Meu casamento estava em crise,frio,sem sexo,como é normal com muitos casais que tem filhos e uma rotina bastante estressante.Confesso que na maioria das vezes sou eu a culpada por todo aquele distanciamento.Meu corpo já era era o mesmo,embora vivesse de dieta e todo aquele fogo da juventude praticamente se extinguiu.Mas estava disposta a reacender a paixão se Ian colaborasse.Chegando em casa dispensei a babá e preparei meu melhor sorriso para beijar e abraçar meus filhos,para então leva-los mais cedo para cama.Fui então tomar uma ducha,decidida a me depilar,quando ouvi um superficial Oi* de Ian encostado à porta.Ele provavelmente imaginou que eu iria reclamar pela invasão de privacidade,todavia,como o recebi com um sorrisinho meio sacana,Ian se arriscou a nos trancar ali e se aproximar,dando-me um beijo ardente na boca,mas já esperando que eu alegasse dor de cabeça.Para sua surpresa,inclinei mais a cabeça facilitando a investida daquela língua gostosa na minha.Sem conseguir se conter,Ian apalpou meu traseiro, que tanto adorava,como nos velhos tempos.Não o afastei com um tapa ou algo do tipo,na verdade o ajudei a se despir puxando-o para dentro do box.Ele certamente se perguntava sobre minha mudança de atitude,porém não se aventurou a saber o motivo,quebrando assim o clima.Em vez disso,foi descendo a boca até enfiar a língua nos meus grandes seios,dando umas dentadinhas nos biquinhos que estavam duros.Eu só mexia os quadris compulsivamente,querendo um outro tipo de atenção.Voltando a ser o safado que era,Ian passou a mão ensaboada pelos meus pelos pubianos deslizando um dedo para a pontinha do grelinho,apenas ameaçando,mas sem meter.Foi aí que viu o raspador ali perto e como se adivinhasse minha intenção,ele mesmo começou a me depilar,primeiro o capô de fusca,depois a virilha e por fim bem lentamente lá embaixo,onde um fio de baba misturado a água do chuveiro,saía da bucetinha inchada comprovando o tesão que eu sentia.E Ian nem mesmo tinha me masturbado!E quando o fez,aplicando lambidinhas no cantinho da xoxota,mergulhando o nariz lá dentro,sentindo o cheiro da sua fêmea no cio,estremeci violentamente,ficando mole contra ele.Ian esperou que me recuperasse um pouco para adicionar outras linguadinhas agora no cuzinho,fazendo-me dar um pulo de espanto e prazer.Abriu minhas pernas ao máximo praticamente arrombando minha rosquinha piscante.Aquilo foi suficiente para eu tocar uma siririca desesperada,gemendo feito uma louca,enquanto Ian sem nojo,me levava ao delírio.Em seguida,se levantou,o olhar hipnotizado em minha xota lisinha,dizendo que tinha sentido saudade.Resolvi agir em vez de falar,para não estragar o momento.Respirando fundo,me concentrei então em colocar aquele pauzão na boca,fazendo com que a língua e o dedos o provocassem a ponto de ouvi-lo admitir que estava quase gozando.Mas continuei insistindo em morder a cabecinha sentindo-o se arrepiar,retesar e tremer.Quando Ian gozou, quase me torceu o pulso,erguendo-me ao me pôr no colo,fazendo-me envolve-lo numa chave de coxa.Com um sorriso pecaminoso,socou seu cacete em minha xaninha numa só estocada,com força.Eu soltei um gritinho como se tivesse levado um choque de alta voltagem, crispando o rosto de dor. Ficou escrito no rosto dele o que pensou"Fudeu... "Animei demais e machuquei ela, agora ela vai querer parar...".Porém minha expressão de dor deu lugar a outra de prazer,se Ian ficou na dúvida,o tranquilizei,puxando os joelhos com as mãos, pra me abrir ainda mais.Ele empolgou com aquela visão e passou a bombar cada vez mais depressa.Com o propósito de deixa-lo mais tarado,contraí minha vulva o que dava a sensação de dar mordiscadinhas na pica tesuda dele.Urrando,Ian bombou alucinadamente, com uma mistura de raiva(pelo tempo perdido) e tesão ao mesmo tempo, chegando a lançar respingos de porra pra todos os lados.Ficamos assim por alguns segundos,curtindo aquela sensação deliciosa e o barulho das metidas até gozarmos intensamente,nos beijando,meio grogues com tudo aquilo!Sentamos no piso frio e molhado,recobrando os sentidos.Eu olhei para Ian e sorri,sem dizer uma só palavra.Mas meu gesto traduzia de que o sexo voltava a ser prioridade em nossas vidas,digamos,uma prioridade muito bem vinda!

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