poços de petróleo em terras desconhecidas,mas pela súbita atração que senti por ele.E vice-versa.Ele mesmo chegou a confessar isso ao me roubar o enésimo beijo,em muitas de nossas fugas.E como se não bastasse, durante o tiroteio derradeiro, ainda disse que faria sexo comigo,nem que fosse a ultima coisa que faria na vida.Dito e feito.Por pouco,Reinaldo não passou para o andar de cima quando levou um tiro certeiro no braço que quase atravessou seu corpo acertando seu peito,não fosse minha rapidez,destreza e esperteza em detectar o inimigo,no alto de um prédio,alvejando-o bem no meio da testa,tendo tb sido atingida de raspão na perna.Agora,com a missão finalmente cumprida o danado estava ali na maca,sorrindo pra mim,como se me chamasse e assim que me aproximei o ouvi sussurrar no meu ouvido.
-Ainda temos um assunto a tratar.
Claro que não levei aquele atrevimento a sério.Ele devia estar com febre,delirando,mas garanti que dali a alguns dias iria até o seu escritório receber o pagamento restante,ou seja quando Reinaldo tivesse recebido alta e estivesse completamente são e recuperado.Afinal,embora tb o desejasse e minha nossa como o desejava não podia quebrar a regra de nunca me envolver com clientes ou ex,que seja.Então no dia combinado,fui até lá com o meu look de sempre,calça,blusa,colete por baixo,arma no coldre,a unica exceção que deixei os cabelos soltos,talvez porque uma vez ele tinha dito que eu ficava ainda mais linda assim.Mal fui anunciada,cogitei meio frustrada que não seria ele a me receber,afinal era tb um homem muito ocupado porém para o meu deleite e perturbação foi o próprio Reinado que me recepcionou em carne osso e músculos.E que músculos!Reinaldo continuava o mesmo de quando nos conhecemos,aparência saudável e exalava uma virilidade que abalava qualquer mulher Mesmo sob o terno de grife ainda era possível perceber que era um homem grande,em especial exatamente lá.Fiquei tão vermelha que ele me puxou pra dentro,fechou a porta e disse com seu belo sorriso safado.
-Pelo seu rubor,percebo que está pensando traquinagens,assim como eu.
Antes que pudesse protestar,Reinado me deu um beijo daqueles e logo me imaginei transando com ele em cima daquela mesa.E como se estivesse na mesma sintonia que eu,ele foi até o interfone e disse a secretária.
-A reunião aqui vai demorar.Portanto,não estou para mais ninguém.
Reinaldo então interrompeu a ligação.
-Agora você não me escapa mais.
Na verdade a ultima coisa que queria naquele momento era fugir.Afinal de contas,era uma mulher de sangue quente corrente nas veias e o meu trabalho que fosse às favas.Daí não me opus quando Reinaldo me abraçou avidamente fazendo-me sentir o volume em sua calça.Nem mesmo tínhamos nos tocado pra valer e o seu pau ja estava duro.Olhei para baixo e o acariciei lentamente enquanto ele abaixava a alcinha de minha blusa ficando meio impaciente quando viu o colete,o revolver mas com toda paciência do mundo,livrou-se de tudo, deixando meus seios finalmente de fora.Começou a lambe-los,dizendo que tinha esperado muito tempo por aquilo e quando me dei conta,já estava completamente nua.Reinaldo ficou olhando tanto tempo para o meu corpo que imaginei que estivesse horrorizado com a coleção de cicatrizes que exibia na altura de meu ventre,coxas e ombro direito.Ossos do oficio!Fiz menção de me vestir quando ele disse um enfático não" ao mesmo tempo que deslizava a língua por cada marca de guerra que sofri.Ele falava sem palavras que me admirava como profissional e mulher,a tensão então foi sendo substituída pelo tesão.Gemi alto ao senti-lo chupar meu clítoris.Passado alguns minutos,tomei coragem e falei,ofegante.
-Tb,quero ...prova-lo.
Em três tempos,Reinaldo ficou nu,exibindo de fato um pau enorme e gostoso.Embora soubesse que não caberia tudo na minha boca,decidi arriscar e abaixada na frente dele o abocanhei ao mesmo tempo que o punhetava de leve.A medida que o chupava,Reinaldo suspirava,visivelmente no auge do tesão.Então,subitamente ele me colocou sentada em cima de sua mesa tendo empurrado os relatórios para o lado de qualquer jeito,e olhando-me bem no fundo dos olhos,entrou todinho dentro de minha bucetinha,num vai e vem tão forte e veloz que me fez soltar vários gemidos de prazer.Daí Reinaldo falou pela primeira vez durante a transa toda: “eu vou gozar”.
-Não.-praticamente gritei,fazendo-o parar de meter,lembrando de não te-lo visto botar a camisinha.-Espere.Posso estar no meu período fértil.
Pela expressão de seu rosto,detectei sua culpa.Mas ele logo pareceu ter uma solução ao dizer.
-Querida,temos que improvisar.
A olhada que Reinaldo deu para minha bunda ao se retirar de mim e me colocar de volta no chão,disse tudo.Por instinto,olhei em direção a minha arma caso fosse preciso intimida-lo com intuito de faze-lo declinar da ideia,de maneira praticamente fatal.Nunca tinha feito anal na vida e se ele me machucasse?
-Impossível.-ouvi-o dizer como se lesse pensamentos,enquanto me abraçava por trás,chutando minha arma pra longe,numa atitude no mínimo precavida.
Assim sem nem me dar tempo de sequer pensar ou reagir,Reinaldo me agarrou pela cintura,me botou de 4 no sofá e foi introduzindo devagarzinho em meu cuzinho até enterrar com força.Eu gritei,mas não reclamei ou tentei me defender de alguma forma.Pelo contrário.Comecei a rebolar até que não aguentamos mais de tanto tesão acumulado e gozamos simultaneamente.Sorri,entre cansada e realizada.Pela primeira vez na vida,cogitei dar uma chance ao que tinha com Reinaldo e fazer algo além de tiro,porrada e bomba.

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