Eu era a chefe de Cadu há quase 1 ano.Assim que o conheci foi tesão a 1° vista.Depois de alguns meses sem namorar,ele foi o primeiro cara que me fez molhar a calcinha só de vê-lo,seu tom de voz me fazia arrepiar e qualquer toque ocasional deixava minhas pernas bambas.E hoje,após tanto chove-não-molha,provavelmente meu cargo de superiora o intimidava,tinha certeza que ia tirar todo o atraso.Eu estava em visitação a uma fabrica de vinho,sendo somelier e Cadu logo se prontificou a ser meu guia dentro das instalações da fábrica.Fomos caminhando a conversando a respeito do trabalho até que paramos entre alguns barris.Aquele cheiro de uva, vinho,a pouca luz e o silencio por não ter ninguém por perto,esquentou o clima,ainda mais quando ele me olhou de cima a baixo,eu estava com um minivestido verde que valorizava bem meu decote,cabelos escovados e óculos escuros.Sem dizer absolutamente nada,Cadu me beijou com paixão,sua mão em minha bunda,acariciando suavemente,coloquei as mãos no peito dele e me livrei do abraço,dizendo que estávamos no lugar errado.Era apenas um joguinho para provoca-lo e para não parecer fácil demais,embora estivesse doida para dar.Ele falou que nosso desejo tinha se acumulado por tempo demais e que ninguém podia me julgar,ao mesmo tempo que tirava meu vestido,meus oculos e despenteava minhas madeixas.Não mais protestei,meus peitos já estavam pra fora,duríssimos,sensíveis,eles foram amassados,chupados,os mamilos foram mordidos,enquanto eu rebolava meus quadris contra ele e me contorcia.Cadu enfiou a mão por dentro de minha calcinha e foi logo introduzindo três dedos em minha buceta ensopada,me fazendo gemer baixinho.
-Você é uma mulher fogosa.Pode gritar,estamos sozinhos.Adoro parceiras liberais.
Eu bem que queria berrar,xingar,mas não podia perder a pose de chefe.Ciente disso,Cadu me masturbou com a boca de um jeito bem sacana,sua língua parecia invadir todo o meu ser,até que não aguentei mais,cravei as unhas em suas costas e gritei.
-Ai,caralho,isso é bom demais!
Trinfante,ele me deixou de joelhos,segurando minha nuca,sacou seu pau pra fora da calça,mais grosso e potente do que a maioria,então o aceitei entre meus lábios,lambi,beijei,com ele forçando os movimentos para a vara dele ir até minha goela,eu mamava com muito prazer,sentindo aquele gosto de virilidade e poder.Cadu confessava que imaginou meus olhos azuis escurecerem de desejo,enquanto babava seu pinto olhando pra ele.
-Agora,vamos com mais calma.
Ele então me empurrou contra os barris e apanhou uma garrafa do "Porto" e logo tentei imaginar o que faria com aquilo.
-Empine para mim.
Fiquei inclinada o máximo possível,e ele passou a mão em minha xaninha e cuzinho,deixando-me mais molhada em seguida senti algo frio em minha anatomia,olhei pra trás e vi Cadu sorrindo cheio de malícia.Por sobre o ombro,observei-o lamber,assoprar a garrafa e daí enfiou em minha xotinha,tão lentamente que foi possível sentir a troca de calor,a textura da garrafa,o grude* em minha pele,o cheiro do sexo,me proporcionando o melhor orgasmo de minha vida.Com a garrafa posta no lugar,fui virada e erguida abruptamente e Cadu meteu com ímpeto,dava urgentes bombadas,socando tão fundo que minha bucetinha ficou larga para dar conta daquela rola pontuda,enorme.Mas não paramos por ai.Cadu apontou para meu traseiro,dizendo.
-Vem a parte melhor.
-Você diz comer meu rabinho,é?-falei,só com intuito de também dizer sacanagem,besteiras.
Ele abriu bem minhas nádegas e começou a chupar meu cu,eu ia a loucura chorosa,a língua dele deslizando com força em cada preguinha minha.Assim que ele roçou sua pica em meu ânus,dei aquela empinada,na esperança de doer menos,daí Cadu começou a forçar a entrada,doeu,e entre gemidos,requebrei para ver se encaixava,acho que surtiu efeito pois meu traseiro foi alargando aos poucos,ele foi enterrando cm por cm de seu pauzão ali,dizendo o quanto eu era gostosa e apertada mas prometendo que sairia dali bem ardida e arrombada.
Eu aproveitei cada segundo,cada estocada que ele dava,mais eu pedia pressa,selvageria.
Gozamos feito dois loucos,com porra jorrando para todos os lados.
-Por que está rindo?-eu quis saber,também sorrindo.
-Sempre soube que seriamos perfeitos juntos,"Chefinha".

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