Era o dia da Posse do novo senador,meu marido.Embora nosso casamento não estivesse lá muito bem das pernas, ele fez questão que eu comparecesse ao comício.Tudo pelas aparências,certamente.De qualquer forma, escolhi meu melhor vestido, estilo tomara que caia,dispensando o sutiã, exceto a calcinha.Devia aparentar ser uma mulher séria, discreta, esteriótipo típico de uma primeira dama.Jorge logo foi para o palanque, discursar...deixando-me em meio a multidão,cujo público era preponderantemente masculino.Como sempre acontece nessas ocasiões por duas vezes senti uma mão boba apalpando minha bunda. Achando que as ousadias poderiam se agravar esperei um breve intervalo e disse para meu marido que ia pra casa, alegando dor de cabeça.Ele obviamente ficou aborrecido com a desculpa e exigiu minha presença até o final.Então, contrariada, fiquei.Daí, a coisa piorou!Senti uma respiração em minha nuca ao mesmo tempo em que um pau se encaixava em meu traseiro. A esta altura os discursos já tinham começado outra vez. Tentei sair daquela situação,afastando-me do abusado,mas só o que consegui ao me distanciar lá pra trás,foi o desprezo de Jorge que provavelmente pensava que eu estava entediada com a solenidade.Embora não devesse,notei de imediato que o homem era muito bem dotado. Aquele volume amoldou-se no meio das minhas nádegas praticamente nuas porque a calcinha fio dental não poderia ser considerada como obstáculo alem disso o tecido do vestido era bastante fino.Pensei comigo mesma que poderia resolver o problema sem que ninguém notasse.Mas reconsiderei quando senti mãos tocarem nos lados de minhas coxas alisando-as. A mão direita do homem foi avançando e logo estava espalmando minha buceta, acariciando meu clítoris por sobre a calcinha.Há tempo tempo não era tocada daquela forma que um prazer momentâneo não faria mal algum.Por baixo da roupa permiti que o homem me deixasse nua. Confesso que apesar de todo o medo por supor que poderia ser flagrada pelo meu marido que na verdade não estava nem aí pra mim,discretamente tirei um pé depois o outro e devolvi o sorriso quando vi o tal desconhecido se abaixar e guardar a peça no bolso traseiro da calça.Nossa,ele era lindo!Uma mistura de Thiago Lacerda com Henri Castelli.Se minha intenção foi ser fiel,alguns minutos atrás,agora diante daquele Deus,nem me passou pela cabeça. Estremeci inteira,ao sentir aquela boca em mim,me lambendo,chupando,dedando.Feito uma vadia rebolei na cara dele,gemendo baixinho.Tive um momento de horror quando meu marido gritou lá na frente:
_ O que é isso?!
Pensei comigo ,pronto um escândalo e la se foi meu casamento. Mas ele prossegui,explicando alguma coisa para o eleitor,alguém que duvidava* de algumas propostas eleitorais.Aliviada e louca pra dar,assim que o homem voltou a se levantar,baixei minha mão direita,desci o zíper e masturbei o cacete dele.E ainda de costas o conduzi pra dentro de mim inclinando-me levemente para frente afim de facilitar a penetração.Quase me arrependi porque ele era realmente enorme e houve alguma dificuldade na bombada. Contudo consegui. A cabeça entrou e logo tudo estava la dentro. Sutis movimentos de quadris fizeram com que começássemos orgasmos quase simultâneos.Meu cuzinho estava arrombadinho e em festa. E o gostoso gozou em mim bem em tempo porque a cerimonia terminou e meu marido me chamou para receber os cumprimentos populares. Senti o último jato de esperma antes de o vestido cair para o lugar e o desconhecido sumir na multidão sem deixar rastros.
Na volta pra casa, meu marido perguntou-me:
_ Então foi tao ruim assim a cerimonia?
E eu respondi:
_ Não ate que gostei.
Na verdade,amei... ser possuída!

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