Entre eu e o Zé sempre foi tudo muito passional,fugaz até meio brutal.Lembro-me como se fosse hoje quando o vi pela primeira vez.Foi num churrasco entre amigos em comum,onde havia várias picapes com sons.Eu compareci com meu namorado e ele com a dele.Até que Carlos teve que deixar a festa por causa de um telefonema e coincidentemente,Zé também ficou sozinho,após Viviane ter alegado que não se sentia bem e pegou um táxi.Resultado,com meu celular quase descarregando,acabei ficando sem carona pra volta.Mas isso não foi problema,pois Zé assim que colocou os olhos em mim,não me largou mais,prometendo que me levaria sã e salva pra casa.Ah,tá...!Estava salva sim,exceto dele.Zé era tão fogoso que me surpreendeu dentro do banheiro feminino e foi logo me beijando.Espalhava toda sua língua safada por toda minha boca,lambia meu pescoço e se atrevia a dizer que nós dois,precisávamos de uma aventura.Antevendo que eu estava prestes a protestar,Zé tapou minha boca e roçou seu pau duro na minha buceta.
-Sinta o que está fazendo comigo.Não me diga que também não quer..isso.
Simplesmente não pude resistir,quando num impulso louco ele puxou minha blusa a ponto de arrenta-la,antes de morder meu colo e seios com ferocidade.Ainda bem que o som la aumentou,porque devido a dor,não consegui me conter e gritei.Gemendo em seguida,toda suada.Com um sorriso pretensioso pois estava ciente de que não mais faria doce"ele arrancou minha saia junto com a calcinha,de um modo igualmente violento,mas dessa vez sem rasgar.Então,levantou uma de minhas pernas,e sem demora passou a língua em meu grelo inúmeras vezes,me fazendo estremecer de tesão.Nunca fui a favor de sexo brutal,mas aquela boca gulosa me sugando inteira ao mesmo tempo que proferia sacanagens,me fazia querer mais.Desse modo,empurrei-o contra a parede de maneira nada delicada,desci sua cueca e abocanhei com tudo a cabeça daquela rola.Zé pareceu entrar em parafuso,pois agarrando minha nuca fudeu minha boquinha até me fazer perder o ar.Também recebi uns tapinhas no rosto,para facilitar virava a cara para receber mais.Zé me levantou e virando-me de costas,me imprensou contra a pia,dizendo que precisávamos ser rápidos.Daí,dei uma leve empinada,já nem um pouco preocupada se ia doer ou não.Com as duas mãos em meu traseiro,ele separou as bandas e então meteu ate engolir todo seu cacete.Zé penetrou duro dentro do meu cuzinho apertadinho.Mas por incrível que pareça,começou devagar as cinco primeiras socadas.Os brutos tb sabiam a hora de desacelerar.Para mim,aquilo foi uma tortura prazerosa.Resfolegávamos juntos e bem alto,como se não houvesse nada ou ninguém por perto para atrapalhar.Com uma mão,ele segurava meus peitos,alisando ou apertando.E com a outra,puxava meus cabelos.Enquanto eu só rebolava,dando meu cu de acordo com a intensidade das estocadas.Acho que passamos uns 7 minutos naquele vai e vem provocante.Até que Zé não suportou mais o papel de homem civilizado,me suspendeu no ar agora de frente e sugando com ardor os meus mamilos,começou a me comer violentamente,senti dor com sua pica penetrando minhas carnes.Mas eu estava sedenta por mais.
-Mete.Mete com força.
Minha bucetinha estava esfolada e toda melada,quando por fim,gozamos.Entre beijos e risos,falamos que largaríamos nossos respectivos parceiros.Não para começarmos um namoro,é claro.Mas para passarmos momentos como esse,de pura audácia,luxúria e ...selvageria.

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