Outro dia mesmo me peguei pensando e comparando minha experiências sexuais com a das minhas amigas.E até hoje,nunca fiz nada realmente louco,embora tivesse contado vantagens pra cada uma delas.Afinal,quem gostava de passar recibo de santa,pior,frígida?Então,decidida a mudar,cheguei no escritório,vestindo uma roupa super decotada e curta e entrei na sala do patrão,por quem me sentia atraída faz tempo.Intimamente,sabia que o sentimento era recíproco.Só que Samuel não ousava dar o primeiro passo, pois podia ser interpretado como assédio e isso causaria problemas enormes para ele, já que era casado. Enormes! Não valia a pena arriscar.A menos que eu tomasse a iniciativa.O chefe estava sentado à sua mesa lendo um relatório quando pediu que fizesse um café. Prontamente o atendi e na hora de levar a xícara à mesa dele, “sem querer, querendo”, esbarrei na xícara de modo que ela virou e o café se espalhou pela mesa e respingou na calça do patrão.Fingindo pavor,pedi mil desculpas,peguei um pano,limpei a mesa, depois peguei outro e fui limpar a calça do patrão. Que café safado, pensou, rindo por dentro, caiu justo em cima do pau dele…Como se fosse a coisa mais natural do mundo,ajoelhei e comecei a tentar diminuir o estragar que fiz na calça dele,mas fiz questão de demorar e logo senti que o pinto dele dava sinais de endurecer.Então,ousada,arrisquei a perguntar.
_Será que molhou por dentro, também?
Samuel me olhou de um jeito nada ortodoxo e também arriscou.
-Só você olhando pra ver… eu não consigo perceber daqui…
Nada mais precisava ser dito.Antes que a coragem me faltasse,tirei o cinto dele, abri a calça e a abaixei junto com a cueca e vi o que tanto queria: um pau grande, duro,saudando-me,orgulhoso
– Só conheço um jeito de enxugar direitinho… assim...

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