E de fato,me 'queimei" quando Armando farto de resistir,avançou o sinal,abriu a camiseta e começou a mamar nos meus peitinhos,como se fosse ontem.Só que com a maturidade,seus movimentos estavam mais sofisticados e nem por isso menos enlouquecedores.Em vez de chupar com ânsia,os fazia sem pressa como se saboreasse cada detalhe do meu corpo.Mas queria também deixá-lo louco de tesão.Alcancei seu pau e comecei a acariciá-lo por cima da roupa.Embora quisesse se conter,Armando gemeu,os dentes trincados...Que prazer ver isso!Gosto de provoca-lo até senti-lo a ponto de...gozar.Mas foi aí que Armando se retesou como se caísse a ficha do que estávamos fazendo e sobretudo onde.Imaginei que ele me empurraria,que concluiria o que tinha vindo fazer ali,para então partir como um forasteiro,me dando o costumeiro gelo,mas não!Quem me puxou em direção as escadas,sabendo perfeitamente onde ficava o meu quarto,foi o impulsivo Armando de quem tinha sentido tanta falta.Em pouco tempo,rolávamos na cama,completamente nus em meio a beijos molhados e amassos. Não demorou e Armando caiu de boca na minha buceta metendo a língua o mais que podia… Deixou bem lambuzado o estreito caminho onde entraria dali a pouco.Depois foi minha vez de....abocanhá-lo.E fui chupando,lambendo...deixando entrar fundo até a garganta, e depois subindo deslizando a língua na parte de baixo. Mas agora havia pressa.Para nós dois.Perguntei baixinho, só pra me certificar:
"Você ainda...me quer?"
-Demais.Quero te comer agora.
Que delícia ouvir isso. Perguntei de novo: “Tem certeza?Não vai...se arrepender?” Nessa hora a ponta do cacete já estava posicionada na entrada… O destino já era iminente.
-Vou me arrepender se não te fizer...minha.Outra vez!-pausa.-Vire-se!
Mais do que depressa,obedeci. Era isso que eu estava falando sobre aquele jeito aventureiro,irresponsável.E não só fiquei de 4,como também empinei,a espera.Armando agarrou o meu traseiro e ...meteu.Hum...foi incrível,gostoso,insano como nos velhos tempos.Sem camisinha, sem barreiras.Fui rebolando lentamente, como se quisesse aproveitar cada milímetro dentro de mim.Até que ele ficou cravado bem no fundo. Começou a dar uns soquinhos bem de leve, como se quisesse garantir que tinha entrado até o limite.Aumentou a intensidade das estocadas, tirando metade para fora e metendo forte de novo até o fundo. Idas e vindas de enlouquecidos momentos.Não aguentei e cheguei ao clímax.Ao sentir o pau latejando,no auge,Armando fez a única coisa 'sensata" que podia fazer naquelas circunstâncias.Contraiu todo o corpo,puxou-me pelos cabelos,agora de frente e depois relaxou devagarzinho,tendo encorajado-me a chupa-lo.Com certeza,teria preferido que ele tivesse inundado tudo lá dentro para deixar a natureza seguir seu curso.Contudo entendeu que Armando não deixaria de ser aquele homem sério do dia para noite.Mas pelo menos o meu plano de derrubar aquela fachada toda tinha começado bem demais!Oh,se tinha!

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