Ele me beijava,mordia,levantou minha blusa e abocanhou os meus seios.Estava louco de tesão!E eu também.Desvencilhei-me dele e abri a braguilha da calça.O volume daquela ereção soberba era inegável,levei meus dedos ali e...Foi nessa parte crucial da história que ouvi uma voz dizer ao meu ouvido.
-Hum,o negócio está interessante.Se quiser,posso realizar cada um de seus...desejos!
Corada até o último fio de cabelo,olhei por sobre o ombro e praticamente pulei da cama,onde estivera escrevendo um sonho erótico em minha agenda.
Sonho esse,cujo personagem principal era justamente o atrevido que me olhava com um risinho malicioso nos lábios,o mesmo que tinha invadido meu quarto sem bater.Então esbravejei:
-O que faz aqui?Só por que é meu hospede isso não lhe dá o direito de certas 'liberdades"!
Se soubesse que abrir a pousada para um "caso" do passado fosse dar tanta dor de cabeça,não teria nem indicado a melhor hospedagem da região.
No fundo sabia sim,até relutei em contar quando nos reencontramos por acaso na missa,o que me ceder foi perceber o cansaço da filhinha dele,fruto da relação com a ex-mulher.
-Ei,calma-Guilherme tinha as mãos estendidas em sinal de paz,o divertimento dando lugar a seriedade.-Eu bati na porta e como você não respondeu,me preocupei.Afinal,é a primeira a estar a todo vapor lá embaixo.
-Ok,agradeço.-Tentei ensaiar um sorriso,contudo falhei e com o rosto ainda mais ruborizado,disse.-Como vê estou ótima!
-Notei.-e veio aquele sorriso safado de novo.-Por acaso,o que li ...sonhou comigo?
Era muita pretensão!Estava prestes a começar uma acalorada discussão,quando Guilherme se aproximou subitamente e confessou sua boca quase colada a minha.
-Não paro de pensar em você!
Dizendo isso,não perdeu tempo,mergulhou sua língua dentro da minha boca num beijo que mexeu profundamente comigo,exatamente como há 7 anos atrás,quando éramos jovens e inconsequentes.Mas agora tínhamos responsabilidades,ou seja a filha dele e o nosso filho,um segredo que ainda não tinha revelado por uma série de motivos que não cabia nesse momento mencionar.
-As crianças.-fui obrigada a lembrar,ofegante.
Com as mãos,ele acariciava meus peitos,porém parou e disse.
-Fui verificar antes de passar aqui.Estão dormindo ainda.-Olhou-me no fundo dos olhos.-Preciso tanto de você!
De repente,não foi preciso dizer mais nada,tampouco se preocupar com coisas que talvez nem acontecessem.Por exemplo,falar sobre uma nova paternidade.Melhor seria deixar tudo como está.E exatamente igual a fantasia,Guilherme trancou a porta e sem demora me deixou toda nua,devorando-me com os olhos e com a boca ávida começou a beijar e morder o meu corpo inteiro.Jogada na cama,gemia baixinho,ele me tocava com seus dedos e língua numa frequência que me fazia delirar e implorar para que me possuísse de uma vez.Até que Guilherme veio para cima de mim,sussurrando em meu ouvido.
-Abra minha calça e faça como sonhou!
Com o coração batendo forte no peito,sentei decidida,querendo que não suspeitasse que nunca tinha feito sexo oral em ninguém.Aliás tinha sido meu primeiro e único amante!Trêmula,baixei o zíper seguida da cueca dando com um pau bem maior do que me lembrava.Guilherme me olhava tão cheio de expectativa que tomei coragem apliquei uma lambida e mais outra então o abocanhei pouco a pouco.Guilherme emaranhava os meus cabelos, sentia ele cada vez mais e mais excitado pela super dureza da coisa.Explodia de tesão.Depois de uma bela chupada,guiada só pelos instintos,Guilherme me levantou e mostrou toda a sua experiencia,quando agarrou o meu traseiro e meteu freneticamente e não demorou muito para que gozássemos juntos,pela primeira vez em anos.Trocamos de posição,dessa vez de ladinho.Só empinei um pouquinho e deixei que Guilherme fizesse o restante.Enquanto afagava meus seios e principalmente o meu clítoris,ele avisou que não aguentava,ia comer o meu cu,foi quando resolvi soltar a bomba.
-Temos um...filho!
Lógico que Guilherme paralisou,chocado com a descoberta.Mas não deixei que ele viesse com um repertório de acusações,a maioria,injustas e infundadas,pois havia tentando entrar em contato inúmeras vezes(em vão)então comecei a rebolar devagarinho,recuperando o fôlego e as energias,Guilherme exigiu que eu ficasse por cima,assim eu poderia controlar o anal e ele claro, admirar a vista de seu pau enterrado no meu cuzinho. Aquilo doeu mas foi tão bom.Parecia que tínhamos corrido uma maratona pelo tanto de suor que escorria de nossos corpos.Enfim,desabamos na cama,um nos braços do outro,sem forças,mas plenamente satisfeitos.Com um belo sorriso,Guilherme confidenciou:
-Não usei preservativo.Acho que daqui a nove meses teremos outra surpresa!
Tive que rir.Meu sonho erótico tinha saído melhor do que a encomenda!

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