segunda-feira, 6 de junho de 2016

Brigas de Amor (Parte 1)!!


Tudo começou naquela manhã ensolarada.Já passava das 9 da manhã e eu estava na cozinha,prestar a providenciar uma omelete para mim e Daniel que tinha aparecido de repente e saído para ir até a padaria ,quando de repente a campainha tocou.Olhei pelo olho mágico e aborrecida vi que era o irmão dele.Sinal de problema a vista.Desde que tínhamos nos conhecido a antipatia foi mútua.Talvez porque ele quisesse proteger o irmãozinho mais novo das garras de uma mulher mais 'experiente",ou seja,eu.Só que o sr.sabe tudo,ou melhor,pensava que sabia tudo,não tinha ideia de que Daniel não tinha pernoitado na minha cama e que portanto era só o meu amigo,por quem nutria um afeto sincero.Juliano que imaginasse o que quisesse,não estava nem aí.Abri a porta,sonolenta,descabelada,o que não ajudava muito provar a minha inocência e percebi que Juliano do alto de seu 1,90m de altura e seu par de belos olhos azuis,me avaliaram de cima a baixo,com ...aversão.Ótimo.O nojo era recíproco.Mal-educada quis fechar a porta na cara dele,mas Juliano antecipando minha reação,forçou a entrada,perguntando obviamente pelo irmão.
Eu respondi,debochada.
-Advinha!
Juliano que não estava para brincadeiras,nem esperou minha permissão,saiu em disparada para vasculhar a casa e quando retornou parecia tão sério quanto antes.Foi então que lembrei da noite miserável de insônia pela qual passei,a razão de minha cama estar um verdadeiro caos e não por causa de momentos tórridos de paixão,o que provavelmente devia estar passando pela cabeça doentia dele.Embora não devesse,quis me explicar,mas Juliano agarrou-me pelos braços e num ímpeto,pegou-me pela nuca me imprensou contra a porta e me deu um...beijo.Nossa,que absurdo.Fiquei excitada e ele também.Na verdade,parecia possuído. Arrancou meu roupão, e eu morrendo de vergonha do meu corpo,pois não sou definitivamente as modelos com quem ele costumava se envolver,fiz menção de cobrir meus seios,porém,Juliano substituiu minhas mãos pelas dele,apertando,testando a maciez,para então abocanhar um de cada vez,sugando os biquinhos com toda a fome de que era capaz.Lógico que eu já estava...molhada.Nossos encontros sempre foram regados de muitas faíscas,contudo nunca naquela dimensão.Devia lembrar de Daniel,do real motivo que fez Juliano me atacar daquela forma(pura raiva),mas não!Ousada, coloquei a mão no pau dele,parecia que ia explodir,parecia pedra.Passei a mão,masturbando-o de leve.Urrando,Juliano segurou o meu pescoço como se fosse me enforcar.Isso não me deixou com medo,e sim excitada.Em vez disso,só posicionou minha cabeça para que eu pudesse fitá-lo diretamente nos olhos.
-Se cometi um engano a seu respeito...fale agora!Caso contrário,...vou embora.

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