sábado, 11 de novembro de 2017

Ar-Condicionado no 15 !!


Despertei no meio da noite com o ar condicionado no 15.Droga.Que frio!Logo soube que meu marido tinha voltado de viagem.Oh, homem calorento.Aliás,era uma das poucas coisas que não tínhamos em comum.Quanto ao resto...principalmente na cama,nos dávamos super bem.Falando nisso(excitada),rolei na cama e o avistei só de cueca.Parecia sério e ansioso para resolveu alguma questão no laptop.Será que não cansava de trabalhar?Disposta a esquentar o clima "glacial"no quarto,decidi provocá-lo,raspando minha perna na dele.Nesse momento,Victor Hugo me olhou e percebendo que eu queria brincar,também se acendeu, porém avisou que precisava de só alguns minutos.Fiz beicinho e perguntei se não tinha sentido saudade.Apesar de me comer com os olhos,Victor disse um rápido sim e continuou a digitar naquele maldito notebook.No que eu respondi,enfática:Eu tb senti sua falta,querido.Sem deixá-lo notar minha decepção,continuou subindo meu pé direito até alcançar o que eu queria:seu pau.Na mesma hora,Victor Hugo ficou duro.Ficou ainda mais louco quando dei uma passadinha de língua na boca,uma lambida maior no canto do lábio superior,como se o chupasse,literalmente.Nesse momento,Victor mal conseguia disfarçar sua cara de tesão.Abruptamente,ele me arrancou debaixo das cobertas e nos beijamos avidamente.Victor me beijava como se quisesse me devorar.Definitivamente,não queria mais saber de e-mail,de net,de nada.Nossa excitação estava explícita.Não sentia sequer mais frio,quando ele pôs meus seios para fora,chupando-os de uma forma selvagem e faminta, enquanto minhas próprias mãos procuravam o cós da cueca.Imediatamente aquele cacete enorme saltou imponente,então me abaixei,cheia de segundas intenções.Comecei a chupar bem gostoso.Sentia a ponta da língua percorrer cada cm,arrepiando-o todinho.Sua mão máscula mergulhada em meus cabelos acompanhava o ritmo da boca.Fechei os olhos para sentir todo aquele prazer indo e vindo de seu pau gostoso...Até que o ouvi dizer"Tira a boca que eu vou gozar".E a minha resposta veio safada e inesperada."Pode gozar.Quero engolir tudinho.
Victor Hugo urrou ao ouvir aquilo.Me pegou pela nuca e com a respiração ofegante,foi jorrando devagar e deliberadamente dentro da minha boca.Ficou nessa tortura,fazendo-me gemer e suspirar ao mesmo tempo,enlouquecendo-me com aquele atrito habilidoso e carinhoso em minha língua.De repente,numa fúria de prazer,me posicionou de quatro e chupou minha buceta naquele ângulo,lambendo,tocando,cheirando.Victor brincou mais um pouco,gostando dos meus choramingos,daí em seguida,aplicou dois tapas na minha bunda e meteu.Minhas pernas tremeram.Meu cuzinho piscou.Rebolei e não me importei com meu joelho raspando na beirada da cama.Mais tarde lidaria com a dor.Naquele instante queria apenas chegar ao orgasmo.E cheguei.Gozei tão intensamente quanto Victor Hugo.Ficamos ali,deitados lado a lado,nos acariciando.Depois, ele esticou o braço e passou minhas roupas,me ajudando a vestir a camisola.
-Quer que eu desligue o ar condicionado?-Victor perguntou.
-Não.
Ele exibiu um sorriso matreiro.
-Não está com frio?
Ri de volta.
-Nem um pouco!

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