sexta-feira, 6 de março de 2015

Atração Rural !!


Uma tempestade se aproximava rapidamente,então corri para dentro do celeiro,onde meu mais novo contratado também finalizava sue trabalho.João era um homem muito atraente,na faixa dos 25 anos mais ou menos,olhos claros e cabelos lisos que caíam displicentemente na testa aumentando ainda mais o seu charme.Ele também me olhou de cima a baixo desde minha cabeleira presa num rabo de cavalo passando pela roupa de montaria até meus pés calçados por uma bota.
-Parece que estamos presos aqui.-disse ele com um sorriso moleque nos lábios,sem esconder a atração que nos unia.Seu atrevimento me deixou molhadinha instantaneamente.Não sei se motivada pela minha própria imaginação excitada, ou a inebriante influência do lugar, ou talvez a vaidade… Não sei dizê-lo. Olhei para os lados e voltei a encara-lo de modo ousado.
-Sabe o que tenho vontade de fazer?
João me encarava,malicioso.
-O que sei é que quero lhe comer com força e agora!
Uma sensação de prazer e um gélido calafrio percorreu todo meu corpo, fazendo com que perdesse a sanidade e as razões de ser uma moça sempre séria e discreta.Uma patroa exemplar e bem sucedida. Nada mais importava para mim naquele momento.Queria apenas me entregar inteira,sem pensar no amanhã.Então,sorri com os olhos e descaradamente convidei:-E o que está esperando?
De imediato João me empurrou contra a porta e me beijou,enfiando sua língua indecentemente na minha enquanto eu guiava suas mãos afobadas pelo meu corpo e as coloquei em minhas nádegas volumosas. Tirei a blusa liberando meus seios para uma boca faminta que me chupou com avidez,saboreando dois bicos rosados e intumescidos que foram apertados e beliscados por mãos calosas e selvagens.Subitamente,João me jogou no feno,despindo a camisa e desafivelando o próprio cinto com rapidez.
-Estou louco para comer essa buceta gostosa. Deixa eu vê-la primeiro! — pediu.
Daí,abaixei a calça junto com a calcinha deixando-a enroscada em um dos tornozelos e tomando coragem abri minha xota de um jeito vulgar como se pedisse para ser fudida e logo.Resfolegando,João desviou os olhos de minha xana oferecida, olhou-me no fundo dos olhos e enfiou os dedos buceta a dentro. Se não estivesse deitada teria caído e cravando as unhas em tuas costas fui me acostumando com aquela deliciosa invasão. Dois, três, quatro dedos e um gemido de olhos revirados:-Me fode de uma vez,vai!
João se abaixou entre minhas pernas abertas e falou-Ainda não terminei.
Assim dizendo,senti a respiração dele próximo a minha bucetinha e logo depois sua língua mergulhou fundo em mim, e deixou-a ali parada por pelo menos 10 segundos a fim de me enlouquecer de vez e passou a enfiar sua língua em diferentes ramos de minha xota.Ora a esquerda,ora a direita, no fundo. Sugou bem meu clítoris arrancando-me um choro de prazer, prenúncio de uma gozada forte e intensa, fazendo-me desabar sobre sua boca e lábios.Quando percebeu que eu estava pra lá de satisfeita,João segurou as bolas fartas expondo toda a dureza de seu pau na minha frente,e penetrou-me intensamente. Meteu fundo e vi estrelas por um momento. Senti as paredes de minhas carnes dilatarem-se, cedendo espaço para seu cacete rígido entrar e fazer história ali dentro de minhas carnes.E me fudeu como bem havia sugerido no início. Forte e intensamente. Uma perna apoiada no chão do celeiro a outra levantada por ele, repousada à altura de seu ombro. Exposta, arreganhada levando pau incessantemente.Sussurrei um gemido misturado com choro, gostava de chorar quando fazia sexo: — Ah….Ah…— Prolonguei meu choro —. Mete forte!
— Doce,manhosa,gostosa!— disse rangendo os dentes e acelerando o quadril — Toma!— E apertando-me as ancas com força, penetrou-me forte e estando bem no fundinho de minha buceta, despejou toda o seu líquido denso dentro de mim. E deu mais algumas bombadinhas leves, para certificar-se que todas as gotas fossem engolidas por minha entranhas,largou-me apenas para exigir.
-Me chupa!
Não me fiz de rogada e logo o abocanhei com safadeza,adorando ouvi-lo,xingar nomes absurdos,o pauzão duro feito pedra.Lambi a boca,preenchida até a tampa de esperma,enquanto João me encarava com aquele sorriso sacana nos lábios.Em seguida,ele subiu as calças e gracejou antes de deixar o celeiro,tendo a chuva passado.
-Isso que chamo de Atração Rural!


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