quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Um tesão de Mãe
Me chamo Rafael.
Hoje tenho 23 anos.
Resolvi depois de muito tempo, contar uma experiência que aconteceu comigo.
Na ocasião, eu com meus 17 anos, morando sozinho com minha mãe divorciada.
Uma coroa gostosa para sua idade.
Ela me chamou a noite para sentarmos na varanda. Enquanto comíamos petiscos conversando sobre tudo e sobre todos.
Abrimos uma garrafa de vinho.
Ela encheu minha taça, me encorajando a beber.
Ela bebeu uma, duas, várias taças.
Ela já estava falando mais alto. Sorrindo a toa.
Eu ainda na minha primeira taça. Ou talvez duas, pois a cada dois a três goles, ela completava minha taça.
Ela então perguntou se eu era virgem. Ou se eu já teria comido alguma vadia. Sim ela usou esses termos.
Fiquei sem jeito, ela notou.
ela pegou um de seus dedos e começou a desenhar com vinho em sua virilha.
Eu fiquei olhando aquilo e confesso, com tesão.
Ela me olhava, e a mão continuando a desenhar.
Um dedo dela passou sobre o pano da calcinha.
Ela então perguntou se eu queria tentar.
Sem que eu respondesse, ela pegou minha mão, sugou meu dedo como uma puta suga um membro duro latejante.
Colocou na taça de vinho, e levou minha mão ate sua calcinha.
Primeiro com um dedo. Depois pegando dois dedos.
Eu estava ali sentindo tesão pela minha mãe.
Ela puxou a calcinha de lado, deixando a mostra uma buceta clara e lisa.
Naquela hora todos nós percebemos meu pau acordando dentro do calção.
Ela então em um movimento súbito agarrou meu pau.
E pediu para eu colocar para fora. ela queria vê-lo.
Tentei interromper, sem sucesso.
Ela mesma o fez.
Eu ao mesmo tempo que estava com tesão, estava com vergonha. Era minha mãe.
Ela então se curvou e mamou meu pau.
Ela mordia, lambia a cabeça do meu cacete.
Olhava para mim com a melhor cara de vadia dela e perguntava se eu estava gostando.
Foi ai que ela disse que queria que eu mostrasse o que eu sabia fazer com a minha "ferramenta".
Mas mãe... tentei intervir.
Em vão de novo.
Ela punhetava meu pau. Parou por um instante. baixou a calcinha. O que pra ela seria fácil. Já que estava somente de saia.
Sentou em meu colo e me disse com uma voz que não era a dela. Me come. hoje sou sua puta. Me come.
E começou a cavalgar com meu pau dentro dela.
Beijava meu pescoço. Ate que nos beijamos.
Foi um beijo gostoso. Intenso.
Ela fez de novo. tirou a própria camiseta.
Nem precisou dizer ou pedir nada.
Com o tesão que eu estava. abaixei o rosto e mamei aqueles peitos.
Chupava de forma que a cada mamada ela soltava um gemido.
Ela entao se virou E pediu que queria que eu fudesse seu cu.
E mais vinho. Tentamos uma, duas vezes. Até que aquele orifício delicioso cedeu e abriu lentamente para meu pau entrar.
Ela rebolava como uma dançarina. Gemia.
Algum vizinho deve ter percebido algo, pois vimos uma luz se acender no quintal que dava para a área que estávamos.
Fizemos silencio por um instante. Mas ela achou por bem interromper aquilo aquela noite.
Porem disse que daquele dia para diante, eu seria o seu amante.
E que não iria mais gastar com putas, ou pegar cadelas pela rua.
Eu teria em casa minha própria puta.
E assim foi por mais dois anos. Eu comia minha puta quase que toda semana.
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