Pensando que ele poderia voltar a ser o cavalheiro que era a qualquer momento,sufoquei um soluço e o beijei na boca.A princípio,Luciano ficou surpreso,(nada fez)mas a medida que eu raspava a língua na dele,o beijo foi para valer,intenso,selvagem,molhado.Ele demonstrou ser um homem de ação quando olhando-me com olhos famintos,tirou a própria camisa,meu vestido,a calça e a calcinha,trazendo-me para sentar novamente em seu colo, só que, agora, de uma forma diferente,de frente,de modo a encaixar sem rodeios seu pau na minha buceta, levantando-me e abaixando-me, enquanto sua boca procurava, avidamente, pelos meus seios.Nossa,que delícia!Nunca imaginei que sexo entre amigos pudesse ser tão bom.Na mesma hora,senti que o gozo se aproximava e não pude conter um gemido.
-O que foi?Está arrependida,Paulinha?
– Não,to não. Tô achando ótimo! Continue, por favor!
Luciano fez melhor,me botou para cavalgá-lo,de costas.Meu cuzinho piscava.Minha mão percorreu o pinto e as bolas de Luciano e eu tive o prazer de sentir o pau endurecendo cada vez mais dentro de mim.Nossos movimentos eram tão frenéticos que por pouco a cadeira não desabou com a gente junto.Gozamos!Dali ele disse que tinha que ir mas prometeu retornar para acabar de uma vez com a minha depre.Mas ...que depre?Óbvio que não contei que era uma outra mulher, pelo menos uma vez por semana,esquecia os problemas e transávamos sentados naquela cadeira onde senti tanto tesão pelo meu querido amigo.Sou boba!

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