Meu apelido desde a infância é "Diabinha".Vivia atiçando os meninos lá na rua,medindo força com eles,debochando quando perdiam para mim.Hoje meu tipo de brincadeira é outro.Adoro tentar homens casados,noivos a beira do altar e até mesmo coroas bem-resolvidos e sucedidos.
Como recém-frequentadora de igreja,meu foco era o oposto:o pároco.Cristiano parecia mais jovem do que os seus 27 anos,sempre muito simpático,cumprimentava a todos, com aquele sorriso que tirava a paz de qualquer uma.Desde a semana passada em diante,não faltei um culto.Tentava chamar atenção de todas as formas que podia,apesar da óbvia reprovação dos fieis.Usava roupas longas porem justas que acentuavam o contorno de meus peitos e bunda.Franzia a testa,fingindo tentar entender a passagem da bíblia e mordia os lábios sempre que ele me olhava.Mas apesar disso,Cristiano parecia se mostrar distante.Isto era o que ele pensava.Esperei pacientemente o final da missa,para então me posicionar em frente a sacristia, dizendo de modo "inocente que o que tinha para confessar era totalmente em particular.Ele concordou no mesmo instante.Contudo, protestou, veementemente quando entrei no confessionário, tornando aquele espaço perigosamente ínfimo.
“Por favor,saia,menina.Não tem medo de ser castigada?"
“De jeito nenhum.-falei.-Não tenho culpa se me deixou louca desde o primeiro momento que te vi”.
Chocado,mas com cara séria,ele me deu um sermão.-Olha,moça,você está confundindo as coisas.Sou um homem de Deus,e a senhorita deveria encontrar alguém que seja do mundo.Cansada de tanto blablablá,decidi agir,desamarrando minha frente única e expondo minhas tetas jovens e branquinhas.
-Vai me dizer que não gosta de apreciar o belo?
O pároco fez de tudo para não olhar,mas como foi pego de surpresa,não pôde disfarçar seu olhar de cobiça sobre minha pele arrepiada.
-Já disse...
Sorrindo diabólica,afundei aquele rosto em meus peitos e esperei.Gemi,quando minutos depois,como se lutasse contra a própria consciência,ele passou a mamar meus mamilos com uma fome desmedida de quem era novato na área.Será?Como se estivesse mortalmente arrependido,Cristiano se afastou tão bruscamente que bateu a cabeça na parede.
-Ei cuidado.-resolvi ser direta.-Me responda. Vc nunca teve uma mulher?
-Já tive duas.-foi a confissão a contragosto.-Por que?
-Elas são mais gostosas do que eu?
Tornei a me despir,daquela vez da calcinha,ficando nua em pelo.O homem resfolegou audivelmente,a ereção se tornando visível sob a batina.
-Não.
Lisonjeada,não perdi tempo.Introduzi o dedo dele em minha xaninha. Comecei a rebolar,o que o fez,ele próprio me masturbar,tirando e colocando,de maneira deliciosamente experiente,ao mesmo tempo que mordia meus biquinhos.Era a oportunidade que eu precisava.Cai de boca naquele cacete, que já estava prontinho para ser boqueteado. Eu o fazia sem pressa, passando a língua levemente na cabeça, depois o lambendo até o fim. Depois o chupava com vontade, como se aquilo fosse vital para mim.Cristiano,puxava desesperadamente meus cabelos com uma mão e com a outra,massageava meu cu,me fazendo gritar de prazer.O pároco era definitivamente um homem surpreendente.
Ele tb gemia,urrava,quando aquele jato quente veio, lambuzando minha boca,e eu engoli com gosto, como se necessitasse daquilo.Subitamente me desvencilhei.
-Venha aqui sua putinha.Ainda não terminamos.Vire-se.Quero fuder esse rabo.
Eu sorri abertamente.Havia conseguido o que queria.Provoca-lo,transforma-lo em um verdadeiro pecador.Se bem que pela 1° vez estava disposta a me entregar,a fuder sem truques.Queria Cristiano me rasgando,metendo com vontade,mas não seria "A Diabinha" se não o deixasse dividido entre a consciência e a culpa,a ponto de até mesmo cogitar largar o sacerdócio.Por isso,me recompondo,repliquei.-Nem pensar!

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