Ultimamente,eu andava meio desiludida com os homens.Por isso,vivia de copo sempre cheio,coração vazio.Até conhecer Gerson,o novo proprietário do bar,onde frequento.Ele era um tipão,bem-apessoado,com seus belíssimos olhos azuis,sorriso genuíno,enfim era praticamente um galã de cinema.Apesar do meu habitual estado de embriaguez,notei que era atencioso com todos,com seu jeito simpático e comunicativo.Exceto,comigo.Para ter uma ideia,nem uma vez sequer,se aproximou de minha mesa.O que me deixou bastante indignada e magoada!De qualquer forma,virei o rosto para o outro lado,quando ele inadvertidamente olhou pra mim,decidida a ficar até o final da noite,aliás como de costume fazia.Não dava a mínima para aquele forasteiro metido a besta!Esvaziava minha quinta dose de tequila,quando resolvi pedir a conta.Aquela altura só havia eu e mais um "desiludido"afogando as mágoas.Vi quando Gerson veio finalmente em minha direção,senti minha respiração acelerar com o caminhar prepotente dele,aquele corpo másculo que parecia esbanjar virilidade e testosterona por todos os poros,o que me fez ter os mais libidinosos pensamentos.Vermelha de vergonha,pouco nos falamos,apenas o estritamente necessário:o acerto de contas!Era,então,chegada a hora de ir embora.Apanhei minha bolsa e quando fiz menção de me levantar uma mão máscula agarrou meu pulso.Era Gerson,que pediu que eu ficasse.Aquele breve contato me deu uma vontade arrebatadora de pôr para fora todo meu desejo.Mas me contive,afinal o que um homem como aquele veria numa mulher como eu?O que me fez duvidar do que tinha ouvido.As vezes o consumo excessivo de álcool,pregava peças.Porém,Gerson me deu as costas,disposto a despachar o último cliente,não sem antes reiterar o que havia dito.Daí,fiquei ali,sentada a espera,ansiosa para saber o que o dono do bar queria comigo.Minutos depois,ele retornou(detalhe)após fechar o estabelecimento,o que me levou a encara-lo entre confusa e assustada.Teria feito algo de errado?Antes que pudesse pensar em fugir,embora nem soubesse pra onde,fui surpreendida com um beijo molhado,caloroso.Mal pude acreditar no que acontecia.Depois de ter sido menosprezada a noite toda por ele,talvez por estar levemente alterada",agora ganhava até tratamento preferencial.E claro que eu não reclamei ou perguntei coisas do tipo:Por que,hein? Por acaso quer comigo comigo só porque estou bêbada?Os motivos realmente não importavam.O homem era tudo de bom,por mais que não quisesse ter admitido isso,após a esnobada.Os beijos foram ficando mais ardentes e ousados.Gerson desceu a alça do meu vestido e aplicou pequenos beijinhos e mordidas em meus seios que ganharam intensidade.Começou a me chupar e eu me desfiz em gemidos carentes e convidativos.Em seguida,ele infiltrou a mão dentro de minha calcinha e beliscou meu clítoris,aí não pude mais me controlar.Entre amassos,também o acariciei,masturbando seu pau duro através da calça.Gerson cada vez mais excitado então me despiu por completo e foi descendo sua boca pelo meu corpo até alcançar minha buceta. Senti ondas de prazer percorrer todo o meu corpo,quando penetrou a língua,uma,duas,inúmeras vezes,deixando meu grelo bem inchado e úmido de tesão.Ele parecia entender o que eu queria,sabia me pegar como nenhum outro,me levando para o céu em questão de segundos.De repente,resolvi tomar as rédeas.Poderia estar embriagada mas não a ponto de esquecer como se enlouquecia um homem.Tirei a calça dele,lambi maliciosamente os lábios,enquanto Gerson não tirava os olhos de cima de mim,já sabendo perfeitamente o que eu faria em seguida.Empurrei-o contra uma mesa e fiquei ali agachada abocanhando aquele gostoso cacete,com gula,com desejo.Ele segurava meus fartos cabelos loiros,pedindo que o chupasse mais depressa,mais fundo.Ciente de que Gerson estava pronto para gozar,parei tudo e deixei que ele me arrastasse pelo bar até me imprensar contra a parede,então ele me ergueu no ar e meteu.Bem lentamente,pude sentir cada cm,a espessura,o formato,me invadindo,me rasgando todinha conforme foi socando com mais força e velocidade.Excitadíssima,passei a quicar loucamente.Gerson lambia meus peitos,falava coisas obscenas,ordenava que eu não parasse.Fiquei assim até não me segurar,gozei montada nele.Ele se retirou de mim,ainda bem ereto e só então "apesar do que tinha imaginado,percebi que não havia gozado.Enquanto eu estava realizada,exausta!Assim,ouvi-o dizer que ainda queria mais,mas que me daria um tempo para me recuperar.Nesse ínterim,ali abraçadinhos ele me confessou que também tinha passado por uma fase difícil em sua vida,enfim semelhante a minha,mas que não deveríamos generalizar coisa alguma por um ou outra decepção.Ou seja,devíamos estar aberto para uma nova chance.Se foi uma cantada ou indireta,não sei...só sei que foi delicioso o beijo que ele me deu,antes de me virar de costas,e apertar minha bunda.Mal me recuperei e Gerson com cara de tarado,comeu meu cu.Não parava,não cansava.Quanto mais empurrava forte,me fazendo soluçar,mais eu gostava,ora dava mordiscada nos lábios ora chupava o dedão dele.Foi quando senti Gerson finalmente se aliviar em mim,jorrando litros de porra em meu traseiro e coxas.Aquele orgasmo nos levou a um momento só nosso.Não queria pensar no que aconteceria depois que deixasse o bar.Gerson puxou uma cadeira,sentou-se e me puxou para seu colo,onde permaneci por um tempão,nos dois observando o dia clarear pela fresta da porta do bar.Depois,ele fez questão de me levar até em casa.Não sei "quando" ou "se" verei ele outra vez,mas uma coisa era certa,deixaria de me embebedar.Chega desta história "de copo sempre cheio,coração vazio."Não valia a pena sofrer por quem não merecia!Ou melhor,voltaria a beber socialmente.Seria a desculpa perfeita para um possível reencontro entre nós dois.Já estava contando os...segundos!

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