Era meados de outono mas o calor era tão opressivo que decidi deitar na rede,la fora,apenas de calcinha e top,aproveitando que era altas horas da noite.Pensei em Álvaro.Estávamos dando um tempo.Nada mais desestimulante do que brigar a todo momento por qualquer motivo.Ele era do tipo que lançava acusações sem provas e depois pedia desculpas pensando que tudo iria ficar bem.Não,dessa vez!Estava cansada disso.Devo ter adormecido porque quando abri os olhos,senti um toque em meus seios,seguido de um apertão quando tentei me esquivar.
-Está louco,Alvaro.Como entrou aqui?-quis saber tão logo o reconheci pela loção que usava.
-Tenho a chave,esqueceu?
-E o que faz aqui?
-Quero você.-foi a objetiva declaração em vez da habitual reprimenda do tipo*"Não acha que está a vontade demais com essa falta de roupa?
-Mas estamos dando um te...
Ele sequer me deixou terminar a frase,beijando-me com ardor,arrancando minha camiseta,sem ligar para os meus protestos.Quanto mais eu dizia não,mais ele ousava,chupando meus mamilos,mordendo-os descendo minha calcinha e metendo o dedo em minha xaninha bem la no fundo com toques ágeis e nem um pouco delicados.Deitado comigo na rede,senti seu cacete crescer bem junto de minha bucetinha. Involuntariamente, meu corpo parecia ferver de tanto desejo.
-Pare!
Mas Álvaro prosseguia,despindo-se,exibindo toda sua boa forma,colocando o seu pauzão pra fora,conduzindo minhas mãos em direção a ele.
-Coloque na boca.
Claramente hesitei,não queria perdoá-lo facilmente,mas ele beliscou minha bunda me fazendo gritar foi ai que aproveitou meus lábios abertos para introduzir seu pinto la,forçando minha nuca pra frente pra trás num oral indecente e violável.Ele começou a gemer dizendo que iria me comer,então reunindo coragem me desvencilhei,correndo pela varanda,ouvindo passos atrás de mim.
-Pensa que pode fugir?
Alvaro me cercou com um olhar ameaçador traiçoeiro e assim que fiz menção de escapar novamente, fui agarrada e levada de volta para a rede,apoiada de costas.Observei quando ele colocou o preservativo, mirando sua rola no meu buraquinho.Apesar do prazer que sentia,ainda tentei detê-lo.
-Se me possuir sera "A FORÇA !
Aquela sentença pareceu incomoda-lo,mas só por um instante pois Alvaro enfiou um dedo em cuzinho constatando que estava pronto para recebe-lo.E quando meteu,meteu realmente com força,mas não a ponto de machucar.Colocava e tirava em golpes cheio de safadeza, arrancando-me gritinhos de dor e tesão ,enquanto amparava meus peitinhos durinhos e saltitantes.
-Está doendo?Posso parar.-ouvi-o dizer,meio que tardiamente.
-Nem pensar.-falei,excitada.-Goze comigo.
Gozamos. Senti o preservativo encher-se dentro de mim, e o pau de Álvaro a latejar. Ele parecia até arrependido do que havia feito.
_Não se culpe,querido.Adorei o seu método de sedução a força.

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