Toda semana,a vizinha deixava o filho aqui em casa para minha mãe tomar conta.Antônio só tinha 10 anos,era um garoto bem bonitinho,mas na verdade era do tipo capetinha.Tinha resposta para tudo.E eu sendo uma adolescente de 16 anos,não tinha paciência para lidar com pirralhos.Fui então para meu quarto estudar,ou melhor,ouvir música.Porém,uma hora depois,minha mãe me chamou para avisar que tinha que ir ao banco e ao mercado,deixando para mim a tarefa de fazer cia ao pentelho.Não tive outra saída e fui para o quarto de hóspedes,onde Antônio via um vídeo de sexo pelo celular.Fiquei chocada.O menino além de tudo era um tarado.Ele notou minha presença,sorriu para mim e antes que pudesse repreendê-lo,ele desligou o aparelho e foi logo dizendo que os adultos eram uns bobos por pensarem que não sabíamos das coisas.No fundo,concordei com ele,e em questão de minutos passamos a bater o maior papo.Sobre tudo.Inclusive sexo,iniciativa dele,claro.Até que de repente,Antônio me beijou.Na hora,nem reagi,fiquei pasma,pois tínhamos uma certa diferença de idade.Já tinha sido beijada,mas não com tanta vontade e gula.Pensei em resistir,mas assim que Antônio enfiou a língua na minha,deixei rolar.Afinal,que mal tinha um simples amasso?Desde que ninguém ficasse sabendo,muito menos minhas amigas,que iam zoar de mim.Ele começou a tocar meus seios sob a blusa,em seguida me despiu,chupando-me demoradamente.E eu que não sou de ferro,passei a mão pela calça do garoto,notando um certo volume.E só por curiosidade,abri o zíper para poder sentir melhor aquilo.Era tudo o que Antônio queria,pois me ajudou a descer a calça dele...tirando para fora um pintinho que logo se transformou num pauzão. Minha intenção era só olhar,tocar de leve também,afinal de contas apesar de já ter ficado,namorado,nunca tinha ido para cama com alguém e certamente minha primeira vez não seria com um fedelho.Ah,não mesmo!Contudo,o que não esperava era que Antônio com seu jeito precoce,fosse empurrar para dentro de minha boca.Tentei cuspi-lo,foi quando ele agarrou minha nuca,incentivando-me a chupa-lo.De início lambia só a cabeça,ora sugava com carinho entrando no embalo,ora ia mais rápido,ora mais lento... ele pulsava e gemia tão alto que fiquei louca para dar pra ele.Com um sorriso convencido,Antônio me deitou na cama e meteu um dedo depois a língua na minha xana que embora apertadinha já estava molhada,doida para conhecer os prazeres da carne.Apesar dele ser menino de tudo,ele tinha quase a mesma altura que eu,portanto assim que veio para cima de mim foi facim" nosso encaixe.De pernas abertas,eu sentia cada cm daquele pau entrando em mim.Podia parecer maluquice mas tão logo ele meteu,pela cara de dor,podia jurar que assim feito eu era a primeira vez que transava.Antônio chupava meus peitos super carinhoso,dizendo o quanto eu era gostosa,até que segurou firme ma ninha bunda pronto para gozar,nesta hora dei um pulo não poderia deixar ele ejacular dentro... como explicar para minha mãe uma possível gravidez cujo pai era ainda uma criança.Nos beijamos,exaustos.Mas mal Antônio se recuperou,queria mais.É claro que já não dava, o pau dele ainda estava com porra e também não poderíamos nos arriscar a sermos flagrados no ato.Entretanto,Antônio me persuadiu a ficar de 4 enquanto só relava a vara no meu cuzinho,sem penetração.Ficamos ali nos esfregando até ouvirmos um motor de carro.Só sei que passei a contar as horas para ser pega novamente por aquele pirralho.E devo dizer que isso se repetiu muitas outras vezes.

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