Depois da separação dos meus pais,fui criado pela minha mãe.Embora já fosse quase um adulto,ela parecia querer controlar todos os meus passos.Era do tipo super protetora,enfim um saco.Mas isso quando eu permitia.Em ocasiões,por exemplos cruciais,como quando estava prestes a receber minha mesada" ou quando a convencia com toda minha lábia,alegando obediência, de que queria ir a uma festinha de última hora.Mas hoje me encontrava "quebrado" e como a coroa não permitia visitinhas de "amigas",eu estava na rebeldia e seriamente disposto a quebrar regras.Aproveitei que minha mãe saiu para ir à manicure para recorrer a minha agenda telefônica virtual.Após três chamadas,minha peguete atendeu.Expliquei brevemente a situação,dizendo que estava completamente sozinho em casa em pleno sábado e apesar de ter resistido um pouco,afinal Pâmela conhecia bem a fera,felizmente topou meu convite de vir até aqui.Em pouco tempo,tinha feito a barba,estava de banho tomado,apenas com uma toalha amarrada na cintura,enfim com o bicho solto literalmente,pronto para entrar em ação a qualquer momento.Dali a pouco,ela chamou da porta e foi entrando ao me ver praticamente semi-nu ficou olhando para mim, ali na sua frente de pau já "animadasso".Eu estendi a mão para retirar a toalha e ela ainda não parava de mirar o meu cacete.Por pouco não babava.Fiz Pam tocar nele" sobre o tecido,foi então que ela se esquivou como se tivesse levado um choque de "consciência",dizendo.
-Tá louco,leque,quando me chamou pensei que fossemos sair e não ficar aqui.Sua mãe pode aparecer de surpresa.E o pior de tudo é enfrentar o sermão de minha família depois.
Com um sorriso,voltei a me aproximei,queimando de desejo só em vê-la naquela roupa sexy dando destaque para uma calcinha branca,rendada,fininha,capaz de enlouquecer até um santo.
-Não esquenta,gata.Ela vai demorar.Só estamos nós dois em casa.Vamos brincar...diz que sim...vai.
Não dei tempo para ela pensar,peguei-a no colo,levando-a para o meu quarto,trancando em seguida a porta.Apenas por precaução.Não gostaria de ter minha privacidade invadida em um momento tão inoportuno.Assim que coloquei Pâmela de volta no chão,comecei a beija-la de modo safado,persuasivo,minha língua enroscando na dela exigindo submissão.Percebi pela maneira que ela tb me devorava que havia vontade em se entregar,ao mesmo tempo algo a impedia de seguir adiante.Minha mãe sempre atrapalhando,maldição!Resolvi então tomar uma atitude drástica.Fiquei nu na frente de Pam e comecei a bater uma leve punheta ciente de que ela decidiu mandar a razão as favas ao me auxiliar com sua própria mão em minha rola.
-Sei que não vai prestar,mas minha buceta já esta toda molhadinha pra você!
Ao ouvir aquilo,minha pressão sanguínea foi nas alturas e uma parte específica de minha anatomia também,como se eu já não estivesse ereto o suficiente.Num impulso,arranquei sua blusa,saia,porém dediquei uma atenção especial a calcinha,a qual arrebentei partindo ao meio com um só puxão,mamando aquelas tetinhas novinhas como uma criança faminta.Nisso Pâmela gemia meu nome,dando uma unhadinha travessa na cabecinha do meu pinto.Procurado me controlar,embora fosse quase impossível desci a mão até sua xana peluda,afastei os pelos em busca do seu grelinho,assim que encontrei meti dois dedos com muita força e tesão,arrancando dela um gritinho de dor e êxtase.Tive que parar,tapando-lhe a boca com a mão desocupada,quando ouvimos um barulho de carro.Pâmela ficou branca feito papel,depois vermelha de raiva ao falar baixinho.
-Sua mãe chegou.Agora quero ver a gente sair dessa,seu mentiroso irresponsável.
