Fui atrás dela e naquele exato momento,por puro instinto,rapidamente a fiz desviar de uma linha de tiro e joguei-a de qualquer jeito ao chão,dessa vez atrás de uma arvore.Preferia mil vezes,causar pequenos e possíveis arranhões do que ver a cabeça de minha mulher rolar pelo chão ao meus pés por causa daquele conflito besta e fatalmente perder outras chances de fazer o melhor sexo da minha vida.Sim,mesmo que estivéssemos num lugar totalmente desfavorável,a fuderia gostoso.Quisesse ela ou não.Mas no íntimo sabia que Mari era feita do mesmo material que eu.A adrenalina e o perigo corria no nosso sangue.Então,baixei o zíper e logo meu 'meninão' saltou diante dos olhos dela.Finalmente,Mari deixou de doce,segurou o meu pau e meteu bronca no boquete.Mas não a ponto de me fazer gozar.Essa era minha garota.Dura na queda.Segurei um sorriso.Se Mari queria guerrear,então tinha encontrado um perito.Daí,botei-a de 4 e fiquei sarrando em seu cuzinho sem meter.Foi a perdição total.Mesmo em meio a vários disparos,vozes exaltadas proferindo ordens e táticas de guerra(nessa hora,era impossível saber quem estava vencendo)ouvi Mari suplicar que a comesse já.Sabe o que eu fiz?Obedeci feliz da vida,empurrando centímetro a centímetro, no cuzinho dela,depois enfiando furiosamente, ela gozando aos gritos e eu na sequência.Naquele momento estávamos pouco ligando para o desfecho daquela missão.O que importava mesmo era que nosso sexo ficava cada vez melhor,seja no amor ou na guerra!

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