Eu e meu namorado já estávamos juntos a aproximadamente 4 semanas,mas nunca fizemos sexo..Não me sentia preparada ainda.Não que fosse virgem,longe disso.Mas depois de um noivado conturbado precisava de um certo tempo pra cogitar a possibilidade de ir pra cama com outro homem.Então,Renato prometeu esperar até que nessa noite enquanto jantávamos num dos melhores restaurantes da cidade,comemorando o nosso primeiro mês juntos,ele me pediu uma prova de amor.Fiquei meio hesitante,intimamente puta por sofrer aquele tipo pressão'.Renato deve ter percebido minha relutância,uma vez que logo esfriou comigo.Por sorte,uma amiga apareceu e eu me levantei pra cumprimentá-la.E quando ela se foi,constatei aliviada que Renato tinha voltado ao normal e que fazia questão que brindássemos com taças de champanhe.De repente,comecei a me sentir,tonta,muito tonta,pedi licença e fui até o banheiro.Acho que fiquei por lá uns 15 minutos tentando me recompor,molhando meu rosto.Quando regressei,não encontrei Renato.Fiquei chocada e magoada.Teria ido embora por não aceitar um não" como resposta?Naquele momento um homem alto(Muito bonito,por sinal) se aproximou e explicou que tinha sido ele a convidar meu acompanhante a sair,sendo sócio do restaurante.
-Com que direito?-quis saber,indignada.
-Aquele sujeito te drogou.
-Fez o que?
Óbvio que não acreditei naquele estranho que devia se achar o dono do mundo.Mas de fato,me sentia um tanto desconfortável,um calor estranho,um rubor nas bochechas.Mas devia ser por causa da bebida.Sempre fui fraca pra álcool.
-Tudo bem então,se não confia em mim.-o homem levantou as mãos em sinal de rendição.-Ligue!Chame-o de volta e peça pra leva-la pra casa,se pensa estar em boas mãos.
Por algum motivo,não me sentia a vontade pra fazer isso,não depois de Renato ter pedido aquela bendita prova de amor.Então,simplesmente não soube o que responder.
-Olha,meu nome é Sandro.Você obviamente não está em condições.Onde mora?
Sem outra alternativa,eu disse,ainda me sentindo terrivelmente zonza.Em poucos minutos,ele praticamente me carregava até seu carro.Em pouco tempo,Sandro estacionou em frente ao meu prédio,fazendo questão de me acompanhar até em casa.Ele entrou comigo e tudo que consigo me lembrar é que literalmente apaguei em seus braços ao ouvi-lo fechar a porta.Despertei só na manhã seguinte em meu quarto,de calcinha e sutiã apenas!Recordei parcialmente o que tinha acontecido e de imediato olhei em torno detectando a presença de Sandro,dormindo numa cadeira.Foi então que notei que ele havia tirado o terno,camisa e a gravata,exibindo um peitoral de tirar o fôlego de qualquer mulher.Sossega essa periquita(ordenei a mim mesma),pelo absurdo da situação.Não tinha dado pra Renato(que no final das contas,tinha se mostrado um canalha,mas tiraria aquela historia a limpo depois) e agora do nada,não tinha o menor pudor de desejar outro homem.Por sorte,ele permanecia de calça.E ainda se encontrava profundamente adormecido!Sentindo-me refeita do alcool ou seja lá o que fosse que tivesse ingerido,fiz menção de levantar pra procurar uma roupa,quando ouvi aquela voz grossa dizer.
-Como se sente?
-Bem.-eu respondi,querendo que Sandro parasse de me olhar com tanta intensidade.Em direção aos meus seios,pernas...Afinal,era humana!
Então,ele se levantou,certamente pronto para partir.Ótimo!Mas sem querer,acabei esbarrando nele,no caminho para o armário.Foi aí que nos olhamos e nem sei quem tomou a iniciativa primeiro,só sei que nos atracamos num beijo deliciosamente demorado,carregado de luxúria.Sandro deslizava a língua na minha enquanto percorria suas mãos em meu corpo.Peitos,braços,cintura,ele me puxava contra o peito e apertava minha bunda.Resolvi corresponder ao toque,fazendo com que meus dedos se enrolassem nos pelos de seu peito.Então com a mão direita desci pelo seu tórax lentamente,supondo que devia praticar exercícios todos os dias pra manter aquele físico tão perfeito.Senti cada gominho e...subitamente cheguei lá,seu pau estava quente,rígido sob a calça,soltei seu cinto,abri seu zíper e ouvi deliciada Sandro gemer quando com cara de safada de um jeito que nunca fui antes,o botei na boca.Nossa,era tão macio,tão grosso e todo o seu tamanho não me inibiu de prosseguir.Sandro agarrou meus cabelos,soltando gemidos que mais pareciam uivos,confessando que se continuasse não ia aguentar.Sorrindo,parei pra estremecer na sequencia ao senti-lo me despir,metendo o dedo médio na minha xota.Filho da...Ele sabia como levar uma mulher a beira do orgasmo.Deitada na cama,Sandro me mordia,chupava,lambia,meus seios estavam sensiveis de tanto serem sugados e minha buceta então..nem se fala!Em seguida,ele me puxou pelas pernas,prestes a meter.E sem parar de me olhar,bombou sem usar a ajuda das mãos.Começou sem pressa,com carinho como se quisesse se regozijar pelo caminho estreito,quente e molhado de minha xota.Agora com os braços debaixo de meu traseiro ao mesmo tempo que sua boca estava colada a minha,Sandro metia com força,com o firme propósito de enlouquecermos e gozarmos.De repente,me virou de quatro e comeu meu cu.Gozei tão intensamente quanto ele,eu acho.Nos abraçamos e Sandro ficou ali,acariciando minha coluna e bunda.Não sabia o que dizer naquele momento.Éramos praticamente dois estranhos,mesmo ele tendo sido meu cavaleiro de armadura brilhante ao me livrar daquele miserável.Falando nele,óbvio que ia terminar tudo com Renato.Mas se era prova de amor que ainda estava em pauta,estava mais do que disposta a mostrar a Sandro o quanto estava agradecida,por ter provado ser tão digno e gentil.Pelo tempo que ele desejasse!

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