Nem um pouco temeroso,mas ofendido pela injusta acusação,esbravejei,pois estava certo de que a barra estava limpa."Por que mães eram tão chatas?"Nu,fui ate a janela e constatei que era apenas o vizinho,felizmente.
_Espere,Pam.-impedi que ela voltasse a se vestir,jogando a saia de novo no chão.-É apenas o vizinho do lado.
-Tem certeza?
-Absoluta.Agora vamos para cama.Quero chupar sua xota.
Deitada,completamente escancarada pra mim,numa paisagem de tirar o fôlego,pedi que ela tocasse uma siririca na minha frente antes do oral.Quanto mais Pam se masturbava mais eu me viciava naqueles incríveis movimentos cheios de sensualidade.Encurtei nossa distância e sem mais demora mandei ver nas mordidas,linguadas e afins.Aquele corpão se retesou tanto que gozou na minha boca.Que gostinho bárbaro!Logo estávamos nos beijando de novo ...soprando em seu ouvindo que queria um boquete agora!Nessa hora,mudamos de posição,eu fiquei de joelhos na cama e ela meio inclinada com os lábios a poucos cm de minha vara pulsante.De olhos fechados,senti quando ela encostou a boca na beirada de minha cabecinha gosmenta..foi aí que...
-Filho,você tá ai?
Minha mãe era realmente FODA,escolhia o pior momento para dar o ar da graça.Evitando que Pâmela escapasse,agarrei-a pela nuca e a fiz me abocanhar numa bela chupada,ditando o ritmo enquanto tentava despachar a velha.
-Tô.Me deu um sono,quando comecei a ver tv.
Uma mexida na maçaneta.De boca bem ocupada,Pâmela me olhou como se suplicasse que parássemos tudo aquilo.Nem pensar!Empurrei de novo e de novo,estava tão maluco que a coitada quase engasgou ao me sentir na garganta.
-Por que trancou a porta?
Rangi os dentes,movido pela raiva e excitação ao mesmo tempo.Pâmela era expert na chupetinha,enquanto minha mãe era expert em me encher a sacola"!
-Mania.-finalmente respondi,espirrando porra para tudo que era lado.-A senhora quer alguma coisa?
Com nojinho,Pam limpou a boca preparada para me deixar na mão,considerando seu olhar para a varanda como se planejasse uma fuga.Puxei-a pela bunda,fazendo com que Pam caísse convenientemente de 4 no leito.
-Deixa,filho.Volte a descansar.Vou ali no mercado e volto logo.
-Beleza.
Beleza mesmo foi ter aquele traseiro só pra mim, o qual belisquei,beijei,afastando as bandas para então chupar aquele botãozinho apertadinho como nunca.Mesmo adorando minhas carícias,pois Pâmela tinha os olhos cheio de lágrimas,o choro do prazer,rebolava como se para me expulsar ali.
-Não seria melhor a gente....fuder depois?Não quero encrenca para mim.
Indiferente ao que ela dizia,mergulhei em sua xaninha e cu com pressão e em alternância,justamente como Pam gostava.Em seguida sorri triunfante,quando ela gozou tanto que se molhou toda.E eu idem.Ficamos deitados lado a lado,com meu pau um pouco em pé.Foi então que tirei a camisinha e mandei que Pam esfregasse os peitos nele".
-Sei que você faz uma espanhola como ninguém,delícia.Portanto,manda vê.
Com um jeito sapeca,Pâmela fez direitinho o serviço",segurando minha pica,com menção de brincar outra vez.
De repente,uma batida na porta."Aff,será possível?"
-hm..que é mãe?
-Comprei frutas e aquele cereal que vc adora.Se estiver com fome,é só descer.
Ao contrário das outras vezes,Pam permaneceu onde estava e voltando a me chupar,não demonstrou repúdio,na verdade bebeu todo meu leitinho,coroando o fim de uma trepada muito doida.
-Ok,mãe.Daqui a pouco eu vou!
Eu e Pâmela nos pegamos mais um pouco e ela foi embora,pulando o muro da vizinha.Fizemos daquilo um hábito.Um gostoso e inconfessável hábito!

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