Meu casamento nunca foi do tipo perfeito.Aliás,pelo contrário.Casei por decisão da família.E Paulo nunca foi gentil comigo na cama.Ah,não mesmo!Chegava,metia e pronto!E hoje para variar não seria diferente.Fiquei deitada a esperava dele que certamente entraria no quarto,já completamente nu,de pau duro disposto a se aliviar em mim.Mas surpreendentemente,Paulo chegou ainda vestido,ocupou uma cadeira e me pediu que eu sentasse em seu colo.Para quem só exigia,não entendi nada,mas acatei a sugestão.Paulo começou a falar sobre seu dia,até que entre um relato e outro(coisa que também nunca tinha feito),começou a me beijar na nuca e ombros.Eram beijos suaves,quase carinhosos bem diferentes dos rápidos e brutais os quais estava acostumada.Pela primeira vez,senti prazer com aquilo.Mas logo fiquei tensa,quando ele passou as mãos nos meus peitos,descendo,provavelmente para arrancar minha calcinha num só puxão.Novamente,me enganei,assim que Paulo pôs a calcinha de lado e meteu um dedo na minha xota bem de leve.Apenas massageando,provocando a ponto de me deixar inacreditavelmente molhadinha.Nem na nossa noite de núpcias fiquei tao acesa e sensível quanto agora.Também como poderia,se tudo o que Paulo fez foi se embebedar e me comer numa rapidinha contra a parede do hotel?Em seguida,ele finalmente me despiu e me levou para cama,caindo de boca na minha xaninha.Era o primeiro oral que fazia em mim.Eu fiquei ali,totalmente aberta e extasiada,sentindo aquele barba por fazer contra minha pele macia e aquela língua que me chupava com gosto.Eu não tinha a menor ideia do que tinha ocasionado aquela brusca mudança,mas não me arrisquei a perguntar para não azedar o clima.Na verdade,decidi aproveitar cada momento,e rebolando na cara dele não consegui me conter e gozei.Sorrindo,algo inédito também,pois Paulo nunca foi de sorrir na hora H,ele tirou a roupa,botando aquele cacete já familiar pra fora.Desanimei,uma vez que já sabia o que estava por vir.Paulo me faria ficar de joelhos praticamente à força e empurraria o pau para dentro de minha boca com tudo,mal me dando tempo de respirar ou tomar fôlego,só pensando em seu próprio prazer.Mas felizmente ele não fez nem uma coisa e outra.Paulo se punhetou pra mim,dizendo que ficasse a vontade para fazer o que quisesse.Ou seja,me desobrigava de chupa-lo.Mas ironicamente naquele instante,foi exatamente o que queria fazer.Assim,fiquei a seus pés e abocanhei-o e fui chupando devagar, lambendo toda a extensão daquele pau e também as bolas, voltando com a língua até a cabeça enquanto Paulo gemia de prazer,derramando meio litro de porra na minha boca.O resto ele deixou para a melhor parte!Ele me colocou de 4,sua posição preferida e foi bombando pouco a pouco.Em um certo momento,sua característica se fez presente.Mas não liguei.Até gostei.Paulo mandava que eu dissesse que o meu cu era dele, e que eu era a sua puta. Logo comecei a rebolar no seu cacete e a gritar: "que pau gostoso, me preenche, me enraba. Esse cu é todo teu, come este rabo. Sou tua vadia".
Eu gemia, e arfava enquanto Paulo agora seguia insaciável. Por fim acelerou incrivelmente os movimentos, e deu tapas vigorosos na minha bunda, que também passou a arder. Finalmente, gozou bem no fundo do meu traseiro.E eu também cheguei ao orgasmo logo em seguida.Nos dias seguintes,fizemos novamente amor e não sexo.Paulo não me disse nada a respeito do que o fizera mudar,mas na verdade nem queria saber.Desde que nosso casamento continuasse exatamente daquele ...ponto de partida.

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