Débora estava péssima,dava para ver,embora ela fizesse questão de segurar o choro e manter-se firme até o fim,quando sepultou seu último ente querido,seu avô.Sendo amigo da família,não poderia deixar de comparecer num momento tão difícil quanto aquele!Observei quando Deb agradeceu a presença de todos,provavelmente ansiosa para ir pra casa.Sem demora,me aproximei e lhe ofereci uma carona.Ela fitou-me com aqueles lindos olhos negros e, para minha surpresa,aceitou sem tentar argumentar que poderia se virar sozinha.Débora era uma mulher muito independente e admirava isso nela,embora algumas vezes,aquela traço de sua personalidade me irritasse.Talvez,fosse meu lado macho alfa falando,afinal,queria proteger todos a quem ...amava!Sim,desde moleque passei a nutrir um sentimento pra lá de especial pela pequena Deb,a garota que só me via como a um irmão,inclusive até hoje!Era muita ausência de malícia.Nossa,aquilo era tão enervante e ao mesmo tempo tão absurdo.Nossas famílias só eram muito amigas,portanto não havia um sangue sequer dela correndo nas minhas veias.Felizmente !Enfim...fizemos o trajeto no mais absoluto silêncio,quando chegamos,insisti em acompanha-la até o apê.Débora não precisava falar,nem eu queria entabular um papo qualquer,só queria que soubesse que tinha a minha cia sempre por perto!Ela jogou-se no sofá,de olhos fechados,pela primeira vez demonstrando cansaço e fragilidade,algo que não era característico seu.Aquilo me tocou de tal forma que precisei conter o ímpeto de abraça-la e ...beija-la,para faze-la esquecer o mau momento.Em vez disso,eu me contentei apenas em sentar do lado,o braço estendido sobre o encosto e meus dedos 'comichando' com vontade de acariciar seus longos cabelos.Depois de uns minutos lutando contra mim mesmo,não resisti e toquei em seus fios.Débora abriu os olhos e virou abruptamente o pescoço,achei que iria reclamar,mas não,aceitou a carícia como se fosse a coisa mais natural do mundo,voltando a olhar para frente.Nessa hora, o cheiro dela veio como um soco na minha cara. Era uma mistura de shampoo, hidratante, cremes, cheiro natural dela, sei lá, tudo junto. Meu coração deu uma disparada e eu só sentia vontade de ousar ainda mais.Sem pensar me aproximei e comecei a beijar de leve o pescoço dela, tudo num impulso e que poderia dar briga, mas nessa hora meus hormônios falaram mais alto e meu instinto de macho só queria ela a todo custo. Débora se virou, pediu meio assustada meio zangada para eu parar mas eu não queria que aquilo terminasse. Então falei que não erámos irmãos,nem quase,(longe disso)e que poderíamos ser bom juntos,obviamente falava de ...sexo,de atração física!Não permiti que Débora sequer opinasse,sabia antecipadamente que não gostaria da resposta,então a beijei agora na boca.Um beijo deliberadamente lento mas altamente erótico,resultado de todas as vezes que desejei fazer isso.Percebi que Deb dava umas contorcidas no corpo de leve e que soltava uns ruídos baixinhos, mas não falou nada. Aproveitando que ela estava meio entregue eu fui com a mão nos seios dela e comecei a passar os dedos pelos mamilos sensíveis.Quando ela enfim se rendeu e pôs a mão na minha nuca para aprofundar o nosso beijo, eu comecei a me excitar e meu pau começou a endurecer e se mexer na cueca.

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