quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Questão de Tempo !!


Por que toda relação esfriava quando a mulher dava a luz?Carolina tinha perdido completamente o ânimo de fazer sexo,enquanto eu estava praticamente subindo pelas paredes. Principalmente,ao observa-la botar aqueles belos peitões pra fora pra dar de mamar ao nosso filho.Queria ser eu a chupa-la feito um bebê faminto.Pude ouvir Carol cantando para Arthurzinho que finalmente tinha pego no sono,antes de ir para o nosso quarto provavelmente descansar.Todo aquele ritual estava criando o ambiente perfeito para o que eu queria.Fazia exatamente um mês que não transávamos.E seria a quinta tentativa de aproximação que faria só naquelas duas últimas semanas.Com exceção,que nas outras vezes tinha sido em lugares neutros como a sala a a cozinha,quando Carolina estava ocupada com os afazeres domésticos,agora acreditava que seria diferente.Não demorei e entrei em nossa suite.Carol já se encontrava deitada,praticamente adormecida,com aquela roupinha semi-transparente que eu adorava.Fiquei louco com a visão de suas coxas grossas e uma pintinha em uma das nádegas, que ajudava a realçar sua farta bunda desnuda.De mansinho,empurrei um ursinho para o lado,entrei por debaixo das cobertas emboladas e lentamente deslizei minhas mãos por suas curvas sinuosas.Com o susto,Carol despertou e virou-se de frente pra mim.Podia jurar que ela iria protestar ou dizer que estava cansada(o mesmo lenga lenga de sempre),mas pela primeira vez Carolina me olhou,sem oferecer resistência e ainda me endereçou um meio sorriso ao dizer.
_Você não desiste,né?
Jamais.Afinal,além de sermos casados,era homem.E como todo homem,sexo era muito importante no relacionamento,senão essencial.
-Também não sente vontade,querida?
A resposta dela foi um suspiro de prazer quando eu sem conseguir me conter,passei os dedos pelas alças de sua lingerie, abaixando-as pelos braços e fazendo os seus seios pularem para fora.Não eram exageradamente grandes,mas cabiam perfeitamente em minhas mãos.Arredondados e cheios de leite pediam para ser chupados,mordidos e isso me excitava só de imaginar.Mas logo deixei de ficar na imaginação,quando a ouvi dizer,tendo acionado a babá eletrônica.Preocupação de mãe!
-Demais...!
Foi o incentivo de que precisava para levar ambas as mãos até cada um deles percebendo que Carol inclinava o corpo como se os oferecesse e arfei de satisfação por vê-los incharem cada vez mais em minha boca.Com delicadeza saboreei cada mamilo,sentindo gosto de mãe e mulher.Enquanto a chupava,Carolina arranhava minhas costas,procurando a melhor posição para me ter entre suas pernas.Foi quando louco de tesão,a livrei da calcinha e do resto,ciente de que ela tb fazia questão de retribuir a gentileza.Então,completamente nus,senti seus lindos olhos azuis correrem sobre mim(em especial para o meu pau) e não demorou muito para que eu pudesse sentir um calor enorme tomar conta de mim.Meu amigo aqui estava clamando por carícias.Mas antes,tomei Carol novamente nos braços e beijei aqueles lábios carnudos de uma forma selvagem e louca,na sequência lambi seu clítoris que logo ficou inchado,obrigando-a a morder os lábios para reprimir um gritinho de puro tesão.Em seguida,olhei para ela da forma mais safada que pude e então segurei o meu pau nas mãos,num convite para o tão sonhado boquete.
-Vem me chupar,gostosa.Vem !
E o chamado foi suficiente para Carol se ajoelhar diante de mim,a boca a poucos cm de meu pau grande e grosso e como pulsava,as veias saltavam.Estava doido para senti-la me engolir por completo.Porém,naquele momento ouvimos um ruído pela babá eletrônica,parecia um choro de criança."Ah,não,filhão.Logo agora.Por favor,não empata.Volte a dormir".pensei.É claro que a Carolina fogosa se foi e em seu lugar,ficou a Carol preocupada,inquieta e antes que se prontificasse a ver o que tinha acontecido,falei.
-Deixa comigo!
Fui de qualquer maneira,com o pau em riste até o quarto de Arthur,que só tinha perdido a chupeta,mas assim que coloquei de volta no lugar,voltou a dormir como um anjo.Felizmente!Mais do que depressa,retornei para o nosso quarto,rezando para que Carol não tivesse se vestido a fim de me seguir.Mas para o meu deleite a encontrei exatamente do jeito que a deixei,disponível e nua.
_Tudo bem?-ela quis saber,ansiosa.
-Sim,não se preocupe,nosso filho só queria a chupeta de volta.
Era tudo o que Carol precisava ouvir,para tornar a sorrir de novo.
-Onde paramos mesmo?
Não tardou,puxei-lhe os cabelos e a guiei ate a minha ereção e gemi quando ela me tomou finalmente na boca.Com os olhos entreabertos,observava fascinado enquanto Carolina me sugava e lambia da pontinha até as bolas.Podia sentir meu cacete ir e vir até o fundo de sua garganta,apesar de tentar me segurar,foi impossível e gozei.
-Desculpe,amor.Não era pra ser assim.
Carol lambeu a boca e me encarou de forma devassa.
-Eu gostei.
Ela estava tão desenvolta,desencanada e linda com aqueles longos cabelos emaranhados,caindo sobre os seios divinos que em dois tempos,fiquei duro de novo.Agora,vinha a melhor parte.Não demorou,a fiz ficar sobre mim e comecei a penetrá-la.Segurava sua bunda e metia mais gostoso.Ouvia seus gemidos de dor e prazer e aquilo me deixava com ainda mais tesão.Encaixei mais fundo minha pica dentro de sua buceta,ciente de que o desconforto passou e exigi.
-Quica,Carol.Quica com tudo.
Esfregando seus peitos saltitantes na minha cara,ela cavalgou no meu caralho com pressão,feito uma vadia.Gozamos por longos minutos.Carolina desfaleceu nos meus braços em seguida.Ser mãe  e esposa, de fato não era uma tarefa fácil,então deixei-a dormir em paz.Por enquanto...

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