Hum,aquele cheiro...outra vez.Não podia ser!Certa vez tinha lido um artigo cuja matéria trazia uma expressão curiosa"memória do paladar".Foi o que acontecia exatamente comigo naquele momento.Há muito tempo atrás,a doce Ivone tinha me fisgado pelo estômago,sem nem ao menos tentar.Aquele menina tinha vindo do interior com a mãe para tentar a sorte grande na cidade,quer dizer,na minha casa.Enquanto Silvia trabalhava,Ivone estudava,ajudando esporadicamente na cozinha,quando minha família promovia alguma festa.E desde que a conheci,fiquei admirado com sua garra e senso de responsabilidade.E mesmo sendo filho do patrão,estreitei amizade com a bela Ivone.No começo,só sentia uma afeição genuína por ela como a de um irmão,mas com o passar do tempo fui notando que amadurecia.De um dia para o outro,a menina virou mulher com peitos fartos e bumbum...gostoso.Alias,detalhe esse que só percebi quando ficamos a sós,tendo nossos pais se ausentado ao mesmo tempo.Fomos para a cozinha,que segundo ela,era o melhor lugar da casa,por isso um dia desejava abrir o próprio restaurante e lá preparou uma comida divina.,algo que jamais experimentei..de novo!Até sentir aquele cheiro vindo de um pequeno bistrô ali na esquina.Será que seria de ...Ivone?Afinal,já não nos víamos por pelos menos seios anos,ou seja,cada um tinha seguido o seu caminho como habitualmente acontecia com todos.Levado pela curiosidade,entrei ali,encontrei uma mesa próxima a entrada,acenei para o garçom e verifiquei o menu,selecionando propositalmente o mesmo cardápio que um dia havia saboreado.Precisava tirar a prova dos 9!E minutos depois,não deu outra.Definitivamente,o mesmo sabor sem igual!Limpei a boca e olhei em torno,querendo avistar o dono do estabelecimento,ou melhor,Ivone.Então,finalmente a...vi.Ela de repente apareceu na porta da cozinha pra entregar o pedido para rapidamente desaparecer novamente.Naquele relance,só o que pude ver era que Ivone estava de cabelos presos e usava um avental,o que prejudicava visualizar a beleza natural de seus peitos.Sem pensar,paguei a conta e decidido fui até lá,sendo recebido pelo ar quente senão sufocante do ambiente.Panelas borbulhavam,travessas tilintavam no ritmo frenético da hora do almoço.E Ivone estava lá,agachada diante do forno,deixando transparecer pela saia,uma bunda linda,durinha e arrebitada,a qual tive vontade de apertar.Tentando conter minha excitação,pigarrei e nesse instante ela voltou-se subitamente,a expressão chocada.
-Você.Quanto tempo.
Abracei-a,dizendo que tinha sido coincidência reencontra-la e logo perguntei se tínhamos tempo para conversar.Ivone dispensou,então,suas duas ajudantes de cozinha e indicou uma cadeira para que eu me sentasse.Em vez disso,cheguei ate ela querendo saber o que tinha no forno.Ivone respondeu que era um assado,parecendo incomodada com a minha proximidade.Foi aí que caiu a ficha que ela também sentia atração por mim.Para testar minha teoria,agarrei-a pela cintura e sussurrei baixinho em seu ouvido que tinha sentido saudades.Ivone arfou,de boca aberta,como se nunca tivesse sonhado em me ouvir confessando aquilo,e para não restar dúvida de que falava sério,a beijei.Um beijo de língua, molhado e com mordiscadas nos lábios, desci pelo pescoço e passei com a língua entre seus seios, senti-a arrepiar e depois voltei em cada um deles mordiscando as mamas e os mamilos, que estavam bem intumescidos sob o avental.Com pressa,descartei-o,agora sentindo seus peitos grandes e duros na minha boca.Chupei muito,deixando meu cacete duro roçar aquela bucetinha provavelmente melada fazendo-a estremecer com o toque sobre a calcinha.Desci,sentido seu mel em minha boca passando através das rendinhas, puxei de lado e enfiei a língua na xoxotinha lisinha e com um pequeno detalhe de pelinhos, tipo “bigodinho Hitler”. Pude sentir que era apertadinha, suguei e lambi os lábios carnudos e então ela puxou bem de lado a calcinha e abriu as pernas, conduzindo minha cabeça para seu meio. Segurei em suas coxas e levantei um pouco suas pernas, e chupei sua xota como se beijasse ela na boca, Ivone gemia e soltava gritinhos de tesão, contraía a barriga e a xoxotinha, apertando minha cabeça contra seu sexo molhado, passava a mão nos peitos e apertava, mordiscava a boca e se contorcia, até que apertou minha cabeça com as coxas e uma mão no meio de suas pernas, prendeu-me, e então eu enfiei a língua o máximo que pude dentro de sua bucetinha e ela gemeu alto e me apertou mais ainda, num gozo incontrolável em minha boca Que delicia.Aquele sabor ainda era melhor,único.

Nenhum comentário:
Postar um comentário