segunda-feira, 28 de julho de 2014

Puramente Atrevida !!


Deitada na cama,olhava através da janela,onde era possível ver relâmpagos cortarem o céu,num prenúncio de uma tempestade de verão.Abracei meu corpo nu e gelado.Os bicos de meus seios estavam sensíveis e empinadinhos e eu pressionava uma coxa na outra,numa vontade imensa de me entregar.Baixinho,num sussurro falei o nome dele:"Rodolfo".Estávamos juntos há um mês,mas por decisão minha,nossa intimidade estava no estágio inicial.Por isso,me encontrava ali sozinha,tendo dito a ele que um encontro absolutamente a dois,ainda era muito cedo.De repente,ouvi a campainha tocar.Intrigada,vesti um robe juto com a calcinha,ajeitei superficialmente os cabelos e fui atender.Era o próprio.Moreno,alto,bonito e sensual!
-Oi...-disse ele,um tanto desconfortável.-Sei que provavelmente não deveria estar aqui,mas como passava por perto...não resisti.
-Parece que não.-concordei.
Sabia que ele partiria se pedisse. Possivelmente eu fosse uma louca, mas queria que ficasse. Queria satisfazer uma parte de mim que nem julgava existir.
-Não quero que vá embora!
-Nem eu quero ir.
Com a decisão tomada, ele bateu a porta e cortou a distância que nos separava. Rodeou meu pescoço, aproximando seu rosto do meu. Beijou minhas bochechas e roçou o canto dos meus lábios delicadamente com a língua.Ele me abraçou mais forte, mas não aprofundou o gesto.Fui eu que beijei-o com maior firmeza, insistindo para que entreabrisse a boca com suaves movimentos provocadores da minha língua.Um calor ardente explodiu entre minhas coxas quando Rodolfo finalmente pôs a mão em minha nunca,apoderando-se de meu pescoço com mordidinhas e lambidas,deixando que eu descobrisse o quanto ..ainda me queria!Qualquer homem teria desistido no primeiro obstáculo.Exceto ele!Então,não tive como evitar a resposta do meu corpo. Retorci-me contra o volume do pau dele que pressionava ansiosamente o meio de minhas coxas. Queria senti-lo dentro de mim com uma ferocidade quase desesperada. Meu gemido foi parte prazer e em parte angústia.Rodolfo percebeu minhas dúvidas e suavizou gentilmente a pressão da mordida e da pegada em meu traseiro.Empurrou-me para frente,vindo por trás e sussurrou:
— Não temos que fazer nada que não deseje,doçura.
O pinto saltou em veemente protesto contra minhas nádegas.Eu obviamente notei", pois dei um significativo olhar naquela direção.Rodolfo suspirou.
_Só porque estou duro não quer dizer que vou forçar alguma coisa.
-Sei que não.-falei com voz trêmula.
Nos olhamos de frente!Rodolfo certamente percebeu que o meu olhar cauteloso e precavido,o qual sempre me acompanhava,tinha desaparecido e que minha hesitação em falar era só resultado da emoção num pedido "mudo".
— Não irei a lugar nenhum. Ficarei toda a noite e conversaremos, ou podemos jogar alguma coisa. — Envolveu-me entre seus braços e me apertou contra o peito. — Só quero estar contigo.
Fiquei tensa em seus braços.Emoções estranhamente afetuosas encheram meu peito enquanto o muro que tinha erguido para proteger meus sentimentos desabava. Uma sensação cálida percorreu todo o meu corpo. Durante anos,tendo sido fruto de uma educação severa,me neguei a possibilidade de aproximar-me verdadeiramente de um homem. Tinha evitado a vulnerabilidade e a perda de controle que poderia vir a ter se me espojasse por inteiro com alguém.Diabos!Por que as mulheres ainda eram criadas para serem sérias e comportadas,enquanto os homens eram livres para fazer o que bem queriam?A menos que as mulheres reivindicassem por mudança.
Meu temor desapareceu justo aí,com seu corpo forte e quente me envolvendo.      
