Estava cansada de homens garanhões,metidos a macho.Estes estavam literalmente riscados de minha lista.Já fiquei com vários desse tipo,mas sempre me decepcionaram.Só queriam me levar para cama,depois simplesmente me esqueciam.Parecia meio desproposital,ainda mais,em pela época de carnaval,quando todos queriam azaração... pegação.Mas minha ideia era ir para um clube,um ambiente mais seletivo,menos profano e mais de acordo com minhas reais intenções.Chegando lá,toda fantasiada a caráter,avistei do bar,um homem sentado ao longe numa roda de amigos.Ele parecia ser diferente de todos os outros.Até parecia tentar entrar no clima da folia,mas não se encaixava no cenário.Os colegas entre piadas empurraram-no para o meio de um grupo que ria e cantava algumas marchinhas,mas ele não sabia se 'soltar",então voltou para a mesa quando notou que poderia ser motivo de deboche.Olhava muitas vezes para o relógio.Um de seus amigos tirou uma garota para dançar e os dois já foram se beijando de língua,afinal de contas em todo lugar era carnaval por mais que o local fosse bem frequentado.Vi que o rapaz ficou meio constrangido,principalmente quando outro colega fez sinal para que uma mulher se aproximasse dele.Foi então que indignada resolvi socorrê-lo.Antes que a jovem pudesse alcança-lo,eu interceptei seu caminho me apresentando a ele e convidando-o para tomar um drinque comigo.Ele ficou confuso,mas me acompanhou até o bar,talvez porque qualquer coisa fosse melhor do que estar em cia de um bando de marmanjos arrogantes,machões,que só queriam intimidá-lo.
_Por que me chamou aqui?-quis saber Sandro de maneira bem objetiva.
_Percebi que estava deslocado e quis ajudar.
Ele franziu a testa,desconfiado.
_Não é outra pegadinha?Meus amigos...
-Não.-fui categórica.-Nunca os vi e nem faço questão de conhecer.-Só quero conhecê-lo melhor.
Sandro corou.Podia ser meio inocente,mas não era bobo.
-Mas qual o motivo?
Sorri.
-Gostei do seu jeito!
Sandro finalmente deu um golinho na tequila que paguei pra ele.Mesmo assim,engasgou.Parecia de fato um peixe fora do aquário.A folia com certeza iria até o amanhecer.Alguns já bêbados,outros dançavam completamente fora do ritmo...
-Para mim,isso aqui já deu.Me acompanha?-sugeri.
-Para onde?
_Você vai saber no momento certo.
Levei-o para minha casa.Sandro se sentou no sofá e eu juntinho dele,após me livrar dos enfeites do cabelo.Ele olhava para baixo,como se nem soubesse puxar assunto.Mas a última coisa que queria no momento era conversar.Poderíamos tentar estreitar relação,depois do que tinha em mente.Fazer sexo.Na verdade não era simplesmente fazer sexo,caso contrário estaria agindo como meus exs,mas sim tocar a alma de outra pessoa com afeto e porque não começando com caricias?Com toda naturalidade do mundo,sentei-me em seu colo,pegando-o obviamente de surpresa.Isso me deu tempo de beijá-lo.Um beijo leve,quase superficial,mas ainda assim molhado.Aliás bem molhado quando enfiei minha língua dentro de sua boca.Claro que ele poderia me empurrar,era mais forte que eu,sendo homem,mas não o fez.Então tirei minha parte de cima do biquini e fiquei com meus dois seios nus bem a frente de seus olhos.Parecia que Sandro estava vendo um par daqueles ao vivo pela primeira vez.Será possível?
Peguei em suas mãos e botei em cima deles,devagar.
-Pode acariciar.
Daí Sandro amparou meus peitos,depois apertou um mamilo como se para se certificar que eram mesmo reais.Meus biquinhos rosados logo ficaram arrepiados de excitação.
-Pode metê-los na boca.-Falei,já oferecendo uma tetinha bem perto de seus lábios.
Ele chupou,com evidente prazer.Eu tirava uma mama e empurrava outra,bem lentamente.Sandro foi pegando o jeito,passou a morder um,enquanto bulinava o outro com beliscões.Naquele momento,senti seu pau crescer debaixo de minha buceta que fervia de tanto tesão.Tirei sua camisa lambi seu peitoral jovem e rocei meus peitinhos rijos,quentes e encharcados pela sua saliva no seu.
-Quer parar?
-Nem ..p..pensar.-Sandro respondeu,quase gaguejando.
Assim,saí de seu colo,abaixei,removi-lhe os sapatos e ainda de joelhos abri o zíper de sua calça.Senti Sandro ficar tenso,então decidi deixa-lo de calça,mas pus seu pau pra fora.Ele tentou se recompor mortalmente envergonhado por uma desconhecida vê-lo dessa forma,mas eu envolvi aquele cacete em minhas mãos,podia ser tamanho médio,mas parecia super gostoso e bastante útil aos meus propósitos e disse que se permitisse,seria tão bom que não teria do que reclamar.Dessa maneira,Sandro só ficou a olhar.Encarando-o de volta,botei a boca em sua cabecinha e fui chupando feito um delicioso picolé,dando mordidinhas quando achava que devia e sugando as vezes para apreciar melhor o seu sabor.Gosto de inocência!Ciente de que ele estava prestes a gozar,abandonei sua rola e voltei a ocupar meu lugar no sofá,lançando-lhe um olhar sedutor e misterioso.Tirei meus saltos altos,toda a parafernália de fantasia,até a calcinha...exceto a saia.Sentei em sua pica,sem permiti penetração,apenas para que ele sentisse o calor de minha xota.Depois mudei de posição,ficando com minha bunda em cima de seu pau,deixando-o bem no meio de meu rego.Peguei aquelas mãos e o fiz deslizar para dentro de minha saia
para que Sandro pudesse sentir com os dedos o que sentiria com o saco.Gemi na primeira dedada.
-Tá curtindo?
Ele curtiu tanto que enfiou mais um pouco.
-Muito.Que quente,e molhada!
Retirei seu dedinho e apanhei um preservativo em minha bolsa e eu mesma o "agasalhei",antes de descer minha buceta bem devagar de modo a sentir cada cm daquele ferro em mim.Comecei a rebolar e ele a bombar gradativamente.Suspiramos,gememos e depois que eu gritei de puro êxtase,Sandro se sentiu a vontade para socar mais e acelerar o ritmo.Então,ele finalmente também gozou.Senti a camisinha encher-se dentro de mim e sua pica latejar sem parar.Ele me olhou meio tímido, parecendo que tinha uma segredo a a revelar.
-Eu era...virgem.
-Bem que já desconfiava.
Nos beijamos longamente e até hoje estamos juntos.Nada como desvirginar um homem,para fazer dele,só ...seu!

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