Descobrir de uma hora pra outra que Calil era podre de rico,árabe e ainda por cima,pretendia partir dentro de de alguns dias,tinha sido um choque.Mas o choque maior foi me dar conta de que ele deveria ter uma harém.Então,porque ele tinha se envolvido comigo?Se não tivesse feito uma busca no site,para saber um pouco mais sobre a vida de Calil,uma vez que nos encontrávamos praticamente na cama,continuaria fazendo papel de idiota.Não mais.Sendo ele um homem muito ocupado,naquele momento deveria estar fechando negócios em alguma parte da cidade,o que significava que não poderia entrar em contato com ele a menos que esperasse a noite cair pra despejar que sabia de toda a verdade e que não aceitava ser amante,tampouco um brinquedinho nas mãos de um milionário.Mas na verdade tinha pressa e se não pudesse falar cara a cara que assim fosse.Viajaria ainda aquela tarde,dando um fim rápido e indolor àquela relação.Que Calil sentisse ódio por mim,depois de minha atitude no mínimo covarde.Tanto melhor.Sabia de antemão que nossos caminhos dificilmente se cruzariam de novo.Afinal,morávamos em lados extremos do planeta.Mas passado quase dois meses,senti uma mão pesada pousar sobre meu ombro,quando recepcionava convidados numa festa.Engoli em seco,minhas pernas vacilaram antes mesmo de me virar pra saber quem era.Calil,o próprio,em carne e osso!Com seus quase 2 metros de altura,chamava atenção por onde passava.E não era só isso!Se não estivesse tão deslumbrada na ocasião que nos conhecemos, teria desconfiado pelas feições aristocráticas que era estrangeiro,também com aquele nome.
-Olá,Kelly!Temos muito o que conversar.
Agora pra variar,queria um diálogo,ou melhor,explicações.Lógico,que homem aceitaria ser simplesmente esnobado?Ainda mais,o magnata!
-Temos mesmo,senhor Shariff?-provoquei,usando propositalmente seu título para que finalmente entendesse o porquê da minha fuga.
-Então,você já sabe,claro.
Calil,não parecia exatamente surpreso,só resignado.Ótimo!Fingi desinteresse e tentei fazer o meu trabalho,dando-lhe as boas vindas,mas ele me pegou pelo braço e me conduziu pra fora da festa,o fundo dos jardins,ignorando deliberadamente os meus protestos de que precisava regressar para o meu posto,no que ele garantiu que isso já estava sendo resolvido.Ah,claro!Quem ia contrariar o homem mais influente ali presente?
-Agora me diga por que escapou de mim,sem nem ao menos me dar uma razão?-exigiu ele com cara de poucos amigos,como se estivesse desconfiando de que existia mais naquela história.
Beleza.Eu também estava furiosa e sem pensar,mencionei o harém,mesmo correndo o risco de parecer ciumenta.Para o meu estupefato,Calil riu.Seria por causa de meu ridículo sentimento de posse ou porque era a coisa mais natura do mundo...dele?
-Ao contrário de você,não achei a menor graça.-falei,cáustica.
De imediato ele parou o acesso de riso,ficando subitamente sério.
-Muito menos eu!
-O que disse...então por que...?
Calil me interrompeu.
-Se tivesse me confrontado antes,saberia que este costume arcaico já não existe mais.Pelo menos,não na minha família!
Aquilo me deixou muda,sem saber o que pensar.No fundo,sabia sim.Tinha agido feito uma tola ao terminar tudo por nada.Tentava procurar as palavras certas para me desculpar,porém Calil parecia mais interessado em outra coisa quando inesperadamente me puxou para os seus braços e me beijou ardentemente,enquanto amassava minha bunda,fazendo-me praticamente derreter diante daquele arroubo de paixão.Calil sempre tinha sido um homem passional que não media esforços para proporcionar prazer a uma mulher.Mas antes que ousasse mais,me levou pra casa em tempo recorde.E já no quarto,tratou de me despir,primeiro os saltos altos,massageando a sola de meus pés de forma erótica,depois foi a vez do vestido,retive a respiração,ciente de que Calil tinha os olhos vidrados em meus seios,os quais afagou lentamente,tendo se livrado do sutiã meia-taça.Fechei os olhos ao senti-lo abocanhar um,depois o outro,deixando o rastro de saliva por cada pedacinho de pele que provava.E tão logo ele tirou minha calcinha e chupou com toda dedicação minha buceta,não me contive e gemi.Em seguida,foi minha vez também de deixá-lo nu.Calil era soberbo desde o peito poderoso,passando pelo abdômen reto,parando no pau super rijo e colossal.Me ajoelhei entre suas pernas e comecei a lamber seu cacete.A cada passada de língua,Calil gemia e suspirava.Suas mãos segurando meus cabelos,as veias saltadas em seu pescoço denunciavam que estava no limite.Daí parei,e sem mais perda de tempo,Calil me deitou na cama e alojou seu pau em mim.Com a boca presa no bico dos meus peitos,passou a se movimentar mais rápido e tão excitada quanto,rebolei feito uma puta.Foi então que gritamos em uníssono e eu senti a pressão do jato quente dentro de mim.Calil afundou seu rosto em meus seios,confessando o quanto tinha sentido minha falta.Abracei-o retribuindo a confissão e mais do que disposta a enfrentar o que quer que fosse dessa vez.Com ou sem harém..

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