Uma amigas decidiram subir o morro,pois lá na favela rolava o melhor baile funk da comunidade e me convidaram.Sou meio patyzinha,só vivia em festinha Vip,inferninho privê,por isso torci o bico,um tanto indecisa.Pois,sabia que lá os caras eram pegadores assumidos e não os filhinhos de papai que diante de um "não,caíam fora,mas não sem antes roubar um tremendo beijão.Afinal ninguém era santo.Muito menos,homem!Mas depois de tanta zoação das colegas,que diziam que eu era uma fresca",acabei topando e fui.Chegando lá,notei que aquela gente era totalmente o oposto de mim.Pessoal cafona,classe média mas com muita disposição para putaria.Na pista de dança,várias meninas com suas micro saias rebolavam nos paus dos chamados "leques".O funk proibidão comia solto,a todo volume,enquanto seus frequentadores praticamente "comiam" dentro.Minhas amigas no barzinho mesmo,logo se enturmaram com um bando de malandros e cada uma delas se afastou aos chupões, para um canto do baile eu fiquei ali sozinha,toda burguesinha,perfumada e terrivelmente deslocada.Mas como era de se esperar,diante de carne nova no pedaço,um homem não tirava os olhos de mim,logo ali,numa roda entre parceiros.Pelo jeito marrento devia ser traficante ou qualquer coisa do tipo.Se pensava que eu daria mole,estava enganado.Olhei-o com desdém e dei as costas,esse foi meu erro.Ele se sentiu desafiado e veio falar comigo se apresentando como Walace.Eu inventei um fictício Solange" já deixando claro que queria dar no pé.Mas ele fez que não notou e me chamou para tomar algo,eu disse que não,tentou outra vez,me convidando para dançar,falei que não estava afim.Enfim,ficamos boa parte da noite nisso.Eu procurando me desvencilhar e ele insistindo até que perdeu a paciencia e rosnou no meu ouvido.
-Deixe de onda.Você tá louca para saber como é dar* para um cara como eu.
Um bom tapa na fuça" era o que ele merecia e o que certamente teria feito se estivesse em meu metiê,mas como sabia que homem de morro não levava desaforo para casa e revidada com ainda mais força,me contive para dizer,com toda elegância possível,bem típico de uma princesinha.
-Você não sabe o que uma garota feito eu,curte!
Wallace sorriu com ar desafiador.-Me dá uma chance para provar que tá errada.Venha comigo.
Não sei o que deu em mim,acabei saindo dali na cia do prepotente "traficante".Ele me levou para seu barraco na favela(horrível por sinal,decoração então abaixo da crítica) e sem perder mais tempo,foi me beijando,com ardor,cheio de vontade.Era completamente diferente dos riquinhos,comportados e pacientes.Aquele dali queria ação e logo.Desse modo,apertou meus seios a ponto de quase me fazer gritar,antes de arrancar meu vestido num só puxão.Reclamei que estava indo muito depressa,mas Wallace só me encarou,com seu olhar arrogante me dizendo sem necessidade de palavras que eu ia adorar mesmo assim.Em seguida,colocou meus seios na boca,devorando-os de forma animalesca.Sem querer,me vi gemendo,de fato 'amando' ser desejada daquela maneira.Selvagem,libertária!E me peguei tb despindo-o dando com um peitoral soberano o qual lambi,mordi tendo recebido ordens do 'chefe".De repente senti uma mão áspera se infiltrar dentro de minha calcinha e intuindo o seu proposito fiz menção de escapar,mas Wallace me manteve aprisionada pela cintura e meteu dois dedos em minha buceta e não apenas um,como todo mauricinho costumava fazer para não machucar.Quando ia gritar ele tapou minha boca.
-Deixe de frescura,relaxe e aproveite.
A principio a medida que beliscava meu grelo,eu me contorcia muito devido ao desconforto,mas depois quando Wallace passou a alternar as dedadas com sua língua endiabrada,comecei a entrar no clima e passei a rebolar feito uma puta,querendo mais.Com um sorriso,ele se levantou,ainda tapando minha boca,dessa vez exigindo que eu chupasse seu dedão,enquanto tocava o próprio pau enforcado nas calças num descarado convite para um boquete.Apesar de estar acostumada a fazer chupetinha em meus antigos namorados,sabia de antemão só em olhar para o volume pronunciado na roupa que Wallace era muito maior que os outros,afinal tinha origem negra como a maioria da favela,embora sua pele fosse branca feito a minha.Retirei o dedão da boca para dizer que não estava preparada.Como sempre não adiantou,Wallace arriou as cuecas e praticamente me obrigou a me ajoelhar naquele chão imundo e esburacado.
-Chupa logo,barbiezinha.Aposto que quando provar do macho aqui,não vai querer outra coisa.
Eu ainda hesitava,então suspirando impaciente,ele puxou meus cabelos e empurrou pica para dentro de minha boca,sem piedade.Nossa,que grossura e que gosto nojento de mijo.Mas não pude fugir e fiquei ali,com os lábios escancarados e com ânsia de vômito.Wallace empurrava e empurrava, sem se importar com que estava sentindo. Na verdade se importou sim,fazendo questão de me dizer que nenhuma xota tinha um gosto bom.Nem mesmo a minha,a da patricinha esnobe.
-Portanto faça sua melhor chupeta,garota!
Desse modo,usei a imaginação,esqueci o asco e mandei ver nas chupadas,deixando-o bem molhado,quase babando de tesão.De tão molhado,que eu pude sentir a cabeça escorregar para dentro de minha xana e forçar a entrada,tão logo ele me jogou numa cama caindo aos pedaços !Mas não entrou com facilidade,uma vez que estava sem sexo fazia 3 meses e além do mais Wallace era grande.Absurdamente...grande.Ele tentou várias vezes me comer do jeito dele,mas eu choramingava alto,contraindo minha musculatura vaginal como defesa,então pela primeira vez ele concedeu uma trégua' e enfiou a língua na minha boca, me deixando quase sem ar,ao mesmo tempo que afagava meu clítoris em movimentos circulares para facilitar a trepada que viria em seguida.Já sentindo que eu estava preparada,colocou a rola bem na portinha e finalmente conseguiu enterrar tudinho em mim.Eu perdi as forças e desfaleci por alguns segundos de tanta dor.Foi o tempo de recuperar o sentido para Wallace socar por infinitos minutos ao ritmo dos meus gemidos. Quando gozou não fez ruido algum: apenas estremeceu em cima de mim e deu uma empurrada violenta final do pinto para dentro do meu corpo, como se estivesse querendo provar de sua teoria. Me senti invadida por um oceano de esperma que logo em seguida começou a escorrer por minhas coxas, molhando todo o esfarrapado lençol.
Satisfeito,enquanto eu me sentia meio ardida e perdida,Wallace acendeu um cigarro vagabundo e ficou ali fumando enquanto acariciava meus peitos.
-Então,qual a nota,princesa?
Embora não quisesse dar o braço a torcer,afinal nenhuma princesinha, filhinha de papai gostava de ser contrariada,minha resposta só pôde ser esta:
-Ok,você venceu.Nota ...DEZ!

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