A pipa de meu afilhado voou para o telhado do vizinho.Devo dizer que este vizinho em questão,cujo nome era Denis,não é lá muito sociável.Pois todas as vezes que nos encontramos foi minha a iniciativa de cumprimentá-lo e não o contrário.Paulinho de apenas 6 aninhos, ficou tão desolado por ter perdido a bendita pipa que acabou me convencendo a ir até lá.Assim,liguei no canal de desenho animado,preparei um lanche para ele e orientei que ficasse longe da cozinha,avisando que poderia demorar.Minutos depois,bati a campainha e nada de ninguém atender.Conclui então que Denis não estava e que devia estar aproveitando o feriadão fora da cidade.Menos mal!Se fosse rápida,ninguém ficaria sabendo de minha "arbitrária invasão.Com a pipa tremulando lá na ponta do telhado,lembrei do meu tempo de menina moleque e com incrível agilidade pulei o muro da casa agradecendo aos céus pelo vizinho não ter um cachorro.Até ali foi relativamente fácil,agora era preciso chegar ao objetivo de minha façanha.De repente,milagrosamente vi uma escada na parte detrás do quintal e sorrindo tratei de posiciona-la,para enfim começar minha escalada final.Com a tristeza de Paulino na cabeça fui subindo apressadamente degrau por degrau até me ver diante da "malvada" pipa.Nesse momento,ouvi um motor de carro entrando na garagem e imediatamente gelei.Estava ciente de que de onde estava,Denis logo me flagraria,encarapitada em seu telhado com a bunda praticamente toda de fora,na verdade com uma calcinha de renda toda enfiada no rabo.Dito e feito.O homem tossiu grosseiramente,com cara de poucos amigos.Na pressa de explicar a situação fui descendo de qualquer jeito,tanto que a pipa caiu de um lado,porém felizmente intacta e eu de outro,precisamente na frente dele e não tão intacta assim.Meu joelho sangrava Fiquei aborrecida,porque o vizinho poderia muito bem ter me socorrido,mas propositalmente não fizera.Pelo menos Denis se mostrou arrependido quando me auxiliou a levantar ao me ouvir gemer.Quis esclarecer tudo,mas ele dispensou as formalidades(uma grata surpresa,aliás) apanhou a pipa e me conduziu para dentro,dizendo que precisava cuidar do ferimento,antes que infeccionasse.Felizmente foi só um corte superficial que foi tratado com antisséptico e band-aid.E foi nesse ínterim que consegui elucidar o ocorrido.Denis se mostrou compreensivo e até falou que ia fazer uma pipa para Paulinho,caso essa se perdesse de novo.Claro que não acreditei,mas agradeci por educação,já pronta para dar o fora dali.Afinal,já tinha abusado muito da hospitalidade do homem.Mas antes que pudesse dar um passo,Denis me agarrou pela cintura e me deu um beijão de língua.Arregalei os olhos chocada,mas óbvio que não resisti e permaneci ali,retribuindo cada chupão.O homem além de gato,era uma delícia!Ali na cozinha,ele veio por trás de mim e ficou fazendo pressão com seu pau na minha bunda dizendo que sempre tinha me achado uma gostosa.Denis cheirou meu pescoço,arrancou minha roupa,apertou meus seios,cheio de tesão.Me arrepiei na hora,imaginando-o bem no meio de minhas pernas,chupando-me.Como se adivinhasse meu pensamento,ele sorriu me encostou na pia e passou língua e dedo na minha virilha,tirando minha calcinha... colhendo meu mel que escorria, fiquei doida,pedi para chupar mais depressa,mais fundo.Denis chegou até a aplicar uma dentadinha no meu grelo,fazendo-me gozar.Depois foi a vez dele de se livrar da cueca,puts que pinto lindo,grosso,e estava como duro uma rocha, sem nenhum pelo no púbis, tornava mais lindo, maior do que era, abri a boca e comecei a tentar engolir tudo aquilo, sem a presença dos pelos ficou muito mais higiênico, tentava colocar tudo dentro mas não conseguia, me deliciava ouvindo os uivos altos do vizinho.O safado segurou minha cabeça e gozou litros em minha boca.Não consegui engolir nem a metade, escorreu sobre meus seios e canto da boca.Foi então que ele me levou para o quarto e lá mandou uma baita linguada no meu cuzinho,raspando,provocando,enfiando e masturbando a si próprio,ficando novamente ereto em questão de segundos.Em seguida,ele me lançou de 4 na cama,lubrificando ainda mais meu cu com seu dedo salivado e então socou.De qualquer forma,gritei e contraí todos os meus músculos,acometida por uma terrível dor.Mas logo estava rebolando feito uma cadela e tendo espasmos de prazer.A fim de provoca-lo,fechei meu cuzinho de tal forma que Denis urrando e amassando meus peitos saltitantes, gozou juntinho comigo.Estava exausta,não conseguia me mexer,senti Denis pulsar seu pinto dentro de mim, até que ele tirou tudo.Minutos depois,vesti a roupa e antes de partir ele me disse que tinha encontrado sua Gabriela,referindo-se a obra do saudoso escritor Jorge Amado.Tive que rir.Pensando bem,...tinha tudo a ver!

Nenhum comentário:
Postar um comentário