Adoro frio.Ao contrário de Natália que provavelmente devia estar debaixo das cobertas, excessivamente mau humorada!Não deu outra.Ao chegar ao apê,fui logo tirando o casaco e lá estava ela embaixo de um edredom e para minha surpresa em vez de estar assistindo tv,dormia.Na verdade,chamou-me atenção o fato dela não ter percebido que estava parcialmente descoberta e naquele frio todo estar vestindo apenas uma camiseta minha deixando a mostra metade de sua bunda e não bastando isso, pela cava dos braços eu podia ver quase todo seu seio.Foi então que lembrei que a máquina de lavar estava no conserto e o restante de nossas roupas ainda estava na nossa antiga casa.Esses detalhes começaram a mexer com minha libido de um jeito que me fez ter ideias.Excelentes,por sinal.Fui tomar um banho quente e quando retornei,só com um short bem largo sem cueca(não sou homem de sentir frio),Natália naquele exato momento abriu os olhos,então quis saber como tinha sido seu dia e a resposta atravessada foi" uma droga",seguido de outra pergunta se eu estava com fome.Não foi preciso uma resposta.Ao me olhar mais detalhadamente, notou que eu estava ficando excitado, pois o volume já dava sinal de continência,sinal que estava com fome de outra coisa.Sexo!Se fosse num clima mais propício ela teria dado uma risadinha,mas hoje não!Fez que não notou,se embrulhou melhor na coberta e se encaminhou para o quarto,aquele gingado todo,deixando-me cada vez mais louco de tesão.Fui atrás,surpreendendo-a no meio do caminho,livrando-a daquela bendita manta e comecei a me esfregar nela,enquanto massageava seus seios por dentro daquela regata.De longe,ouvia Natália pedindo pra que eu parasse, mas não fazia esforço nenhum para que eu me afastasse. Fui descendo e comecei a beijar suas nádegas. Afastei-as e passei a língua no meio delas, enquanto ela se inclinava pra frente, facilitando minha vida. Virei-a de frente e começamos a nos beijar e nos acariciar por todo o corpo, cada um explorando o outro sem limites. Peguei-a com força e levei até a parede do corredor, prensando seu corpo, beijando aquela boca deliciosa.Esquecida do frio que fazia lá fora,ela baixou meu short e foi deslizando junto, pegando meu pau que latejava muito e sem demora o colocou na boca, chupando com toda delicadeza e maestria. Eu me contorcia de prazer.Oh,mulher boa!Na sequencia levantei-a pelos braços, me ajoelhei, colocando sua perna esquerda apoiada no meu ombro esquerdo, facilitando pra que eu chupasse, de baixo até em cima, além de dançar com a língua em sua xota molhada.Natália gemia de tesão, e eu mais ainda por ser o responsável por aquele deleite. Após algumas belas mamadas nos seus peitinhos, enquanto nos beijávamos ,finalmente tirei a regata e a conduzi para a nossa cama.Natália estremeceu toda em meus braços quando sentiu uma repentina lufada de vento entrar pela fresta da janela.Paciente,fui lá fechar e quando voltei ,encontrei Natália deitada de bruços, posição perfeita para meus planos.Delicia de bunda, era só o que eu conseguia pensar! Senti o cheiro de sexo exalando no ar. Ajeitei meu pinto que latejava de tão duro e fui enfiando devagar, curtindo cada gemido que ela dava enquanto pedia que eu tivesse calma, pois percebia minha fúria. Puxei seu corpo contra o meu e meti cada vez mais fundo. Que loucura indescritível. Minha mulher rebolava e eu enfiava naquele cuzinho sem parar.Assim que ela confessou que estava doendo diminui as estocadas e parti para uns carinhos mais leves,mordendo a pontinha de sua orelha.Então ela se acomodou melhor embaixo de mim e começou a remexer os quadris de modo a me fazer penetrá-la duplamente, pedia para que eu ficasse imóvel. Ver aquele sorriso e ouvi-la dizer “to gozando, to gozando” é sempre pra mim,uma experiência inesquecível.Consequência disso: enlouqueci e não segurei.Gozei em Natália. Demoradamente!Por isso,para mim,o inverno era tão bom.Uma época em que ficávamos deliciosamente mais ..."juntos" e misturados!

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