— Sabe o que desejo?
— Hummm —Ele suspirou com satisfação pela suave pressão dos meus lábios nos dele.
-Quero esquecer tudo ao meu redor.-Com um sorriso,deslizei a mão suavemente pra dentro de sua camisa,adorando sentir aquele peitoral quente sob meu toque.Dei uma unhadinha!
Rodolfo beliscou suavemente minha bunda em advertência.
-Se quiser que me comporte...
-E quem disse que pretendo isso?Meu único erro do passado me tornou essa pessoa desconfiada,reticente.E meus pais contribuíram muit...-interrompi o relato,pois já não era mais importante.-Quero tanto você que isso me assusta.
— Sei... A mim também — Confessou ele.
Finalmente,partimos para a ação!Rodolfo escorreu a mão pela minha pele e agarrou um seio, apertando meu mamilo através do tecido suave.Em seguida,colocou a boca ali,chupando-me,mas sem me despir.Eu gemia a umidade inundando a minha bucetinha. Subitamente,ele me levantou no ar,esfregando seu pinto em mim em uma cadência que rapidamente me deixou ofegante e coberta de ardente rubor.
— Vamos para o sofá.Quero senti-la gozar. — o ouvi sussurrar lambendo minha orelha.
-Sim...
Comigo no colo,ele me despiu só do roupão,enquanto seu olhar passeava pelo meu ventre, coxas e pernas em uma avaliação lenta,provocativa.
-Você é tão..linda
Rodolfo me beijou tão profundamente que quase perdei o controle de mim mesma.Aliás perdi,quando sem aviso ele infiltrou um dedo sob a calcinha,alcançando minha xana em movimentos rápidos e circulares,fazendo-me gritar.
-Estou machucando...gostosa?
Em vez de responder,para minha própria surpresa e a dele,eu mesma o acompanhei na masturbação,rebolando,apressando-o ainda mais para provoca-lo.Gotas de suor marcaram a testa dele e com voz séria,ele disse.
-Se não parar,não me responsabilizo...
Apesar do aviso,eu me levantei e tirei minha calcinha,ficando nuazinha na frente dele.Rodolfo emitiu um som gutural e selvagem ao mesmo tempo que mergulhava a cabeça entre minhas coxas,sacando sua língua em meu grelinho num ritmo forte e impulsivo,produzindo um intenso calafrio de prazer em mim que quase me fez desmaiar.
-Eu avisei...Rodolfo ergueu-se e mordiscou um mamilo.Em seguida fechou a boca e sugou o bico.-Onde fica seu quarto?
Chegando lá,ele tirou rapidamente a camisa, baixou as calças e a cueca.Demonstrou uma expressão de alívio quando deixou de sentir o pau apertado.Exposto ao meu olhar de admiração, sua ereção aumentou ainda mais.Elevei meus quadris num convite aberto para que me comesse.
-Calma,tesouro, ou não poderei me conter...
-Não quero que se contenha mais...
Guiada pelo instinto,punhetei aquela vara a principio lentamente depois com certa pressão,esfregando a cabecinha em meu clítoris,ciente de que Rodolfo apertava os dentes no limite da resistência.
-Não me faça implorar.
Rodolfo enfim meteu,empregando um entra e sai frenético,cada vez mais forte e fundo,enquanto olhávamos um para o outro, dançando o ritual mais antigo do Mundo.Embora fosse bem apertadinha,não queria gentileza,tampouco sutileza,por isso Rodolfo entrelaçou os dedos em meu bumbum,bombando sem dó.Com a outra mão ele segurou meus pulsos sobre a cama fazendo-me arquear inteira,até extrair a última gota de gozo do meu corpo.Eu o abracei quando ele desabou em cima de mim igualmente satisfeito e afundou o nariz em meu pescoço.
-Valeu a pena esperar.
Sim! Tinha valido a pena cada momento compartilhado,cada carícia,cada olhar e devia isso a Rodolfo.O único homem que conseguiu me libertar para me tornar naquela mulher "puramente" atrevida!

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