Sei que pode parecer absurdo,mas eu não conseguia evitar o ciúme de todas as mulheres pelas quais passaram pela vida de Cláudio.Óbvio que nenhum homem gostava de revelar o seu passado e muito menos confessar quem tinha sido a melhor na cama.No íntimo,sabia que estava pisando em terreno perigoso,toda vez que brigávamos justamente por causa dessa minha noia.Até que num certo dia,ele no auge da discussão,me deu um ultimato.Ou eu mudava ou nós terminavamos de vez!Lógico que apesar do aviso,ignorei e como consequência,nosso relacionamento foi por água a baixo.Com o súbito rompimento,chorei,sofri,contudo,acho que aprendi a lição naqueles quatro ultimos meses sem sequer vê-lo.Acho!Até encontrá-lo por acaso,acompanhado de uma bela loira,no saguão do aeroporto quando desembarcávamos na cidade.Sem conseguir evitar,o sentimento de posse retornou com força total e por muito pouco não fiz uma cena dramática,com a típica frase"Ele é meu,sabia?"Pois de fato,não era.Não mais!Tudo o que fiz foi plantar um meio sorriso no rosto em reconhecimento(embora aquilo tivesse me custado muito),bancava a linha educada(juro),quando Claudio fez questão de me cumprimentar,depois de ter se despedido da tal loiraça belzebu!Naquele momento,ele estava lindo de morrer,de terno e gravata,provavelmente teria vindo de uma viagem de negócios tendo curtido varias noites de sexo antes durante e depois.Chega,sua ridícula!Retribui o elogio que Cláudio me fez com um sorriso de canto de boca.Continuava fingindo uma sobriedade que estava longe de sentir.Nessa hora,nossos olhares se cruzaram,os dele,visivelmente intrigados.Os meus,levemente baixos,não querendo admitir a verdade.Ou então as imagens de nós dois juntos na cama,fazendo amor alucinadamente,como se nada nem ninguém pudesse nos separar.A não ser eu mesma.Idiota!Burra.Mas agora era tarde...Ou talvez,não!Mal pude acreditar quando Cláudio me convidou para tomarmos um drinque em seu novo apê.Eu aceitei,lógico.E quando chegamos lá,simplesmente não perdemos tempo com frivolidades.Queríamos um ao outro.De preferência,na horizontal,melhor,em qualquer posição que fosse possível transar como antigamente.Começamos nos pegando no corredor,passamos para a sala e quando dei por mim,estava contra a parede com a saia suspensa até a cintura e Cláudio com a calça na metade dos joelhos,enquanto nos beijávamos avidamente,um engolindo a saliva do outro.
Aspirei fundo sentindo o delicioso cheiro de homem que emanava dele e gemi alto ao senti-lo bem duro por debaixo da cueca.Tão excitado quanto eu,Claudio procurou o meu grelinho com dois dedos,deixando-me ainda mais úmida e inchada.Naquele momento,parecia não se importar se eu continuava ciumenta e eu tampouco se ele tinha alguém.Aquela loira,por exemplo.Inacreditável,não?Estaria no processo da cura?Perdi a linha do raciocínio,ouvindo-o declarar baixinho o que gostaria de fazer comigo.Eu estremeci inteira quando ele se afastou e começou a lamber minha bucetinha,enquanto o seu dedão explorava o meu cu.Vendo-me a ponto de gozar,Cláudio livrou-se da cueca,liberando seu cacetão que trincava de tanto tesão.Não me fiz de rogada,cai de boca ao mesmo tempo que Cláudio puxava meus cabelos para tras formando um rabo de cavalo para que pudesse apreciar o espetáculo.Não sei como,mas em meio a várias chupadas,consegui engoli-lo por completo,babava seu pinto todinho,adorando ouvi-lo xingar,enlouquecido de tesão.Minha língua chegou a adormecer e no minuto seguinte,Cláudio decretou basta,me ergueu e meteu de um golpe só.Eu o agarrava pelo paletó,fazendo com que aquela pica entrasse no âmago e sem dó.Cláudio prendeu meus braços no alto da cabeça,praticamente devorando os meus seios,enquanto eu o enlacei com as pernas dando uma chave,comprimindo tanto seu caralho que ele não aguentou mais e deu uma gozada maravilhosa dentro de mim.Nossa,que intenso.Aos poucos,fomos nos recompondo.Eu me ajeitei e limpei da melhor maneira que pude e ele também,antes de nos despedirmos,sem crises de ciumes ou cobranças.Melhor assim.Mesmo que não voltássemos nunca mais, o que construímos juntos naquele instante era excitante e promissor.E uma coisa era certa,sempre seria dele.

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