Minha especialidade era pegar casos perdidos.Talvez porque fosse advogada.Vivia livrando homens aparentemente maus e perigosos da prisão.E esse meu último caso,estava particularmente difícil.Meu cliente Richard,era excessivamente arredio,mal colaborava com a investigação.Diziam que seu temperamento "distante" era por falta de mulher,por ser impotente.Impotente?Será?Seria impotente por não conseguir ficar duro ou poque simplesmente não ejaculava?Fiquei tão curiosa e excitada que decidi programar algumas visitas íntimas,mas em turnos diferentes da que estava acostumava a atuar como advogada.Não podia arriscar ser reconhecida e perder minha profissão.Por isso fui tarde da noite ao presídio,totalmente "a paisana",de bota, shortinho e blusa,somente.
-Doutora,o que faz aqui?-homem quis logo saber,obviamente estranhando minha atitude de estender um enorme lençol na cela para manter uma certa privacidade.
Sorrindo,disse.-Você verá.
Fui até ele que estava sentado na cama e sentei em seu colo,rebolando de modo bem provocante.
-o que é isso?
Notei que o pau dele estava de fato inalterado,mas Richard ao me encarar passou de chocado a interessado.Virei de frente para ele.
-Toque meus seios.
-Tem certeza?
Diante de minha afirmativa,o homem não precisou de um 2° incentivo.Praticamente rasgou minha roupa e além de amassar meus peitos,colocou-os inteiro na boca,mamando-os,cheio de vontade,como um homem sedento por sexo.Parecia mentira aquela história de impotência.
-Agora me masturbe!
Ele subitamente me beijou um beijo que parecia uma descarga de eletricidade, com bocas vorazes, línguas que dançavam dentro e fora das bocas ao mesmo tempo que o dedo dele apalpava minha calcinha sob o short,até se infiltrar,encontrando minha xaninha lisinha e super melada,esfregando,com cara de tarado.Eu gemia,o tesão era pleno.Imaginei que ele se animaria em me ver no clima,mas a rola dele simplesmente não dava sinais de vida.Resolvi partir para o plano B ou seria C" de cacete (rss)Me abaixei,de repente, ficando de cócoras. Apesar dos protestos iniciais,desci o zíper da calça e mais que depressa liberei o pau para fora.Não era nem grande,nem pequeno,mas tamanho normal.Além de bem cuidado e cheiroso.Abocanhei-o de uma vez só, e comecei uma chupada vigorosa.Minha língua passeava pela cabecinha ainda mole, enquanto olhava com expectativa para cima, encarando-o.Senti a respiração dele arfar,cai de boca uma 2° vez agora com mais rapidez, aumentei a pressão dos lábios em volta do caralho, engoliu tudo, até a garganta,e finalmente de modo incrível senti-o endurecer desde a base,preenchendo meus lábios por completo até não caber mais. Punhetei-o pra valer tb com as mãos e só me detive quando ele pediu para parar.
-O que foi?Estou machucando?
-Não...é que tô sentindo uma coisa estranha!
Sorri triunfante quando testemunhei um gota de sêmen escapar daquela rola.
-Não se preocupe.Vc está gozando.
Richard me encarou,sem poder acreditar.
-Sério?
Em vez de responder,continuei naquele mesmo ritmo e logo um jato de leite quente explodiu em minha língua.Engoli tudinho,Richard limpou o restante,afagando o canto de minha boca na sequência,enquanto ria meio bobo,meio arrogante,provavelmente sentindo-se homem pela 1° vez.Só parei o oral,quando percebi que ele logo amoleceria e eu ficaria na vontade.Então levantei me despi da cintura para baixo e encostada na parede de costas para ele,abri bem minhas pernas,e ordenei -Venha depressa.Me fode!De forma dominadora,Richard me encoxou e meteu não só em minha buceta,mas em meu cuzinho.Eu me contorcia feito uma serpente,gemia e dizia teu nome.Até que gozamos intensamente.
-Obrigado.-dizia ele,ainda inacreditavelmente duro dentro de mim.
-Pelo que?
-Por não ter me classificado como um caso perdido.
Preferi não confessar a verdade,ou seja,que tinha agido preferencialmente naquele caso,como a Advogada do Diabo.

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