Faltava mais ou menos 1 hr para o hipermercado fechar.Tinha sido um dia tranquilo.Até que do nada foi anunciado um assalto.E em seguida senti uma coisa gelada na minha cabeça,era o cano de uma 45 conhecida como coult.
_Se você me obedecer,prometo que vai sair com vida dessa.
Nisso,vejo mais 6 homens todos encapuzados se espalharem pelo local.Só conseguia rezar,pedindo para que ninguém se ferisse.A violência dos grandes centros habitualmente atingia muitos inocentes.
-Por favor,seja rápido.
O homem que falava ao celular,me olhou.Era incrivelmente alto,de fala educada,uma voz de locutor.A única parte que podia ver de seu corpo eram os olhos de um verde piscina,lindos,sedutores.Eu própria me repreendi chocada com meu pensamento.Como poderia me sentir atraída justamente naquela hora e pior pelo bandido?Não poderia estar sofrendo da síndrome do Estocolmo,afinal ele não era sequestrador.
_Venha!
Ele me fez sair do caixa e me levou para a padaria nos fundos da loja e aproveitando que o comparsa passava por perto,ordenou que comandasse o roubo,pois tinha um assunto a tratar.
_Quero fazer sexo contigo.
Direto,seco e objetivo.
Pensei que estivesse ficando louca,ouvindo algo que não foi dito.Mas o homem se aproximou rapidamente,tapando minha boca.Não podia gritar por socorro.O pânico bloqueou minhas ações.Tremi.Seria estuprada?Fiquei nauseada.A luz foi apagada e fui empurrada de encontro a uma parede.Ele estava excitado,visivelmente ofegante,ao amarrar meus pulsos pra trás,com uma corda improvisada.Logo enfiou a mão por debaixo de meu uniforme e senti o toque atrevido de seus dedos em meus peitos,apalpando,apertando os biquinhos.Ficou uns 3 min ali,chupando-me.Apesar do pavor impedir até meus pensamentos de reagir,em vez de aversão que experimentei antes,gostei daquilo.O homem priorizava preliminares.Desceu a boca pela minha barriga,abrindo a calça num movimento rápido mas não violento.,tirando minha calcinha nos dentes,deixando-me completamente exposta a ele.Aquela língua sem demora afundou em minha xaninha...ensopada.!Era impossível acreditar que estava sentindo prazer com tudo aquilo.Algo nele,despertava coisas estranhas,desconhecidas em mim.Parecia uma vagaba.Abri mais as pernas,para dar acesso maior a minha intimidade.Ele notou.Desamarrando-me,ergueu-se sorrindo,com a boca suja de meu mel.
_Gostosa,sabia que você não me decepcionaria.
Postando-se atrás de mim,colou seu quadril ao meu.Sua ereção parecia ferro.Ele abriu a roupa expondo seu pinto branquinho e generoso,o qual esfregou em minha bunda,dizendo._Sou fissurado num rabinho.
Mal disse isso,meteu em meu traseiro com força,dessa vez,sem rodeios e nem queria mesmo,pois já o aguardava quente e ansiosa,em qualquer parte de minha anatomia.A cada gemido meu,ele deslizava gostoso em meu interior,mais e mais fundo.
_Quer que eu goze onde?-foi a pergunta que me fez,no auge do momento.
Imediatamente,ajoelhei-me diante do bandido,dando mordidas,raspando a língua em toda a extensão daquele cacete,sendo premiada com uma explosão de gozo em pleno rosto.Lambi os lábios,ouvindo-o deixar escapar um palavrão de tesão entre os dentes.Que aventura.Adrenalina a mil...Mesmo na penumbra,dava para distinguir o olhar fogoso que trocamos.Rimos,não precisávamos dizer absolutamente nada.O assalto estava feito e fui eu" a vítima "felizarda".

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