De tanto me chamarem de Diabinha para lá,Diabinha para cá,decidi que era hora de deitar literalmente na cama e assumir o até então injusto apelido.Afinal,eram os homens casados ou comprometidos que corriam atrás de mim e não o contrário.Meu novo patrão podia ser diferente,sério,em alguns momentos simpático,enfim,um verdadeiro gentleman,porém seria ele,a minha vítima.Desde que o conheci,por intermédio da amante dele,que me contratou para ser a doméstica,tive uma quedinha por ele,difícil isso acontecer,sendo tão tímida,mas aconteceu!No dia anterior,Gustavo deixou escapar que ia passar o feriadão de Carnaval,sozinho e antes que dispensasse os meus serviços,arrumei um pretexto qualquer para ficar,a fim de pôr ordem na bagunça que a prepotente da Júlia fez em tão curto espaço de tempo.Gustavo,então não se opôs e mesmo sendo feriado,foi para o escritório,trabalhar.Subi as escadas,arrumei os quartos e quando retornei para perguntar ao patrão o que preparar para o jantar,encontrei-o profundamente adormecido no sofá.Nossa,que homem lindo.Moreno,alto,uma tentação para os olhos.Com o coração batendo acelerado,e cheia de segundas intenções,embora fosse totalmente inexperiente,sentei na pontinha do sofá e fui descendo minha mão por aquele peitoral forte,abri um por um os botoes da camisa e enrolei meus dedos naquele peito cabeludo,sentindo os pelinhos da minha nuca eriçarem ao toque.Devagar e sem tirar os olhos dele,fui beijando o seu rosto barbado e então,lentamente sua boca.Sem conseguir resistir,minha língua infiltrou-se um pouquinho e nessa hora Gustavo despertou,chocado.Antes que me faltasse coragem,o beijei para valer,sentindo que ele bravamente resistia para depois corresponder,tomando os meus lábios com um misto de raiva e desejo.Que delícia...de pegada!Mas arrependido,Gustavo logo fez menção de levantar e provavelmente me enxotar dali,proferindo inúmeros sermoes, não pensei duas vezes,joguei ele no sofá,fiz meu corpo deslizar em cima dele e acariciei descaradamente o seu pau.Nossa.Que pica! No minimo uns 19 cm.Gustavo rosnou para que eu parasse de fazer aquilo,que tinha alguém e além disso eu era uma menina,olhei nos olhos dele e sorri,fingindo experiencia."Não sabia... sou uma diabinha"?Ele logo protestou"Isso é conversa". Será? Desafiada,abri o ziper e tirei sua cueca.Cara,era realmente enorme e todo lisinho.No limite da resistência,Gustavo perguntou ,trincando os dentes,o que ia fazer.Em vez de responder,lambi a boca bem molhada e o abocanhei...meio desajeitada(é verdade),mas acabei pegando o jeito,ouvindo Gustavo urrar,finalmente mandando a razão as favas.Ao mesmo tempo que eu o chupava,também o masturbava e não demorou ,ouvi ele ordenar.-Chega,sua diabinha.Agora é a minha vez.Em pouco tempo,me vi completamente nua,sentindo-o morder os meus seios e meter o dedo dentro de mim,devagar,depois com mais velocidade,certamente decidido a me fazer gozar.Quando pensei que fosse desfalecer,Gustavo colocou a camisinha e avisou que ia me comer.Abri as pernas lentamente e fiquei a espera.Nessa hora,Gustavo agarrou o meu traseiro e como um verdadeiro cavalheiro que era,foi empurrando aos poucos,talvez intuísse o quanto era apertada,ou seja VIRGEM e ele bem grande e grosso.Quando tudo entrou e eu gemi de dor,Gustavo beijou-me de língua como se quisesse me fazer esquecer o 'incomodo" inicial.Ele foi tão carinhoso que em retribuição esperei uns cinco segundos e comecei a rebolar diabolicamente,enlouquecendo-o tanto de tesão que Gustavo me colocou de quatro e chupou minha buceta e cuzinho naquela posição,antes de meter gostoso até cairmos deitados juntos no sofá,bem abraçadinhos.Foi uma noite maravilhosa.E até aquele feriadão de Carnaval acabar,Gustavo contratou os meus "serviços de Diabinha" todos os dias.

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