Era o fim de semana mais entendiante possível.E estava morta de calor e de sede.Resolvi então ir até a cozinha tomar uma copo de água.Foi quando ouvi a campainha tocar.Devia ser o filho do vizinho do condomínio da frente.Aliás o menino era meu aluno e com a crise do abastecimento de água,adquiriu o hábito de vir buscar algumas garrafas para consumo.Porém,daquela vez,foi o próprio pai em pessoa que apareceu bem a minha porta.Cara,que homem era aquele?Nas reuniões de pais,nunca tinha notado o quão interessante era,sempre sentado lá no fundo,talvez constrangido por ser o único pai solteiro entre os presentes.Naquela dia extremamente abafado ,eu usava um vestido cutinho,cujo decote dava uma prévia visão de meus enormes seios.Mathias me olhava de um modo penetrante.Então,devolvi o olhar,convidando-a a entrar.Ele me seguiu até a cozinha e eu comecei a puxar conversa a fim de deixa-lo a vontade,afinal ninguém gostava de pedir favores.Mas vivíamos numa sociedade,afinal de contas.Não custava nada ajudar.Daí,papo vai,papo vem,até consegui arrancar um belo sorriso dele,me vi entre aqueles braços fortes e quando dei por mim,nós beijávamos em intensos chupões.Mathias aquela altura,já deslizava as mãos em completa liberdade pelo meu corpo e não fazia questão de esconder a pica dura dentro da calça,enquanto eu mesma sentia o quanto minha buceta já estava molhadinha.Minha cabeça dizia que estávamos indo rápido demais,que era errado me envolver com o pai de um de meus alunos,mas o desejo imperava,principalmente quando ele me despiu e começou a morder e sugar meus peitos de modo que minha intenção era dar o mais rápido possível.Assim,desci o zíper de sua calça e sem demora mandei ver no boquete.Nessa hora,escutei o gemido de Mathias e quando olhei pra cima,percebi que ele,puxando meus cabelos,dizia que ia gozar.Sorrindo,intensifiquei a chupeta em volta da cabecinha pontuda,extraindo dele um forte jato de porra,o qual provei com cara de puta,escorrendo um pouco pela lateral da boca.Ver Mathias agarrar minha bunda,apos me levantar,para em seguida me colocar sobre a mesa,me encheu de tesão.Ainda mais quando ele pegou o próprio pau e passou a esfregar na minha xota mas sem meter.Meus gemidos eram baixos,sensuais,eu não falava nada,apenas curtia o momento.Porém soltei um gritinho de surpresa quando Mathias sem que eu percebesse abocanhou meu grelinho.Subia até os meus seios e voltava para sugar com mais força.Não suportei aquela tortura por mais tempo e praticamente implorei para que me comesse.Como se esperasse justamente por aquele momento,Mathias botou um de meus peitos na boca e então socou com todo o tesão que tinha.Em vez se dor,senti só prazer,conforme aquele pinto deslizava gostoso dentro de mim.Mathias metia com pressa, sem parar,como se quisesse recuperar o tempo perdido,após a difícil separação.Não tardou e juntos explodimos num gozo estupendo.Nos vestimos,ele apanhou as garrafas de água,então levei-o até a porta,onde nos beijamos demoradamente.Fechei a porta,subitamente adorando aquele dia de domingo.

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