Me chamo Queli
Tenho 29 anos.
O relato que irei contar aconteceu comigo no inicio deste ano.
Eu estava em uma festa, e como toda festa, era regada a bebidas das mais diversas qualidades.
Depois de horas de festa, eu já estava pisando leve como se diz aqui onde moro.
Tenho 29 anos.
O relato que irei contar aconteceu comigo no inicio deste ano.
Eu estava em uma festa, e como toda festa, era regada a bebidas das mais diversas qualidades.
Depois de horas de festa, eu já estava pisando leve como se diz aqui onde moro.
O pessoal já estava saindo, e comigo não foi diferente. Tomei o resto que estava em meu copo, e saí.
Andei alguns metros, e um rapaz no alto de seus vinte e tantos anos me ofereceu carona.
Madrugada, carona com estranho. Tinha tudo para não acabar bem. Ele encostou e disse que também estava na mesma festa que eu. Se apresentou. Parecia um bom rapaz.
Relutei por um instante, mas minha casa era longe dali. Aceitei a carona.
Em dado momento, notei que ele estava fazendo um trajeto contrario do que eu havia indicado.
Questionei. Ele então sem pestanejar disse que iria passar em sua casa antes e já iríamos.
Andei alguns metros, e um rapaz no alto de seus vinte e tantos anos me ofereceu carona.
Madrugada, carona com estranho. Tinha tudo para não acabar bem. Ele encostou e disse que também estava na mesma festa que eu. Se apresentou. Parecia um bom rapaz.
Relutei por um instante, mas minha casa era longe dali. Aceitei a carona.
Em dado momento, notei que ele estava fazendo um trajeto contrario do que eu havia indicado.
Questionei. Ele então sem pestanejar disse que iria passar em sua casa antes e já iríamos.
Chegando em sua casa, perguntou se eu não queria descer do carro, enquanto ele pegava algo "que eu não entendi bem o que era".
Desci do carro. e acompanhei o rapaz casa a dentro.
Foi então que ele me pegou por um dos braços e quis me beijar a força. Eu o empurrei e quando fui abrir a porta para sair, ele me agarrou e me jogou no chão dizendo que tínhamos algo a fazer antes de irmos.
Foi então que ele me pegou por um dos braços e quis me beijar a força. Eu o empurrei e quando fui abrir a porta para sair, ele me agarrou e me jogou no chão dizendo que tínhamos algo a fazer antes de irmos.
Com uma das mãos em minha boca. A outra ele puxou violentamente a alça do meu vestido. Deixando meus seios expostos. Começou a apertar como se não soubesse o que era aquilo.
Ele tentou abrir sua calça, até que com uma só mão conseguiu. Deixando exposto um cacete grande e grosso, semi duro. Enquanto roçava aquela vara na minha bunda ainda de calcinha, ele mordia meu pescoço com força.
Ele tentou abrir sua calça, até que com uma só mão conseguiu. Deixando exposto um cacete grande e grosso, semi duro. Enquanto roçava aquela vara na minha bunda ainda de calcinha, ele mordia meu pescoço com força.
Pedia para eu não gritar que iria ser rápido.
Então soltou a outra mão do meu rosto.
E nesse momento puxou com violencia minha calcinha. E sem pestanejar socou aquele pau na minha buceta.
Eu estava bêbada, sendo estuprada. O que mais poderia acontecer...
Ele socava cada vez com mais força.
Apertava meus seios com aquelas mãos enormes enquanto me chamava de vadia, puta.
Estranhamente o que era sujo. foi me dando tesão.
Comecei a relaxar se é que era possivel. E a rebolar naquela vara roçando minha bunda em seu quadril.
Me desvencilhei e virei de frente para ele. Segurei seu pau com minha mão e com a minha cara mais safada possível. Olhei pra ele e disse Me come grandão. Sou toda sua. E eu mesma ajudei com a mão ele a colocar aquele pau de novo em mim.
Eu estava já toda dolorida, pois ele socava cada vez mais forte.
Apesar de eu já não considerar mais que eu estava sendo estuprada. Pois naquele momento talvez eu estivesse com mais tesão que ele.
Foi então que eu abaixei em sua frente e comecei a mamar aquele pau grosso dando mordidas que estavam deixando ele maluco, sugava aquela cabeça gostosa.
Mamei aquele pau como nunca tinha mamado alguém antes. Enquanto chupava a cabeça daquele cacete, massageava com uma das mãos suas bolas. As quais passei a chupar loucamente enquanto comecei a bater punheta para ele.
Ele me estapeou na cara me chamando de vagabunda. Para muitas seria motivo de sair dali, por a rouba e ir embora. Mas aquilo me dava mais e mais tesão. Sentindo o calibre daquele pau em minha boca, eu ofereci pra ele o premio máximo que um homem poderia ter de uma mulher. Me coloquei de quatro na frente dele. e pedi que ele metesse aquela vara no meu cu.
Como já era de esperar, ele não foi nada delicado. Colocou a cabeça encostada na entrada do meu cu, e empurrou aquele cacete com força pra dentro. Nessa hora soltei um grito, misto de dor e de tesão.
Me come seu cachorro. Não era isso que queria? Agora come sua puta. Goza no meu cu. Enche esse buraco de porra.
Foi só o que lembro daquela noite. Acordei nua toda melada de porra na bunda e na cara. Na área dos fundos daquela casa. O sol já por nascer. Peguei meu vestido que estava jogado ali no chão. coloquei e sai como se nada tivesse acontecido. O que era pra ser um estupro foi a foda mais prazerosa da minha vida.
Mas fica aqui meu alerta.
Cuidado com caronas com desconhecidos. E outra coisa. Não estou incentivando o estupro. Até porque me fiz de puta na ocasião para que justamente ele não me arrebentasse e talvez hoje eu não estaria aqui dando o depoimento. Simplesmente deixei acontecer. Movida pelo medo de ser espancada, e confesso, movida também pelo tesão quando fiquei cara a cara com aquele cacete enorme.
Mas fica aqui meu alerta.
Cuidado com caronas com desconhecidos. E outra coisa. Não estou incentivando o estupro. Até porque me fiz de puta na ocasião para que justamente ele não me arrebentasse e talvez hoje eu não estaria aqui dando o depoimento. Simplesmente deixei acontecer. Movida pelo medo de ser espancada, e confesso, movida também pelo tesão quando fiquei cara a cara com aquele cacete enorme.

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