Presa no elevador!E ainda por cima em cia do homem mais irritante do planeta.Meu quase inquilino.O único que com um simples olhar conseguia me tirar do sério.Exatamente como agora.Na verdade não era um "simples olhar" mas uma olhada direta,cínica,acintosa até.Podia sentir cada parte do meu corpo sendo examinada detalhadamente,desde meus seios médios confinados num tailler aparentemente discreto,embora de tão justo delineasse cada curva de minha anatomia,passando pelas coxas que a saia enviesada deixava entrever até meus pés do alto de um salto altíssimo que conferiam a minha estatura uns 5 cm ou mais.Porém ainda era preciso levantar a cabeça pra encarar aquele homem tão detestavelmente atrevido.
-O que você está olhando?-ataquei,com uma menina mal educada.
Vinicius nem se deu ao trabalho de responder,apenas sorriu com desdém,fazendo-me passar por ele feito um furacão.Apertei todos os botões daquela joça e nada do elevador se mover.Estávamos de fato confinados ali.Mas por quanto tempo?Se não o tivesse confundido com um possível inquilino,o que resultou num acalorado duelo verbal,certamente não estaria tão irada e a ponto de um colapso.
-Se ainda não notou essa coisa não está funcionando.Será que você não pode fazer nada?-provoquei,azeda.
Vinicius me olhou diretamente nos olhos,igualmente sem paciência.
-Posso.
Suspirei."Então,faça"!
O que ele fez na verdade,foi me agarrar pela cintura antes de me tascar um tremendo beijo na boca.Fiquei tão chocada que baixei a guarda e deixei que Vinicius deslizasse sua língua na minha.Cara,como ele beijava bem.Por incrível que pareça,minha raiva desapareceu e em seu lugar ficou a excitação,o desejo e óbvio uma louca vontade de "dar" em pleno elevador.O que começou com uma antipatia mútua,um desentendimento besta ganhou uma nova dimensão.Mais amigável,ou melhor,prazerosa;essa era a palavra.E como se estivesse pensando o mesmo,senti aquelas mãos quentes em meus seios e senti a necessidade de sua boca,língua nos bicos duros.O tesão ensopou minhas coxas através da minha calcinha e me esfreguei contra sua potente ereção.Era o sinal que Vinicius precisava para desabotoar minha blusa e sutiã para imediatamente beliscar meus mamilos,enquanto com a palma das mãos acariciava as curvas dos meus seios.Um desejo selvagem de empurrá-lo contra a parede e dominá-lo me invadiu.Era como se estivéssemos fadados a brigar,feito cão e gato,como dois inimigos declarados, mesmo diante da possibilidade de sermos "amantes.Quis abrir sua calça,mas Vinicius me impediu para percorrer seus dedos em minha rachada por cima do frágil tecido.Senti um puxão brusco e logo em seguida o ruído de algo se rasgando. Era a minha calcinha.Minha xota inchou, contraiu-se e meu coração disparou.Ele esfregou seus dedos na minha buceta molhada, antes de deslizar um dedo dentro dela.Seu toque amoleceu minhas pernas.Não consegui me conter e dei um grito,quando ele se abaixou e chupou demoradamente meu clítoris,subindo em seguida,lambendo meus peitos até se colocar de pé novamente.Mal consegui olhá-lo nos olhos e admitir minha rendição.Rendição,vai pensando!Então com dedos trêmulos,desabotoei a fivela do seu cinto e abri-lhe a braguilha.Felizmente daquela vez,Vinicius não me coibiu.Daí,em minhas mãos senti seu pau ereto, quente, macio, as veias dilatadas.A respiração dele estava curta,os olhos levemente cerrados como se já soubesse o que eu faria a seguir.Vinicius grunhiu baixinho quando o provoquei com minhas mãos,depois o envolvi por completo em minha boca.Fui mordiscando,mamando a cabecinha,fazendo-o puxar meus cabelos e afundar-se profundamente em minha garganta num vai e vem rápido,indecoroso.Em seguida,tirei-o a boca e o esfreguei em meus biquinhos arrepiados.Com um urro mais alto, ele me ergueu para cima contra seu corpo,me apoiou contra a porta do elevador(o qual não dava nem sinais de funcionar) e deslizou as mãos para baixo até chegar em meu traseiro.Ao suspender-me, senti seu cacete na entrada da minha xana, enquanto eu lhe prendia a cintura com as minhas pernas. Agarrei-me em seus ombros com as mãos e meus mamilos roçaram seu peito.
-Agora,vem a melhor parte.Segure-se.-mandou ele enquanto apertava minha bunda com suas mãos e me fazia subir e descer em seu pica,enquanto estocava depressa e bem fundo.
-Céus,como você é gostosa e apertada!
Eu não era mais virgem,claro,mas estava sem sexo há quase um ano,mas algumas vezes não admitia isso para mim mesma,quanto mais para ele.Um homem ainda arrogante,autoritário,mas extremamente delicioso!
-Rebole,meu bem...
Aquele ordem mascarada de um pedido gentil me aborreceu.Então respondi da única forma plausível naquelas circunstâncias,passei a quicar firmemente nele,enquanto minha buceta mordia seu pinto sem trégua.Não deu outra,Vinicius resfolegou e jorrou litros de porra em mim,apos ter me colocado de costas e preenchido meu cu.Foi um ato tão inesperado que estremeci toda e gozei na sequência de forma intensa,arrebatadora.Tínhamos cedido na batalha pelo prazer.Ou seja,deu empate técnico.Subitamente,o elevador deu um solavanco e finalmente começou a subir.Nos olhamos e com um sorriso maroto Vinicius me disse:
-Foi um prazer!

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