Naquela noite quando fui abrir a porta pensei que fosse meu marido voltando de viagem,mas acabei me deparando com Alberto um velho amigo meu.Há muito tempo tínhamos perdido contato,desde o dia de meu casamento,tendo ele sido um dos padrinhos.Felizmente tinha preparado uma lasanha e estava super feliz em revê-lo.Convidei-o para entrar e conversamos durante horas.Alberto como sempre se mostrou muito simpático,divertido,brincou um pouco com as crianças que o adoraram e desejaram boa noite ao tio'e contou várias histórias sobre viagens,trabalho,exceto relacionamentos.Na época que éramos adolescentes,ouvi boatos que era gay.Mas não acreditava naquilo.Até por que nutri um tesão recolhido por ele.Além do mais, era másculo demais para esnobar um rabo de saia.Ali na sala, enquanto batíamos papo, eu me esforçava para não dar na vista a minha atração por ele, até que o telefone tocou na saleta ao lado.Era meu marido,avisando que "infelizmente" seu voo tinha atrasado.Mais que depressa,notei que Alberto me olhou com renovado interesse, principalmente fixando seu olhar em minhas pernas cruzadas que deixavam minha coxa grossa à mostra. Sem graça, fui tentar esconder um pouco minha coxa que se mostrava toda para ele e, ao descruzar as pernas minha calcinha apareceu, por um breve segundo, é verdade, mas ele viu. Fiquei morta de vergonha.Interrompi a ligação,disposta a encerrar a visita.Sabia de antemão que Leandro não simpatizava com o 'convidado" em questão.Mas Alberto me pegou de surpresa quando encurtou nossa distância e me enlaçou nos braços e me beijou.Fiquei chocada,aborrecida e também excitadíssima com aquele abuso.Jamais tinha cogitado trair,mas estava tanto tempo sem sexo...Assim,ficamos ali alguns minutos nos beijando com paixão. No silêncio, apenas os estalos de nossos beijos ecoavam.Sem perder tempo,Alberto me puxou em direção a um quarto,abruptamente estaquei para dizer que meus filhos dormiam lá então o conduzi para o caminho certo:minha suíte.Mal a porta se fechou,Alberto mordeu meu pescoço e acariciou minha bunda com suas mãos enormes.
-Nossa,que gostosa você é...
Logo ele se livrou rapidinho de suas roupas deixando aquele pauzão enorme à mostra. Fiquei de queixo caído com o tamanho daquele pau, pois nunca tinha visto um tão grande e grosso.Bicha?Pois sim.Era um autentico garanhão.Sem culpa,tirei também o vestido e fiquei só de calcinha. Alberto sugou os meus seios como se fossem frutas maduras. Esfregou aquela pica enorme na minha bucetinha por cima da calcinha enquanto suas mãos vasculhavam meu corpo todo.
— Quero chupar essa xana.
Deitamos, ele retirou minha calcinha e chupou divinamente minha xota, gemi feito louca e gozei gostoso em sua língua.
— Vem cá, gatinha, chupa meu pau, chupa.
Não perdi tempo, cai de boca naquela tora que quase não cabia na boca de tão grossa.
— Assim, chupa gostoso – gemia ele em delírio.— Não aguento mais, quero atolar ele inteiro dentro de tua buceta.
Eu também já estava louca de tesão e queria ser penetrada por aquela pica. Deitei e abri as pernas me oferecendo toda depilada e molhada para aquele cacete.Ávido,Alberto se aninhou entre minhas pernas, pincelou o cacetão na entrada da buceta, que até então era apenas do Leandro, e atolou bem devagar, fazendo-me sentir cada centímetro daquele mastro entrando em mim. Cada movimento de vai e vem dele entre minhas pernas me arrancava um gemido de prazer.
— Vem,senta e quica no ferro de seu amigo machão.
Com cara de puta,montei nele, me ajeitei em cima da vara e fui escorregando bem devagar naquela piroca. Cavalguei com movimentos compassados fazendo aquele pauzão entrar e sair bem gostoso durante uns cinco minutos.Subitamente,ouvimos um barulho de motor.Devia ser meu marido.De imediato,quis me desvencilhar,mas Alberto com um sorriso safado meteu mais fundo e só me largou quando me inundou com sua porra quente.Irada,ordenei que ele se escondesse no armário,algo bem clichê.Finalmente,Alberto obedeceu,roubando-me um beijo de tirar o fôlego.Meu marido chegou e me encontrou recém-saída do banho, esgotada, a buceta inchada de tanto dar,mas o cuzinho mega carente.Não deu outra.Leandro arrancou o paleto,me jogou na cama de 4 e seu pinto duro entrou de uma vez me arregaçando. Não aguentei. Gritei.
-Aii,meu cu..tá doendo!
Ele começou a rir, enfiar e tirar com todo tesão acumulado até gozar de novo. Encheu o meu cuzinho de esperma. Eu estava satisfeita. A sensação de estar arrombada era incrível.E de ser espiada por Alberto,por detrás daquela porta,naquela posição tão peculiar,ainda mais!!

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