Sempre arrastei um bonde por Milena.Acho que todos dos cursinho,sabiam disso.Menos ela.Até que um dia,após as aulas ela me convidou para lanchar em sua casa.Milena,na maior naturalidade,foi ficando mais a vontade,tirou o casaco,os sapatos,inclusive a blusa.Fiquei paralisado quando a vi só de sutiã e shortinho.Ela foi andando calmamente para a cozinha,dizendo que ia preparar o tal lanche.Milena abriu a geladeira e empinou bem a bunda,provavelmente para procurar alguma coisa. Era demais, não dava para segurar aquela onda.Fiquei alguns segundos pensando o que fazer.Ajudar simplesmente ou arriscar alguma coisa? Nessa indecisão toda,Milena achou o leite,deu uma boa golada da jarra mesmo e olhando-me sobre o ombro deu um sorriso.
– Pra você entender as coisas a gente tem de ser bem direta, hem,Sandro?
– Como assim?
– Poxa, quantas vezes eu me insinuei,você não fazia nem dizia nada! Eu já estava pensando que você era gay… hoje resolvi jogar a cartada definitiva.Quero você faz tempo.Você me quer?
Nem precisei responder. Abracei-a,meu pau duro encostou-se na coxa dela. Ela suspirou.Abriu o zíper,pegou nele, ajoelhou-se,derramou leite e chupou-o.Eu mal podia acreditar no que via e sentia. No íntimo estava xingando a mim mesmo. Como pudera ser tão idiota e não perceber que ela estava afim ?Vi Milena se levantar e se oferecer. Ela despiu-se,despejou o restante do leite no próprio corpo,depositou a jarra num canto,encostou as mãos na geladeira fechada e empinou a bundinha, que eu beijei, lambi,mordi,cheio de tesão.Então,me levantei,agarrei-a pelo traseiro e meti.
– Ahhhhhhhhhh…. que gostoso! Mete, mete, mete, não pára Sandro!
Ouvindo-a falar assim acelerei os movimentos e só parei quando senti que ela gozava. Ela apertou o meu pau com suas coxas,fazendo-me gozar em seu cuzinho. Milena estava sorridente, e eu era o homem mais feliz do mundo,por tê-la comido,enfim!

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