Eu e uma galera resolvemos fazer uma trilha,subindo até metade do caminho no trailler que ganhei do meu coroa.Sol brilhando,pássaros por toda parte,cenário perfeito pra curtir a vida.Um casal de amigos logo decidiu se embrenhar no mato,enquanto os demais pararam para tirar fotos,postar,admirar a paisagem etc...Eu preferi ficar,para dar uma arrumazãozinha básica na bagunça que imperou ali em segundos,lembrando das brincadeiras gerais e algumas atrevidas de minha parte em relação a Ângelo,embora soubesse que ele tinha um rolo ai, mas não deveria ser nada sério,pois senti que era imediatamente correspondida.Sentia em certos momentos o olhar atrevido e ligeiro dele a despir minha canga e minúscula tanguinha. Aliás,falando nele ,não o tinha visto sair,mas não me preocupei com isso tamanha foi a vontade de fazer xixi. Abri subitamente a porta do banheiro e dei de cara com Ângelo,que tinha sacado sua pistola pra fora da sunga e urinava com força.Um jato tão intenso que me lembrou a mangueira lá de casa.Curiosa,estiquei o pescoço tentando desvendar melhor aquela misteriosa piroca.Nossa,como era grande.Ciente de minha presença ali,Ângelo encerrou a mijada sem pressa e com um olhar safado, disse.
-Não vai entrar?
Claro que pensei declinar do convite,afinal aquela definitivamente não era minha ideia de romantismo,sexo o que fosse,porém como se ele me desafiasse com seu sorrisinho debochado,bati a porta,verifiquei se tinha papel higiênico no local apropriado esperei ele se afastar e na maior cara de pau,arriei a calcinha,tudo sob o olhar indiscreto de Ângelo.Mas nem liguei,mijei numa boa levantei-me um pouco,disposta a me enxugar,foi quando surpreendendo-me com o seu atrevimento,ele se antecipou e apanhou o papel antes de mim,e olhando-me nos olhos meio que se abaixou na minha frente,ordenando.
-Abra as pernas.Vou te secar.
Cara,que gostoso,pensei ao senti-lo com todo carinho enxugar o meu clítoris.Não parou ai.Descartando o papel higiênico,Ângelo foi descendo ainda mais minha calcinha do biquini,e eu ali numa especie de transe,toda arrepiada só em imagina-lo me chupar.
-Ainda tá molhadinha.-dizia ele,passando os dois dedos na minha bucetinha.Óbvio,estava excitada.E fiquei ainda mais,quando ele encostou a língua no meu grelo,a princípio de leve,depois com lambidas cada vez mais vigorosas.Abria, deliberadamente, as pernas e assim ele podia alcançar mais fundo. Comecei a ficar bem meladinha, e ele sorvia tudo. Quase gozava quando Ângelo se pôs de pé, tirou a sunga e exibiu o pau intumescido pra mim. A pele tesa do caralho brilhava a luz dia, agora já mais intensa. Naveguei em pensamentos e sumi do ar por instantes.
-Quer fazer sexo,gata?
-Claro — respondi tentando voltar à realidade.
Ele fechou a tampa,sentou no vaso e me puxou pra cima dele.
— De cavalinho — disse.
De cavalinho o montei. Senti a ponta grossa do cacete cutucando a bunda. Mantive os pés firmes no chão, pois não sabia onde aquilo ia parar. Delicadamente ele segurou meu frágil corpinho no ar e por baixo, segurando a pica, me pincelavas as partes íntimas. Desde a buceta até o quase o cuzinho. Eu delirava e tremia. E tome arrepios. Então senti a cabeçona da vara penetrando minha xota.Deixei escapar um gritinho.Entrou uns míseros dois centímetros, se muito.Não era mais virgem,mas só tinha transado uma vez na vida,apesar de me considerarem atirada entre o grupinho da facul.
-Céus,você não é virgem,é?Quer parar,gostosa?
Ângelo por exemplo era um deles,senão não teria sido tão direto.Balancei a cabeça num enfático não",então ele mamando meus peitos forçou a vara e calou a minha boca num beijo faminto,enquanto o agasalhava pouco a pouco ...por inteiro. Minha xota queimava como fogo.Mas a sensação de estar nas mãos de um homem experiente parecia compensar tudo. Firmei os pés no chão e senti uma vontade surpreendente de provocá-lo,quicando.E foi o que fiz,chocando-o.Dei umas três ou quatro quicadas e em segundos senti o jato de porra subindo pela rola e depois me invadir por dentro. O pau latejava e o jorro vinha. Quente. Uma, duas, três vezes. Esvaziou-se pensei. Deu-me um beijo sôfrego, afrouxou as mãos, deixou-me liberta. Aproveitei e saltei fora meio cambaleante,sentindo o esperma escorrer abundante entre minhas pernas.Peguei o papel higiênico e agora eu mesma me limpei.Na posição,a bunda ficou empinada um tanto exposta e então aconteceu o inevitável. Senti as mãos dele me agarrando por trás e antes eu pudesse esboçar qualquer reação levei outra carcada dessa vez por trás.Tive um misto de dor e prazer.Foi bom demais. Ficamos assim juntos,uns cinco minutos,suspirando e loucos para curtir ainda mais o que o fim de semana nos reservava.

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