Sabe aquela desculpa corriqueira da dor de cabeça para não transar?Lígia estava nessa fase.Mas se dependesse de mim,hoje ia ter.Bastava daquelas indiretas para fazer amor,dessa noite,ela não escapava.Iria abraça-la do meu jeito,derruba-la em qualquer lugar e fazer sexo selvagem,pura e simplesmente.Saí do banho com uma toalha amarada na cintura e conferi o relógio.Lígia devia estar na cantina,conferindo cada detalhe antes de fechar,para variar.Acendi um charuto importado e me sentei no sofá,imaginando as loucuras que estava prestes a fazer quando Lígia chegasse.Era errado sentir tesão pela esposa a ponto de querer ousar um pouco mais?Afinal,era homem.Depois de tanto tempo de convivência era até compreensível querer expor todo o meu desejo primitivo por ela.Já não éramos mais dois adolescentes descobrindo o amor,então que mal havia uma perversãozinha só para dar um upgrade em nossa relação?Verifiquei mais uma vez o relógio e impaciente decidi encontra-la.Apressadamente,joguei o charuto no cinzeiro e fui me aprontar.Dali em instante,apanhei a chave do carro e cerca de 15 minutos depois,me deparei com Lígia,com as pernas apoiadas em uma das mesas,os olhos fechados.Estava sozinha e o estabelecimento fechado,uma vez que tinha entrado pela porta dos fundos.Ela tinha um ar extremamente cansado e quase me arrependi pela minha impetuosidade.Mas ao vê-la tão linda naquele uniforme que destacava as curvas de seu delicioso corpo,resolvi deixar meu lado sensível de lado.Sem fazer o menor ruído,fui até ela e aproveitando de sua distração,comecei a massagear seus ombros tensos.Mas bastou Lígia sentir o meu toque para levantar-se num sobressalto.
-O que faz aqui?-Além de assustada,parecia aborrecida por ter sido pega num momento de fraqueza.
Em vez de começarmos uma discussão,preferi agir.Pegando-a de surpresa,roubei-lhe um beijo molhado,longo.Gostoso.Lígia procurou se esquivar,mas minha língua invadiu sua boca mais profundamente.Comecei a chupa-la,morde-la.Estava agindo feito um animal,sim E daí?Minha mulher precisava entender que não era pecado o que sentia por ela.Desci a mão em seu seio direito,apertando.Meu pau latejava sob a calça tamanha era a vontade de possui-la.Lígia já quase não oferecia resistência,talvez vencida pelo cansaço do dia-a dia.O que era ótimo!Levantei seu vestido e abaixei sua calcinha,então deslizei meus dedos onde queria estar.Lígia arfou quando acariciei seu clítoris,deixando-a bem molhada.Ela me chamava de louco,animal e eu quase gozava com os insultos.Rapidamente,abri o zíper da calça e botei meu pau pra fora,forçando-a a se ajoelhar bem aos meus pés.Lígia ainda tentou protestar,mas eu agarrei sua nuca e meti naquela boquinha num vai e vem delicioso.Eu empurrei tudo o que tinha.Latejava e batia no céu da boca.Para o meu choque e prazer,minha mulher sentiu que eu estava a ponto de gozar e salivou a cabecinha.Cada vez mais rápido.Minha lindinha estava finalmente pegando o embalo,entrando no clima,chegando onde sempre quis que estivesse.Minhas pernas estremeceram quando comecei a ejacular.Ela permitiu que eu esfregasse meu cacete entre seus peitos,parecendo gostar de levar leitinho entre eles.Assim que Lígia se levantou com uma carinha de safada,eu não resisti,a virei de repente,empurrando-a contra a mesa,puxei seu cabelo com força,fazendo-a empinar a bunda com a dor e,então investi com tudo.Lígia soltou gritinhos sucessivos com as minhas loucas estocadas.Não vou dizer que penetrei seu cuzinho,pois seria muito delicado para o que de fato aconteceu.Na verdade,comi seu rabinho com todo o meu tesão da forma que sempre desejei fazer,enquanto ela me xingava só para me provocar.Até que Lígia pela primeira vez passou a ditar o ritmo,remexendo sem parar,foi assim que nós dois gozamos,ensopados de suor.Agradecido a puxei para os meus braços,para um beijo profundo,guloso,as línguas se sugando,as bocas se comendo.
-Espero que as suas crises de enxaqueca tenham passado.
Ela sorriu de um jeito que me enlouquecia.
-Pode ter certeza que essa fase acabou.De uma vez por todas!

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