segunda-feira, 18 de julho de 2016

Janela para o Prazer !!


Eu e meu noivo compramos intencionalmente aquela cobertura fantástica ainda na planta para termos o máximo de privacidade possível,quando tudo estivesse pronto.Inclusive inauguramos nosso apê fazendo um sexo incrível na varanda.Durante uns 2 anos vivemos assim,completamente nus,andando pelos cômodos,como Adão e Eva!Mas…tudo que é bom acaba. E um belo dia vimos cercarem um lote bem em frente e dezenas de trabalhadores começando a medir, a abrir buracos… era um prédio que sairia ali. Fui ver a placa e dizia que era um edifício de 20 pavimentos. Ou seja, cinco pavimentos ficariam acima de nossa cobertura e nossa privacidade iria para o brejo.Saulo ficou frustrado e eu furiosa.Teria que aprender a fechar portas e janelas quando quisesse transar.Sugeri então que nos mudássemos,mas o mercado não estava lá essas coisas e o tempo passava e nada de conseguirmos vender ou comprar.E durante esse tempo,o prédio em frente foi subindo até que um dia se equiparou ao nosso.Era possível ver centenas de operários trabalhando no local.Logo agora que estava com uma puta vontade de dar.Era inicio da manhã e Saulo tinha acabado de sair do banho,gostoso como ele só...Saí da cama,só de calcinha,nem um pouco ligando que a janela estava aberta,Saulo até fez menção de fechar ar cortinas,daí eu disse:
-Deixe.Venha aqui e me dê um beijo!
-Cê sabe que seremos vistos.
Saulo sorria como se a ideia tb o estimulasse.Então,ele me beijou,um beijo de língua,faminto e extremamente possessivo.Nessa hora,fiz questão de ficar numa posição que permitiria aos peões de obra ver o que se passava aqui dentro.Retribuindo cada chupão, olhei de lado e vi que havia uns oito homens muito atentos no que fazíamos.Num ímpeto,Saulo tirou minha calcinha e imaginei que os operários deviam estar felizes em ver minha bucetinha depilada  e sei lá mais o que viam…De olhos fechados,senti meu noivo me abrir,me chupar de um jeito que me fez praticamente gozar.Cara,aquilo era bom demais!Nesse momento,Saulo levantou-se removendo a toalha.Que pau enorme e gostoso,pelo visto estava doidinho para ser ...chupado.Se fosse de minha preferência,teria escolhido fazer isso agachada na cama,mas para não dificultar a visão da peãozada,aproveitando que Saulo era muito mais alto do que eu,subi no sofá e o meti sem pudor dentro da boca.Excitadíssimo,ele empurrou tudo até o talo,quase a ponto de me fazer chorar,sufocada.Nem preciso dizer que os operários batiam freneticamente uma diante de tal espetáculo,né?Saulo me puxou pelos cabelos e evitando nossa cama pelo mesmo motivo,virou-me de costas e mandou bala,ou melhor,pau!Aí,com certeza os peões puderam ver meus peitos pulando,os olhos fechados,enquanto Saulo aos urros arrombava o meu cu.Quando pedi mais pressão e gozei aos gritos,ouvimos aplausos e fiu-fius dos operários.Saímos do quarto,rindo muito e dispostos a cuidar da vida.Mas como era mesmo aquele ditado?Ser humano se adapta a tudo.E não é que era verdade?

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