sábado, 7 de novembro de 2015

Paixão Platônica(Final)!


Piscando e tomando a dianteira,abri a boca e o engoli por inteiro,dando chupadinhas de maneira louca e irracional.Eu não me sentia vulgar,na verdade era a primeira vez que fazia um boquete de modo tão desinibido.Talvez,fosse porque Cauã,segurasse minha nuca e sorrisse daquele jeito safado, incentivando-me a prosseguir sem frescuras.Eu não parava e ele urrando deliciado,jorrou litros em mim,fazendo-me sorver até a última gota de esperma.Antes que eu pudesse entender o que acontecia,Cauã puxou bruscamente meus cabelos e pondo-me de pé,pressionou meu corpo contra o tampo frio da mesa,fazendo com que minha pela ficasse sensível com o contraste de calor.E em um tom levemente divertido,sussurrou dentro do meu ouvido.
-Foi incrível,minha gostosa.Mas preciso me...recuperar.
E Cauã se recuperou",tomando avidamente minha boca,mantendo uma mão em meu pescoço e a outra no meio de minhas pernas,rodeando meu clítoris com dedos ágeis e insaciáveis,como se soubesse como e onde me tocar a ponto de me deixar flutuando nas nuvens.Cauã não era delicado.Não era do tipo que falava ou perguntava aonde eu sentia mais prazer ou fazia tentativas de mãos bobas.Pelo contrário,era autoconfiante,direto,objetivo.Aliás como todo homem deveria ser!Cauã poderia me comer naquele momento se quisesse,a julgar pelo tamanho da ereção que voltava a me cutucar no seu estado mais glorioso,porém,eu sabia que ele estava decidido em me ouvir gemer,então tão logo me virou de costas e sem aviso dedou atrevidamente meu cu,gemi alto,levando-o a sorrir sedutoramente,com um olhar triunfante.Eu me sentia realizada e desejada como nunca,mas nunca imaginei que Cauã fosse se atrever tanto,quando segurando minha cintura meteu naquela posição.Começou uma investida com um dedo e seu pau,enquanto eu me contorcia de dor e prazer,enquanto Cauã persistia em estocadas mil,amassando meus peitos,mordendo minha nuca,me xingando de putinha deliciosa,enfim tudo ao mesmo tempo.E naquele vai e vem alucinante,gozamos juntos.Abraçados ali,Cauã olhou em torno,para a mesa de mármore tão bem posta,abriu aquele sorriso e disse:
-Agora sim podemos matar outro tipo de... fome.

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