Segunda-feira.Dia dos namorados.Foi justamente nessa data que reencontrei minha ex futura mulher.Aliás,foi decisão dela pedir o maldito divórcio.Até bem pouco tempo atrás,nossa química era tão explosiva que sequer passou pela minha cabeça que Lídia iria tomar tão drástica atitude por causa do famigerado...ciúme.Porra,será minha palavra não bastava? Jamais tinha sequer olhado para Aline com os outros olhos senão de cordialidade e simpatia.Afinal,éramos só amigos de infância.Não mais do que isso. Mas aparentemente,Lídia preferia crer nas fofocas e comentários maldosos que circulavam pela mídia,sendo eu um renomado homem de negócios.
Porém, não aguentava mais tanta injustiça, o que me fez ir até as últimas consequências, por exemplo, armar aquele encontro propositalmente, exatamente na casa do chefe dela,parceiro meu.Exibi um sorriso maldoso.Ali não haveria escapatória.Lídia teria que me ouvir, querendo ou não.E lá estava ela, linda como sempre.Franzi a testa.Tinha mudado o modo de vestir.Aquele vestido fino preto, estava deixando qualquer homem louco naquela reunião,inclusive eu!Seria um símbolo de independência ou rebeldia?Ou ambos?Merda.Comecei a imaginar aqueles seios divinos dentro daquela roupa e quase como uma conexão mental,Lídia então me viu.De imediato empalideceu, ficou rubra e por fim adotou uma expressão indiferente quando o patrão se aproximou,provavelmente querendo nos apresentar.Pelo jeito, não mudou só de cidade,como também preferiu manter qualquer assunto pessoal em segredo.Inferno,porque tinha que ser tão teimosa?Sua frieza enquanto beijava sua mão galantemente ,apenas atiçou minha libido ainda mais.O sexo com Lídia sempre havia sido fantástico.Conversar,colocar os pingos nos is,talvez não fosse a melhor hora.A simples ideia de puxa-la para um canto,feito um homem das cavernas para reivindicar o que era meu por direito fez meu pau ficar tão duro que se não me ausentasse agora,seria pego em flagrante.Seria constrangedor,além de altamente suspeito!Pedi rapidamente licença comecei a caminhar pelos corredores e fui para a varanda,acalmar os ânimos de "macho.Dez minutos depois,para minha surpresa e deleite,Lídia também foi se refugiar logo ali.Estava tudo silencioso e escuro.Oportunidade perfeita para convencê-la do meu jeito da minha inocência.
_Posso ver que tb ficou abalada com o nosso...reencontro.-provoquei.
Seus lindos olhos azuis se fixaram nos meus de uma maneira beligerante.
-Cale a boca.
Rosnei de tesão e me aproximei atrevidamente dela.
-Adorei a ideia.
Então,roubei um beijo molhado e absurdamente longo.Lídia simplesmente se entregava talvez movida pela surpresa.Embora preferisse acreditar que fosse pela paixão,intensa..irracional.Abri a boca,lambi seu pescoço e mordi seu mamilo direito,puxando-o com os meus dentes.Lídia deu um gritinho,parecia que tinha...gozado só com isso.Senti-me triunfante,principalmente quando Lídia começou a me tocar por cima da calça,certamente cansada de resistir a mim e a ela mesma.Pois era óbvio o quanto nos desejávamos...ainda.Talvez,até mais do que antes.De súbito, a virei de costas e arranquei sua calcinha.Seu suspiro misturado com uma risadinha chocada foi delicioso de ouvir.Sim,ela aprovou aquilo.Alisei sua bucetinha com o meu polegar,deixando-a cada vez mais encharcada e pronta para o sexo.Por mais que quisesse disfarçar,Lídia mordia os lábios para não gritar de prazer.Seus olhos se arregalaram quando abri o zíper disposto a mergulhar bem fundo nela.
-Não posso!
Aquele protesto descabido veio em má hora.Péssima,na verdade.
-Droga!Nunca olhei para mulher alguma.Se quer saber,Aline se casou e mudou de País.
Lídia estremeceu inteira com a descoberta,e mesmo puto com toda aquela situação a agarrei pela cintura e sussurrei em seu ouvido.
-Ainda quer que eu ...pare?
Lídia não disse nada,só apoiou as mãos na parede e deixou a cabeça pender,quase a vi pedir por favor,perdoe-me...me coma.A beira da loucura,botei meu cacete pra fora e não parei,fui até entrar inteiro naquela mulher.E quando percebi que Lídia gritaria,tapei sua boca e a grudei junto a amurada,metendo com tudo,sem parar.Suas pernas bambearam mas a mantive colada a mim,como se não suportasse a ideia de senti-la longe ....outra vez.Nem um segundo sequer.Ela gozou enquanto eu estava prestes a me aliviar.Foi aí que Lídia se ajoelhou na minha frente e fez algo que nunca tinha feito antes.Não sem a minha iniciativa!Ela me chupava como se fosse um doce delicioso,usava a saliva para me provocar,repetidas vezes.Impossível não enlouquecer com aquilo,agarrando-a pelos cabelos,gozei como nunca,adorando ver meu pau praticamente por inteiro dentro daquela boquinha.Um sorriso sapeca se formou em seus lábios,enquanto de forma lenta,nos recompúnhamos,retornando a festa como se nada tivesse acontecido.Se bem que... estávamos bem consciente de que passaríamos o próximo dia das namorados como marido e mulher,namorados, amantes ou qualquer outra definição que sugerisse não brigas, apenas... romance!

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